Lista de Poemas
Ósculo
Ósculo
Ósculo santo de estranha paixão que entumeceu minhas entranhas, coisa estranha, foi no meu primeiro encontro com aquele encanto, cuja paixão me enlouqueceu, era uma bela rapariga-donzela, para redundar em singeleza de beleza singela. Aquele santo ósculo empanou os meus óculos ao marejar de minhas santas lágrimas, porém, como chama forte de enorme porte duma divina vela, velando o aporte duma paixonite aguda. Então a Morfeu pedi ajuda antes do verdadeiro adeus a qual naquele momento me valeu. Enfim, toda a celeuma a mim me valeu a pena, porém, naquela nebulosa noite se escondeu na minha quase perenal fleuma.
Afinal, nem sei o que aconteceu.
Afinal, nem sei o que aconteceu.
Por donde andará Marina, linda menina que de frente de meus óculos com aquele fabuloso ósculo; simplesmente feneceu, deixando-me uma estranha visão com gosto de azinhavre, porém, “a esperança e a última que morre” assim clamo: Valei-me Deus! Deus que a sua porta abre alumiando qualquer breu.
Um conselho poético advindo do divino além neste sonho lindo deste pobre alguém: Não perturbe o seu sagrado coração, pois, nesta vida e no além ninguém é de ninguém; amém.
Apenas ame para ser e fazer alguém feliz. Se for o caso, não importa o que foi que aconteceu aquém, apenas retire-se sem pensar em vingança a qual o mal sempre afiança e o prejuízo será todo seu.
Beije o seu irmão com o ósculo santo da caridade sem olhar à sua "capac""idade".
Use o ratinho e sua mãozinha percorrendo sobre as linhas.
jbcampos

jbcampos
113
Seu sucesso
$eu $uce$$o
Sem a intenção jactanciosa de falar de si mesmo e, de quem chegou à idade de 73 anos, consciente de que já ultrapassou mais da metade do caminho de qualquer longevo ser humano, menos voltado a qualquer vaidade pessoal, espero. Portanto, até me dou ao direito de escrever na primeira pessoa, isto é apenas uma pequena parte de um diário dos meus dias na estrada das vendas pela vida afora. Nasci no interior do estado de São Paulo, na Tatuí da minha feliz infância, filho de um modesto marceneiro, que com o passar do tempo tornou-se um próspero negociante. Moveleiro próspero, graças à sua habilidade no trato simpático e carismático com as pessoas de seus dias, lá pelas décadas de 50 - 60, e como o tempo passa cheio de contradições e dissimulações, quando muitos ensandecidos profetizavam que não chegaríamos ao ano 2000 e, o mundo se acabaria, ao mínimo existiria telematicamente o “Bug do Milênio” e o mundo torna-se-ía o caos etc.
Meu pai tinha por título, dado pelo pároco da cidade, o qual ao dizer suas missas pela rádio difusora local, anunciava os patrocínios do meu velho e querido pai como: Tonico: “O Rei dos Móveis”.
Apesar de marceneiro, meu velho pai carpintejou muito também, deixando-me um belo exemplo de pessoa despojada e generosa.
Tenho de agradecer profundamente ao meu progenitor e meu mestre na arte de vender.
Realmente meu velho pai foi mestre na área de vendas, fato que pude comprovar posteriormente quando da minha juventude, pois, seus ensinamentos e gestos de relações humanas deixaram em minha personalidade marcas profundas de conhecimentos práticos, quando pensava em aprender me surpreendia com aulas que o velho já me houvera transmitido.
Tive de usar o tripé do sucesso:
1 – Atingir Minha Meta
2 – Como Atingir Minha Meta
3 – Quando Atingir Minha Meta
Casei-me muito jovem ainda, apenas com meus 18 anos e, necessitei da anuência de meus pais, na época professava uma religião bastante incisiva no tocante à honestidade cristã etc.
E, cheguei pensar até que seria dispensado do serviço militar, pelo fato de ter contraído matrimônio, fato corriqueiro dos recém-casados daqueles dias, como fora o meu caso, com a diferença de não ser dispensado do serviço militar. O esperado fato não fora confirmado, e lá fui eu fazer o Tiro de Guerra, como se chamava o exército lá do interior. Cumpri a lei que me fora imposta e, no final de toda aquela misancênica beligerante galardoaram-me: “Reservista de Segunda Classe”.
Lembro-me como se fosse agora, no primeiro dia a gente se apresentava a paisano, até que se tirassem as nossas medidas, para as respectivas confecções de nossas fardas, e como era madrugada fria e não tinha roupa de frio coloquei o meu terno de casamento, posto que havia contraído matrimônio recentemente, e apresentei-me juntamente com 120 jovens, verdadeiros capetas, a fuzarca era generalizada e para piorar a situação, chovia levemente madrugada afora. O pátio estava lamacento, e o sargento era um CDF de primeira linha, sujeito condicionado à robô para se fazer cumprir a lei marcial.
Lembro-me de que, por lá passava meu pai, o qual dirigia-se a pé, à sua marcenaria, tinha ele seus cabelos brancos, era uma cabeça literalmente branca, a qual despertou o entusiasmo de um recruta que pôs-se a imitar um pássaro chamado Araponga, ou Ferreiro, emitindo o som de um malho a bater sobre uma bigorna. Ave de penas brancas como a neve.
O sargento, irritadiço dá-nos uma contundente ordem:
- Tropa, sentido! – Rastejar, vão ver!
