Annarchya

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Um lema," Liberdade entre as letras", e um anseio, o de libertar o máximo de leitores com minha escrita.

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Cinza

Cinza se tornam...
amores , afetos,
o tido como certo,
caindo no abismo cinzento
Cinza se tornou,
a fé, a razão,
nem rancor, nem paixão,
restou o pesar...
então estão cinzentos,
e assim permanecem...
entre o pulso vazio surge
o nada...
nem caos, nem ordem nenhuma,
nada restou...
e quando finalmente se calar,
vai enfim encontrar...
Paz.
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Poemas

1

No entanto

Pode um ser de tudo póssuir e nada ser?
Pode ter tudo que quiser, mas o que quer enfim?
Pode estar tão perdido em si mesmo
e ainda querer um mundo que jamais pode carregar?

Quem te tira o sono à noite ?
E ainda te abre as chagas ?
mostrando que ainda covarde és...

Pode estar e não estar?
POde amar e não amar?
Pode sorrir enquanto chora?
Pode sofrer enquanto cala?

Quem te tira a vida aos poucos?
E te deixa louco a sofrer?
Matando o que restara...

Pode viver assim?
Pode o escravo libertar?
E ainda feliz onde lhe foge o pensar?

No entanto...não se permita pensar...
sonhar, querer, guardar...
Lhe foi negado ao escolher...

Pague sua dívida...
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Comentários (2)

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tiamat

Digno poeta! Trás à tona uma chuva do sentir... da dor ao amor, do professor ao aprendiz.

EDUARDO POETA

ANNARCHYA,PARABÊNS PELOS SEU POEMAS,BASTANTE SIGNIFICATIVO! Abraços EDUARDO POETA