Você com os olhos vermelhos Mãos que cheiram a sangue Porque você está se coçando? Você está tremendo por dentro Está ansioso? Não faça isso com seu rosto! Que tipo de pessoa horrível é você! Não! Não faça isso! Seus pés deixam as pegadas Cada gota que você deixa Seu cabelo está horrível hoje Você tomou banho? Não! Aqui, me dê sua mão! Seus olhos, estão vermelhos Seu nariz escorre O que é isso em seu rosto? Por quê você está sorrindo? Não, não faça isso! Pare! Olhe como você deixou esse lugar! É melhor pegar um pano e secar tudo isso! Agora!
Você com os olhos vermelhos Mãos que cheiram a sangue Porque você está se coçando? Você está tremendo por dentro Está ansioso? Não faça isso com seu rosto! Que tipo de pessoa horrível é você! Não! Não faça isso! Seus pés deixam as pegadas Cada gota que você deixa Seu cabelo está horrível hoje Você tomou banho? Não! Aqui, me dê sua mão! Seus olhos, estão vermelhos Seu nariz escorre O que é isso em seu rosto? Por quê você está sorrindo? Não, não faça isso! Pare! Olhe como você deixou esse lugar! É melhor pegar um pano e secar tudo isso! Agora!
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29 de Novembro
Da escória de minhas ideias O luto pela ilusão A maior de minhas paixões Será o ideal de realidade Questionado pelas ações Observado pelos leões Estou desprotegido Das minhas lembranças De meus inimigos Meus muros estão caídos Jogados em lama e pelo chão Sem pudor e perdão
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28 de Novembro
De minha cama vejo a noite pela janela Queria ver seu rosto no céu Vejo as estrelas e as nuvens Estranhos pela rua Conversas sobre qualquer coisa Depois de todo o movimento Encosto meu rosto em meu travesseiro Meu travesseiro favorito Aproveito os sons do silêncio Me vejo ao seu lado em pensamento Abraçados, de mãos dadas Meus olhos a procura de seus detalhes Enquanto me contava de seus sonhos Espero que tudo isso Possa ser verdade Quando puder ser Quando for para ser Quando fizermos acontecer
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27 de Novembro
O abismo entre nós Hoje menor do que ontem Me mantém no chão Quero ter os braços Para andar ao teu lado Saber que acompanho seus passos Deixar que seja o deve e não deve Nada é tão pouco como parece Suas três sílabas Me abrem portas Mostram caminhos que nunca pensei Você hoje me mostra Que estou mais próximo de você Que posso ficar ao seu lado Ser parte e ter parte Completo em expectativas Incompleto a cada despedida Obrigado Hoje é o melhor dia De toda minha vida
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26 de Novembro
Não tenho certeza dos caminhos Desconfio dos rostos sorridentes Sorrisos? Armadilhas para minha carne Criaturas mentirosas que amam e odeiam Você devora sua carne Mas o cheiro da carniça É como veneno Fraco enganado
Passos pelo asfalto dos desavisados Cada sinal de dor e angústia Uma risada profunda Meio no começo de seu fim Socá pela nuca Me deixa nua Senti o cheiro do tolo
Vazio desespero do perdido encontrado A solução para todas as facas Meu braços então trancados Me deixei ir, me deixe ir Cada passo para o abismo
Seja mentiroso comigo Sorria e menta para mim Com esse seu sorriso Enganada posso estar Mas todo esse sentimento Não quero deixar
Hoje não sou eu Talvez seja você que procura Cada dia, todo dia Passo a passo meu fim Sentir o passado pesado O futuro branco voraz Que esse som me traz Felicidade cortês
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25 de Novembro Nº2
Você vê meu rosto, cinza, pálido As gotas de mim que entrego a ti Segure firme em braço Arranha meu pescoço A sombra do caminhar Fuga para o bem-estar Questões negras pela garganta
União das mãos imundas Juizado do inimaginável Olhos grandes e castanhos Você tem medo da saliva Ser da luz virginal castanha Abominação gulosa sem fim Cratera indulgente de você a mim, morra
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25 de Novembro Nº1
Traga a paz Me deixe ver sem a luz Sentir sem o toque
Traga o futuro que prevejo Com os pedaços que me presenteia
Ver a sombra, invocar Quando eu me encontrar a sua luz
Me ajude a preservar o homem e a mulher Ante de todos meus conceitos
Deixe-me sentir o fluxo Sal e água purificai minhas mãos E então, construir minha vontade a verdade
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24 de Novembro
Em meu monólogo monótono Argumento com minha alma Questiono minhas razões e emoções Discuto cada desvio de olhar Entre os certos e errados Qual será o mais engraçado?
Observo a estrada novamente Sigo pelo caminho imprudente Fantasmas, lobos e paixões me distraem Cada pedaço que levam consigo Cada pedaço que deixam comigo O que serão?
Meus olhos doem Não posso fechá-los Não quero perder os detalhes que me aguardam Sério, tão sério Nesses versos sem emoção Procuro toda minha razão Gargalho então engasgo Rasgos em minha garganta Sons, sons e sons Ninguém está aqui Sons e sons Silhuetas e mais silhuetas
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23 de Novembro
é tão complicado entender Qual o do porque dos meus por quês? Eu julgo o espelho com ódio Minhas mãos estão vermelhas de mim Tudo que deixei sair escorre pelo ralo Não é nada demais Você e todos os vocês que vi hoje pela rua Tão iguais tão diferentes Mas todos eram você
Esse meu sentir que você sente é frio e confuso pra mim, pra você Cada olhar que cruzo me traz algo Estou sendo levado por todas as coisas Sou incapaz de ser o que é ser Por que eu não vejo você por completo?
Todas as noites eu procuro Mas sempre me perco no caminho Cada curva errada que tomo Todas são tristes e ruína Quando vou chegar aquela casa Simples e fuga Quando?
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22 de Novembro
O sol queimava minha pele O calor que cobria meu corpo Me deixava com sono, me espreguiço Nas escadas da porta de minha casa Tomo um copo de café O gosto era melhor do que ontem
Céu azul que me cobre Me jogo, estico as costas O calor se espalha de outra forma Fecho meus olhos e vejo O céu ainda está lá me esperando
Me levanto, espreguiço Tomo outro gole de café O chão me parece mais firme Entro para minha casa Hoje será outro dia