Então... O meu novíssimo terno de casamento, ficou enlameado de barro, e além de rastejar na lama, mandava rolar à direita à esquerda, era uma chafurdança só.
Meu pai, era um gozador, e até parou pra ver aquilo tudo, relembrando de seus dias de Tiro de Guerra também, para depois tirar aquele sarro da minha cara, quando chegasse em casa, pois, morávamos todos no mesmo terreno.
Assim, terminei o serviço militar.
O calo apertou e me vi em palpos de aranha, bem, tivemos de mudar para São Paulo com a esperança de vencer na vida. Dois jovens e uma filha, estavam à mercê das intempéries naturais da vida moderna, com um pequeno detalhe, “sem nenhum gato para puxar pelo rabo”, êta vidinha complicada… Fiz de tudo um pouco na vida, até tomar uma decisão que mudou radicalmente nossa maneira de viver. Porém, para que isto viesse acontecer tive de peremptoriamente usar os conceitos da trilogia do sucesso. Propositalmente repito os três pontos importantes do sucesso, para que desde este momento vá sendo gravado na sua memória, caro leitor postulante ao sucesso… Para atingir a minha meta, primeiro tive de descobrir o que queria fazer na minha pobre vida, quando fazer e como fazer, e não demorou muito, me fiz espelhar no exemplo de meu mentor e pai, ser vendedor, até porque, ninguém escapa desse estigma, nascemos todos, vendedores, e ponto. Não há o que se discutir sobre esse paradigma, quando nascituro a primeira coisa a se fazer é, berrar para se obter alguma coisa em troca do silêncio. Vender é ser negociador, negociante, regateador, enfim buscar um meio lucrativo nessa atividade, como em qualquer outra, que irá redundar na própria venda. Hoje, mais do que nunca, deve-se ser muito mais vendedor-hodierno do que caixeiro-viajante de antanho, tem-se de dedicar com muito amor à essa nobre profissão, para se alcançar o fim colimado do sucesso. Vendi de tudo, era um supermercado ambulante. No campo da metalurgia, eletro-eletrônica, vendi ferramentas normais, de cortes, diamantadas, parafusos, rolamentos, correias, graxas e óleos, peças automotivas, baterias elétricas, válvulas hidráulicas, tubulação, conexões etc.
MEDITAÇÃO – O FUNDAMENTO MAIOR
Sempre gostei de meditar, ou seja, me introspectar, fazer uma auto-análise, perguntando-me sobre os porquês de toda minha existência e de como fazer para sobreviver juntamente com a minha maior responsabilidade, minha família. E, nas minhas mais profundas meditações pude me aperceber de que, nenhuma técnica moderna de vida mercantilizada poderia sobrepor aqueles ensinamentos que aprendi nas minhas projeções astrais. O carisma áurico somente se consegue com energias refinadas, que somente o mundo astral pode nos conceder. Frequentei faculdades ocultas no plano extrafísico, e trouxe de lá o sucesso de minhas vendas, ensinados pelos meus mestres dos planos etéricos. Na atualidade as igrejas de maneira genérica colocam seus adeptos em transe mercantil e, aqueles que crêem conseguem sucesso na vida.
FÉ
Ei-la, é uma pequena palavra mágica, que tudo pode mudar em nossa vida:
Do livro: O diário de um vendedor
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jbcampos
44
O tenente russo
O tenente russo
O tenente Strogoff já havia passado por um acidente semelhante, lá pelos lados do Himalaia e, havia experimentado carne de seu próprio amigo o qual morreu naquele desastre, também aéreo, mas essa e outra história.
Elifaz, tendo de manter uma posição de guru, persevera-se em profunda meditação, hibernado à urso polar, porém, assiste as atitudes de seus comandantes, já que não passa de uma criança estranha no ninho de oficiais russos.
Strogoff logo após o incidente aéreo, não titubeia e, na calada da noite solapa um naco de carne de seu capitão com o qual não tem a menor simpatia pessoal.
Os dias passam rapidamente em pleno sofrimento. Num dado momento, Dimitri paira sobre dois cadáveres e, nota algo estranho nas nádegas de um deles e, incontinentemente constata o estrago feito no local que já fora abundante. Calmamente reúne a todos e pergunta sobre aquela ocorrência, e Strogoff é conciso ao confirmar o seu feito. Dimitri, muito irrequieto lhe diz com autoridade russa:
- Vou puni-lo por tamanha heresia e desrespeito humano!
Responde-lhe o tenente:
- Coronel, com todo o respeito, deixe para me punir daqui a uma semana apenas, e aceitarei a punição sem a menor resistência. Dimitri dá um passo para trás, cabisbaixo, e pensa:
- Será que é o que estou pensando?
E assim foi, naquela mesma semana, aquele corpo fica pela metade. Tentam de tudo para Elifaz participar do ritual, e recebem um exemplo marcante do jovem guru. Elifaz que permanece em profunda meditação transcendental, limita-se a comer serenamente um pedaço daquela carne e deixa claro que, não necessita de quase nada para aquela sobrevivência, já que não despende de tanta energia psicossomática, como estão despendendo aqueles soldados, movidos pela preocupação e medo. Dimitri fica intrigado pela colocação de Elifaz arguindo-o:
- Elifaz, se voce realmente nao tem necessidade de se alimentar, por que então não dispensou o pedaço daquela carne?
