Annarchya

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Um lema," Liberdade entre as letras", e um anseio, o de libertar o máximo de leitores com minha escrita.

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Cinza

Cinza se tornam...
amores , afetos,
o tido como certo,
caindo no abismo cinzento
Cinza se tornou,
a fé, a razão,
nem rancor, nem paixão,
restou o pesar...
então estão cinzentos,
e assim permanecem...
entre o pulso vazio surge
o nada...
nem caos, nem ordem nenhuma,
nada restou...
e quando finalmente se calar,
vai enfim encontrar...
Paz.
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Poemas

1

De novo

Lá vamos de novo
Tentar o improvável
Tantos já falaram,
condenaram, duvidaram...
fosse a cor da pele,
os valores no banco, 
os pais exigentes...
pior é o olhar...
não vai prestar,
não vai funcionar,
desista, desista...
Mas 
já cansado
chega ...
me permito tentar,
e se , de nada adiantar,
vamos de novo, e de novo,
até encontar...
paz.
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Comentários (2)

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tiamat

Digno poeta! Trás à tona uma chuva do sentir... da dor ao amor, do professor ao aprendiz.

EDUARDO POETA

ANNARCHYA,PARABÊNS PELOS SEU POEMAS,BASTANTE SIGNIFICATIVO! Abraços EDUARDO POETA