- Simplesmente para não ser a causa perturbadora de suas mentes. Ou seja, ninguém fica de fora desta situação. O que seria mais difícil para todos. Aquele corpo já estava fadado a alimentar outro ser qualquer, muito embora, congelado pela natureza.
Mais alguns dias, um helicóptero segue a mesma rota do acidente, resgatando a todos os sobreviventes.
Sibéria, Costume bem diferente a Elifaz, um povo extremamente machista, mas para quem sai de um clima islâmico-talibã não faz muita diferença. O clima extremamente radical, verão 40 graus acima de 0, e no inverno 40 abaixo de 0. O idioma, complicado. Religião predominante é o budismo com a qual Elifaz se identifica. Um dos costumes interessantes é o de tomar sauna a alta temperatura e na sequência saltar ao frio de 40 graus negativos, abrindo os poros, revitalizando a pele e a saúde como um todo, criando anticorpos contra as enfermidades.
Lembranças históricas, revoluções comunistas fazem parte do ensino popular, o sacrifício do povo siberiano é algo inusitado…
Sinopse do livro:
O caldeirão de Shirley
http://mensalem.blogspot.com
O tenente Strogoff já havia passado por um acidente semelhante, lá pelos lados do Himalaia e, havia experimentado carne de seu próprio amigo o qual morreu naquele desastre, também aéreo, mas essa e outra história.
Elifaz, tendo de manter uma posição de guru, persevera-se em profunda meditação, hibernado à urso polar, porém, assiste as atitudes de seus comandantes, já que não passa de uma criança estranha no ninho de oficiais russos.
Strogoff logo após o incidente aéreo, não titubeia e, na calada da noite solapa um naco de carne de seu capitão com o qual não tem a menor simpatia pessoal.
Os dias passam rapidamente em pleno sofrimento. Num dado momento, Dimitri paira sobre dois cadáveres e, nota algo estranho nas nádegas de um deles e, incontinentemente constata o estrago feito no local que já fora abundante. Calmamente reúne a todos e pergunta sobre aquela ocorrência, e Strogoff é conciso ao confirmar o seu feito. Dimitri, muito irrequieto lhe diz com autoridade russa:
- Vou puni-lo por tamanha heresia e desrespeito humano!
Responde-lhe o tenente:
- Coronel, com todo o respeito, deixe para me punir daqui a uma semana apenas, e aceitarei a punição sem a menor resistência. Dimitri dá um passo para trás, cabisbaixo, e pensa:
- Será que é o que estou pensando?
E assim foi, naquela mesma semana, aquele corpo fica pela metade. Tentam de tudo para Elifaz participar do ritual, e recebem um exemplo marcante do jovem guru. Elifaz que permanece em profunda meditação transcendental, limita-se a comer serenamente um pedaço daquela carne e deixa claro que, não necessita de quase nada para aquela sobrevivência, já que não despende de tanta energia psicossomática, como estão despendendo aqueles soldados, movidos pela preocupação e medo. Dimitri fica intrigado pela colocação de Elifaz arguindo-o:
- Elifaz, se voce realmente nao tem necessidade de se alimentar, por que então não dispensou o pedaço daquela carne?
- Simplesmente para não ser a causa perturbadora de suas mentes. Ou seja, ninguém fica de fora desta situação. O que seria mais difícil para todos. Aquele corpo já estava fadado a alimentar outro ser qualquer, muito embora, congelado pela natureza.
Mais alguns dias, um helicóptero segue a mesma rota do acidente, resgatando a todos os sobreviventes.
Sibéria, Costume bem diferente a Elifaz, um povo extremamente machista, mas para quem sai de um clima islâmico-talibã não faz muita diferença. O clima extremamente radical, verão 40 graus acima de 0, e no inverno 40 abaixo de 0. O idioma, complicado. Religião predominante é o budismo com a qual Elifaz se identifica. Um dos costumes interessantes é o de tomar sauna a alta temperatura e na sequência saltar ao frio de 40 graus negativos, abrindo os poros, revitalizando a pele e a saúde como um todo, criando anticorpos contra as enfermidades.
Lembranças históricas, revoluções comunistas fazem parte do ensino popular, o sacrifício do povo siberiano é algo inusitado…
Sinopse do livro:
O caldeirão de Shirley
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46
Escrevendo aos setenta e três
Escrevendo aos 70
Pode-se estar com setenta, mas nem por isso sessenta num velho e arcaico assento circunflexo, conquanto se tenha o respectivo reflexo de trinta. Mirando-se ao alvo duma cabeleira alva pode-se aplicar a tinta, que não vai atingir o alvo daquele que minta. Até se pode tingir a mente; tisnando a alma sem atingir o alvo. Tampouco, esclarecer o que já está claro e alvejado, e de branco acurado pela idade. Uns envelhecem aos vinte, outros encanecem aos trinta, outros aos oitenta continuam pelintras, haja vista à sua cega vista recheada de trincas, paridas pelo mal de sua ignávia vida malgrada, a qual será onusta de ferida robusta, enrubescida de muita burrice já quase na hora de sua triste partida.
É... Meu velho será cobrado pela sua própria vaidade num triste momento da eternidade, e ver-se-á escaravelho velho chafurdante no esterco abundante de seu adquirido tesouro à besouro folheado a ouro.
Envelheceu à penariz, sem ser feliz. Correu atrás do vento em seu empolgante evento, ensacou muita fumaça pra não desmentir à raça, e receberá por graciosa graça a sua taça intumescida de dejeto, bem merecida pela desgraça distribuída e pela qual estivesse imbuído em plena burrice clássica...
Sinto muito, meu velho você não passa de traça tracejada em quebrado espelho de vilanesca raça.
Ainda bem que esta vida passa tão rápida como ninguém...
Viver implica em saber, para o bem-viver!
jbcampos
mensalém.blogspot.com
129
feliz jornada
feliz jornada
a sabedoria duma vida simplória
quando por aqui apareci, a princípio achei que aprendi, porém, a minha ilusória verdade se desfez por um choque de soco inglês, então me perguntei outra vez, incontável vez. afinal o que é que vim aqui fazer? percorri religiões e livros sagrados até me sentir o grande culpado pelo natural pecado no livro sagrado sacramentado. o inferno e o paraíso a mim me foram demasiadamente apregoados. de qualquer forma fico muito obrigado, porém, não sei se fui enganado, ou se estavam de olho no meu pobre ordenado. ordenado a ser doado. o meu próximo estava mais próximo do meu pobre ordenado, para eu ficar bem ao passar para o além o qual fica bem ali do outro lado, amém. porém, notei também que meus irmãos estavam muito atrapalhados, focados no mesmismo pela hipocrisia fabricado. senti-me por todos muito humilhado, mais um ignorante ali ignorado. achei tudo muito engraçado, e achei um jeito de pensar e passei a ser feliz pelo nada, absolutamente nada, nadando sobre a correnteza do além, e vi que nesse engodo danado danou-se o ser humano total, posto o ser ser mais um pobre mortal, com muito dinheiro, ou pouco por ele guardado. nesta feliz jornada; preciso de quase nada, levantar cedo, se preciso, porém, evito as madrugadas. creio que, neste sentido se aplica a desejada felicidade. simples assim, ser feliz foi única boa escolha que fiz para mim. vou mais longe; para um velhote o qual dispensa idade e qualquer enganoso dote, adotei com certa timidez o amor acima do chicote, mesmo levando calote. adotei logo a simplicidade da velha sensatez, eis o xis da antiga questão, comerei feliz no simples prato raso: carne de pato, ou saboroso arroz e feijão, e que arraso se lá tiver vinho, moqueca de camarão. e por que não chamar meu bom vizinho, não pense que vivo a comer sozinho, não, a ninguém espezinho tendo esta mortal condição. quando não, meus netos, filhos, irmãos, sobrinhos e quem mais estiver no caminho. na realidade tenho a liberdade quando estou sozinho. bem, meu irmão, tenho por fiel companheira a solidão, dona do meu encanecido coração! as minhas vestes: que tolice, há muito já lhe disse: uso uma peça por vez, no meu carro, apenas um assento, e no meu pé direito, eis mesmo sapato outra vez. eis o teste de lucidez trepidando sobre a minha sensatez, da pureza singela à vida vívido-vivida em rosa-amarelo. ah... aqui se encerra toda a sábia filosofia, na geografia desta bela existência na qual vivemos sem transparência da simplicidade da divina sabedoria, sendo que a veraz felicidade se encontra no coração de qualquer idade de a a z, ei-la: grande sabedoria que os sábios jamais saboreiam, vivem alheios em seus devaneios, em busca das glórias que se acabam aqui, sapiências quais ficam pra história já há muito conhecida, porém, por poucos apreendida.
Seja rico, seja pobre, seja humano, seja tudo, seja nada, quando for quase tudo isso, terá vivido a vida, terá aprendido a antiga maneira fabulosa de bem-viver. comece agora, sendo humilde para essas práticas exercer. o seu erro pode estar ao se comparar com seu vizinho, esse pode ser o seu desterro, pois, ainda não aprendeu a andar sozinho nesta clara solidão, cuja negritude está na cabeça pobre e podre do racista qual não se põe na lista de pobres nobres mortais a fazer distinção de cores de seu espectro de solidão insólita...
sucesso nesse mais alto empreendimento de sua vida! chamado: amor sem causa.
seja feliz apenas por ser!
o teste está em você conseguir à inocente criança com o seu mais modesto brinquedo donde revelar-se-á o verdadeiro segredo ao se distrair com uma gotícula d’água ao perceber nela o reflexo de todo o firmamento divino.
então meu irmão, acaba de bloquear o seu estresse sem causa.
jbcampos
http://mensalem.blogspot.com
a sabedoria duma vida simplória
quando por aqui apareci, a princípio achei que aprendi, porém, a minha ilusória verdade se desfez por um choque de soco inglês, então me perguntei outra vez, incontável vez. afinal o que é que vim aqui fazer? percorri religiões e livros sagrados até me sentir o grande culpado pelo natural pecado no livro sagrado sacramentado. o inferno e o paraíso a mim me foram demasiadamente apregoados. de qualquer forma fico muito obrigado, porém, não sei se fui enganado, ou se estavam de olho no meu pobre ordenado. ordenado a ser doado. o meu próximo estava mais próximo do meu pobre ordenado, para eu ficar bem ao passar para o além o qual fica bem ali do outro lado, amém. porém, notei também que meus irmãos estavam muito atrapalhados, focados no mesmismo pela hipocrisia fabricado. senti-me por todos muito humilhado, mais um ignorante ali ignorado. achei tudo muito engraçado, e achei um jeito de pensar e passei a ser feliz pelo nada, absolutamente nada, nadando sobre a correnteza do além, e vi que nesse engodo danado danou-se o ser humano total, posto o ser ser mais um pobre mortal, com muito dinheiro, ou pouco por ele guardado. nesta feliz jornada; preciso de quase nada, levantar cedo, se preciso, porém, evito as madrugadas. creio que, neste sentido se aplica a desejada felicidade. simples assim, ser feliz foi única boa escolha que fiz para mim. vou mais longe; para um velhote o qual dispensa idade e qualquer enganoso dote, adotei com certa timidez o amor acima do chicote, mesmo levando calote. adotei logo a simplicidade da velha sensatez, eis o xis da antiga questão, comerei feliz no simples prato raso: carne de pato, ou saboroso arroz e feijão, e que arraso se lá tiver vinho, moqueca de camarão. e por que não chamar meu bom vizinho, não pense que vivo a comer sozinho, não, a ninguém espezinho tendo esta mortal condição. quando não, meus netos, filhos, irmãos, sobrinhos e quem mais estiver no caminho. na realidade tenho a liberdade quando estou sozinho. bem, meu irmão, tenho por fiel companheira a solidão, dona do meu encanecido coração! as minhas vestes: que tolice, há muito já lhe disse: uso uma peça por vez, no meu carro, apenas um assento, e no meu pé direito, eis mesmo sapato outra vez. eis o teste de lucidez trepidando sobre a minha sensatez, da pureza singela à vida vívido-vivida em rosa-amarelo. ah... aqui se encerra toda a sábia filosofia, na geografia desta bela existência na qual vivemos sem transparência da simplicidade da divina sabedoria, sendo que a veraz felicidade se encontra no coração de qualquer idade de a a z, ei-la: grande sabedoria que os sábios jamais saboreiam, vivem alheios em seus devaneios, em busca das glórias que se acabam aqui, sapiências quais ficam pra história já há muito conhecida, porém, por poucos apreendida.
Seja rico, seja pobre, seja humano, seja tudo, seja nada, quando for quase tudo isso, terá vivido a vida, terá aprendido a antiga maneira fabulosa de bem-viver. comece agora, sendo humilde para essas práticas exercer. o seu erro pode estar ao se comparar com seu vizinho, esse pode ser o seu desterro, pois, ainda não aprendeu a andar sozinho nesta clara solidão, cuja negritude está na cabeça pobre e podre do racista qual não se põe na lista de pobres nobres mortais a fazer distinção de cores de seu espectro de solidão insólita...
sucesso nesse mais alto empreendimento de sua vida! chamado: amor sem causa.
seja feliz apenas por ser!
o teste está em você conseguir à inocente criança com o seu mais modesto brinquedo donde revelar-se-á o verdadeiro segredo ao se distrair com uma gotícula d’água ao perceber nela o reflexo de todo o firmamento divino.
então meu irmão, acaba de bloquear o seu estresse sem causa.
jbcampos
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115
dica
dica
dica é a indicação, as di-
cas são indica ações que
dão na cabeça quais se ar-
remessam ao dedão da mão
a refletir no então dedão do pé.
dica, preparação duma mente-coração, criação
indicada pela dica da emoção à mente-tição de
velada inspiração quente a sobre “star” na estra-
da na valsa da falsa inspiração, nada se cria
dando apenas à ilusória
fantasia fantasmagórica
onde qualquer estela
quer estrelar a gló-
ria de bela cinde-
rela-donzela.
Se prestares
atenção sem tensão, porém com intenção
compreenderás então o que te diz o co-
ração mental dum andarilho ancião há mu-
ito na estrada pedregulhada da imagina-
ção calada, da criação de há muito já asfal-
tada. em noite fria ou requentada em qual-
quer quebrada onde se entristeça de tanto
quebrar a cabeça atrás daquela
criação perfeita. não esquente
sua mente poeta, pois, apenas seja
poeta, e disso se orgulhe, porém,
vá além do aquém e jamais se
envaideça também, quiçá, será
alguém a cantarolar a poesia
sujeita à asneira da alegria.
porém, no amor de querer
bem.
jbcampos
dica é a indicação, as di-
cas são indica ações que
dão na cabeça quais se ar-
remessam ao dedão da mão
a refletir no então dedão do pé.
dica, preparação duma mente-coração, criação
indicada pela dica da emoção à mente-tição de
velada inspiração quente a sobre “star” na estra-
da na valsa da falsa inspiração, nada se cria
dando apenas à ilusória
fantasia fantasmagórica
onde qualquer estela
quer estrelar a gló-
ria de bela cinde-
rela-donzela.
Se prestares
atenção sem tensão, porém com intenção
compreenderás então o que te diz o co-
ração mental dum andarilho ancião há mu-
ito na estrada pedregulhada da imagina-
ção calada, da criação de há muito já asfal-
tada. em noite fria ou requentada em qual-
quer quebrada onde se entristeça de tanto
quebrar a cabeça atrás daquela
criação perfeita. não esquente
sua mente poeta, pois, apenas seja
poeta, e disso se orgulhe, porém,
vá além do aquém e jamais se
envaideça também, quiçá, será
alguém a cantarolar a poesia
sujeita à asneira da alegria.
porém, no amor de querer
bem.
jbcampos
141
O candelabro
O CANDELABRO
Clarice pensou em presentear a Frank com algo inusitado, embora, não fosse com o seu próprio dinheiro.
O candelabro era muito antigo, medieval, e iria cair muito bem ao castelo do amado Frank.
Era a relíquia da casa e, ninguém na cidade ousava sequer perguntar o seu preço, ficava entre quatro vidros blindados, realmente a sete chaves, guarnecidos por moderníssimos alarmes, tal o seu valor histórico e artístico, era totalmente em ouro maciço.
Jafet, gastava uma nota com o seguro daquele cobiçado objeto, apesar de receber uma ajuda escusa da prefeitura da cidade, através de uma dessas leis infames que os caudilhos inventam para benefício próprio...
Cinco assaltantes foram mortos, numa ocasião de apropriá-lo.
Clarice acompanhada do avaro senhor Jafet, para diante do candelabro e o analisa por alguns minutos, enquanto Jafet pergunta-se:
Será que essa donzela vai querer comprar o candelabro, ou, seria um golpe para um eventual assalto?
E, após se recordar daquela imagem, não teve dúvida, sorrateiramente liga ao delegado o qual pessoalmente vem ao estabelecimento, discretamente acompanhado de alguns policiais à paisana, enquanto, uma gerente de vendas, neófita no estabelecimento, tenta distrair a madama etc.
Quando o delegado depara com o velho rosto já muito conhecido por havê-la trancafiada por várias vezes atrás das grades da velha cadeia, fica pálido, e Jafet esmaece também, pois, o próprio delegado, sujeito parrudo e destemido, encontrava-se álgido diante do acontecimento.
- É, a "Bedamerda", Jafet!
Adjetivo criado pelo delegado...
Agora, cai a fixa de Jafet...
- É, mesmo... doutor Mário!
- Sim, mas, o que aconteceu com ela?
Enquanto, os dois conjecturam sobre a misteriosa criatura, que ressurgiu triunfante do nada se ouve aquela voz em alto e bom som:
- Fico com o candelabro!
- Quanto custa, para que eu preencha o cheque?
Jafet se fez acompanhar do delegado, tomando uma posição:
- Dona...
- Clarice, meu senhor...
- Este candelabro custa muito dinheiro... E acho que a senhora não vai querer despender de dessa soma, vai?
Claro que, Jafet estava desconfiadíssimo daquela venda, achando que se tratava de uma armação.
- Sim... Claro que vou, ele irá decorar o meu castelo, meu senhor!
O delegado pasmo, não sabia qual atitude a tomar.
Enquanto, imaginava:
- Castelo?
A essa altura, Clarice já trabalhava veladamente nos bastidores com Frank em sua clínica veterinária.
Preencheu o cheque, entregando-o juntamente com o seu cartão pessoal, e outros documentos de praxe, enquanto, os dois senhores ficavam boquiabertos com tal transformação e, o delegado não se conteve à curiosidade, inquirindo-a:
- Queira-me desculpar, eu sou o delegado aqui da cidade e gostaria de saber:
- A senhora é univitelina (gêmea idêntica)?
- Não sou gêmea idêntica, senhor delegado!
- Dona Clarice, a senhora é daqui da cidade?
- Sim, os senhores, têm memórias curtas, pois, quantas vezes vim aqui e, também fui encaminhada à cadeia pública, quando mendigava o pão pelas calçadas desta cidade...
- Os senhores não se recordam?
- Bem, espero receber a minha lumeeira em tempo hábil, já que faço o pagamento à vista.
O delegado não conformado com o que presenciava, ordenou a ela que o acompanhasse para uma investigação, enquanto, Jafet corria ao banco que ficava ao lado do estabelecimento para confirmar se realmente existia fundos para aquele cheque.
Conquanto, o delegado prepara-se para inquiri-la, eis que toca o telefone, era Jafet, querendo falar urgentemente com Dr. Mário.
- Dr. Mário libere a mulher, ela realmente tem muito dinheiro e o seu cheque tem cobertura para comprar a cidade.
- Mas, quem lhe deu essa informação?
- Meu filho, o gerente do banco, que acaba de fazer um levantamento em sua conta corrente.
Muito desapontado, o delegado pede desculpas a Clarice, dizendo ter havido um pequeno engano, e que ela estava liberada etc.
Só de marra, naquele exato momento de fechar o negócio, entra Dr. Gilberto, um advogado contratado por Clarice a qual finge um desmaio, para envolver o delegado e o comerciante.
Água com açúcar, abanos e afins, fizeram-na voltar ao estado de vigília normal.
- O que houve com a senhora doutora Clarice?
Pergunta-lha o conhecido causídico da cidade.
- Não sei, somente me lembro de ter sido ultrajada pelo doutor delegado e o senhor Jafet, pois, ofenderam-me, chamando-me de impostora...
- O quê?
Exclama o advogado, fazendo o maior suspense.
- Sinto-me, profundamente humilhada por esses senhores!
- Qual o motivo dessa humilhação, doutora Clarice?
Bem, agora o delegado e Jafet, ficam se indagando:
- Que raio de doutora é essa mendiga?
E, o delegado Mário, comete uma grande besteira, indiciando Clarice por falsificação ideológica, pois, jamais imaginava que a antiga mendiga, defendia tese em medicina veterinária, apesar de ter sido moradora de rua, e por ter se entregado às drogas.
O delegado com aquela autoridade policial, intima todos a comparecerem a uma oitiva na cadeia pública, e para lá todos se encaminharam.
Para resumir o assunto, Clarice moveu uma ação contra o delegado, e contra o comerciante, pois, ambos humilharam-na profundamente tempos atrás...
Vingança, quiçá, desforra?
Não se sabe, mas, o que ficou patente foi:
O doutor Mário e o rico Jafet, tiveram de indenizá-la com uma grana violenta, fato que deixou todos daquela cidade boquiabertos.
A matreira Clarice, havia contratado até um jornalista para fabricar aquela matéria, sem que ninguém soubesse nem mesmo o seu amado Frank, que substimava a capacidade mental de sua amante, porém, agora passa a respeitá-la pela sua picardia.
Frank, se apaixona mais ainda por Clarice, uma criatura diferente.
- Quem diria, uma mendiga dando baile em aculturadas pessoas de uma sociedade hipócrita.
Do livro
Alcova dos desejos
de jbcampos
O castelo
Uma mansão de pedra construída por Frank, veterinário de cepa biliardária, que ao conhecer uma mendiga, também veterinária com doutorado e tudo mais, a qual se entregara às drogas, fica simplesmente encantado com aquela criatura e se apaixona pela lúdica mulher de trinta. E um homem apaixonado fica exatamente igual à própria paixão,
fica cego!
53
O farol do paraíso
Farol do Paraíso
Numa ilhota, bem longe da civilização, nascera Carlos, uma saudável criança de olhos verdes e cabelos cor de mel o qual crescia alegre e feliz, nos idos de antanho. Era uma ilha paradisíaca onde o seu velho pai fora o faroleiro do local por toda a sua vida, e por onde navegaram milhares de navios e caravelas. A torre e o velho farol datam de séculos passados. O velho Euzébio, pai de Carlos, nascera no local, e jamais conhecera outras plagas. Carlos contava histórias do tataravô paterno com tanta autenticidade que vinham confirmar a estada daquela família ali na ilha por muito tempo. Muitos navegantes paravam na ilha para seus pernoites, desde a época dos famigerados piratas. Num belo dia atracou um pequeno veleiro na ilha e como era de costume, Euzébio foi fazer a sua inocente cortesia ao senhor que ali chegara com seus marinheiros. Rinaldi, um italiano que por ali passava pela primeira vez. Carlos estava com 13 anos de idade, portanto, no auge de sua vida de infanto-juvenil. Muitos visitantes do longínquo local já ouviram falar do Farol do Paraíso. Sabe como são essas coisas, um conta um conto, outro acrescenta um ponto, e torna-se uma lenda desmesurada. Rinaldi trazia com ele uma garota de 11 anos, da qual dizia ser o genitor. Em uma conversa particular com Euzébio, Rinaldi conseguiu um favor inestimável concedido a um pai que ama profundamente a sua filha. Disse-lhe o visitante que, não estava muito à vontade com seus marujos e que eram jovens estranhos os quais ele se obrigara a contratar para aquela viagem de quase 800 km, e que infelizmente a sua esposa naufragara naquela mesma viagem, e que a sua amargura transpusera os limites de suas forças etc. Explicou também que estava perdido por aquelas bandas. O combinado era que a menina ficasse por apenas uma semana no local e, que voltaria para pegá-la. Muito bem, partira Rinaldi, enquanto a menina ficara muito triste com a partida do velho italiano. Aqui começa a felicidade de Carlos, ao conviver com a menina dos olhos negros e cabelos lisos e de tez bronzeada e reluzente. Chegou o triste dia da despedida da garota Minalda, este era o seu nome. Fizeram preparativos para festejar a chegada de Rinaldi, enquanto, Carlos encontrava-se amuado, o seu coração estava vivendo a paixão de sua inexperiência. Os preparativos para aquela chegada estavam completos, mas a expectativa era cruel, as horas passavam vagarosamente para aumentar mais ainda ansiedade de Carlos. O pai já tinha percebido tudo, e sofria pelo filho, posto que passasse pelo devastador processo, tempos atrás. Às 22h de uma noite estrelada avistaram uma luz no horizonte, e acharam ser o velho lobo do mar, Rinaldi, mas que nada... Aquela embarcação passou ao largo e, Minalda ficou entristecida sobremaneira, pois, já estava machucada com morte de sua mãe. Os dias se passaram e, eles deram por encerrada a esperança de o italiano voltar. Afinal, o que acontecera com Rinaldi? Carlos era filho único. Agora tinha uma “irmã” pela qual se enamoraria alucinadamente.
LANÇAMENTO
Do livro: Impostor da rua larga
jbcampos
https://www.amazon.com.br/dp/B07N58724N
Numa ilhota, bem longe da civilização, nascera Carlos, uma saudável criança de olhos verdes e cabelos cor de mel o qual crescia alegre e feliz, nos idos de antanho. Era uma ilha paradisíaca onde o seu velho pai fora o faroleiro do local por toda a sua vida, e por onde navegaram milhares de navios e caravelas. A torre e o velho farol datam de séculos passados. O velho Euzébio, pai de Carlos, nascera no local, e jamais conhecera outras plagas. Carlos contava histórias do tataravô paterno com tanta autenticidade que vinham confirmar a estada daquela família ali na ilha por muito tempo. Muitos navegantes paravam na ilha para seus pernoites, desde a época dos famigerados piratas. Num belo dia atracou um pequeno veleiro na ilha e como era de costume, Euzébio foi fazer a sua inocente cortesia ao senhor que ali chegara com seus marinheiros. Rinaldi, um italiano que por ali passava pela primeira vez. Carlos estava com 13 anos de idade, portanto, no auge de sua vida de infanto-juvenil. Muitos visitantes do longínquo local já ouviram falar do Farol do Paraíso. Sabe como são essas coisas, um conta um conto, outro acrescenta um ponto, e torna-se uma lenda desmesurada. Rinaldi trazia com ele uma garota de 11 anos, da qual dizia ser o genitor. Em uma conversa particular com Euzébio, Rinaldi conseguiu um favor inestimável concedido a um pai que ama profundamente a sua filha. Disse-lhe o visitante que, não estava muito à vontade com seus marujos e que eram jovens estranhos os quais ele se obrigara a contratar para aquela viagem de quase 800 km, e que infelizmente a sua esposa naufragara naquela mesma viagem, e que a sua amargura transpusera os limites de suas forças etc. Explicou também que estava perdido por aquelas bandas. O combinado era que a menina ficasse por apenas uma semana no local e, que voltaria para pegá-la. Muito bem, partira Rinaldi, enquanto a menina ficara muito triste com a partida do velho italiano. Aqui começa a felicidade de Carlos, ao conviver com a menina dos olhos negros e cabelos lisos e de tez bronzeada e reluzente. Chegou o triste dia da despedida da garota Minalda, este era o seu nome. Fizeram preparativos para festejar a chegada de Rinaldi, enquanto, Carlos encontrava-se amuado, o seu coração estava vivendo a paixão de sua inexperiência. Os preparativos para aquela chegada estavam completos, mas a expectativa era cruel, as horas passavam vagarosamente para aumentar mais ainda ansiedade de Carlos. O pai já tinha percebido tudo, e sofria pelo filho, posto que passasse pelo devastador processo, tempos atrás. Às 22h de uma noite estrelada avistaram uma luz no horizonte, e acharam ser o velho lobo do mar, Rinaldi, mas que nada... Aquela embarcação passou ao largo e, Minalda ficou entristecida sobremaneira, pois, já estava machucada com morte de sua mãe. Os dias se passaram e, eles deram por encerrada a esperança de o italiano voltar. Afinal, o que acontecera com Rinaldi? Carlos era filho único. Agora tinha uma “irmã” pela qual se enamoraria alucinadamente.
LANÇAMENTO
Do livro: Impostor da rua larga
jbcampos
https://www.amazon.com.br/dp/B07N58724N
35
Mestre
Bem, mestre é aquele que já experimentou um pouco de tudo que se diga respeito à vida, na nossa concepção, é aquele que desenvolveu-se através de caminhos ocultos, até porque, lhe é difícil explicar um sentimento ao qual o seu semelhante não está pronto para entendê-lo.
O seu halo está sempre revestido justamente da paz, o tesouro que não se explica, apenas se sente.
Obviamente, antes de ser mestre já foi discípulo, paciente, escória, e outras coisas degradantes, tendo passado por muitas agruras, e bem por isto traz consigo uma carga de experiência profunda de aprendizados mil.
O mestre, é o médico que ajuda com a sua simples presença na cura da alma, e portanto, do físico, já que a alma é a mediadora da saúde mental e corpórea.
Pode ser uma pessoa que não deixe se aperceber, tal a sua simplicidade, ou alguém de elevada posição social, porém, despojada de qualquer coisa desta vida.
A vida para um mestre, é um palco, onde ele representa com os demais a caminhada rumo à evolução eterna, que o faz também discípulo.
A sua definição é mais profunda, pois, ressurge através de muitos resgates cármicos, quando se chega ao grau de mestre, é porque já não se tem muito a aprender nesta vida, e por assim ser não mais voltará para este plano, a não ser por opção própria no auxílio aos seus irmãos, atitude amorável, de quem tem muito, mas muito amor a dar.
O mestre apenas aponta o caminho e o discípulo vai adiante no seu auto-aprendizado, até tornar-se também um mestre.
Na realidade o mestre, ratificamos: é apenas um discípulo mais experiente e que não passa de eterno aprendiz na escala evolutiva da eternidade.
Do livro: Sare a sua mente
jbcampos
O seu halo está sempre revestido justamente da paz, o tesouro que não se explica, apenas se sente.
Obviamente, antes de ser mestre já foi discípulo, paciente, escória, e outras coisas degradantes, tendo passado por muitas agruras, e bem por isto traz consigo uma carga de experiência profunda de aprendizados mil.
O mestre, é o médico que ajuda com a sua simples presença na cura da alma, e portanto, do físico, já que a alma é a mediadora da saúde mental e corpórea.
Pode ser uma pessoa que não deixe se aperceber, tal a sua simplicidade, ou alguém de elevada posição social, porém, despojada de qualquer coisa desta vida.
A vida para um mestre, é um palco, onde ele representa com os demais a caminhada rumo à evolução eterna, que o faz também discípulo.
A sua definição é mais profunda, pois, ressurge através de muitos resgates cármicos, quando se chega ao grau de mestre, é porque já não se tem muito a aprender nesta vida, e por assim ser não mais voltará para este plano, a não ser por opção própria no auxílio aos seus irmãos, atitude amorável, de quem tem muito, mas muito amor a dar.
O mestre apenas aponta o caminho e o discípulo vai adiante no seu auto-aprendizado, até tornar-se também um mestre.
Na realidade o mestre, ratificamos: é apenas um discípulo mais experiente e que não passa de eterno aprendiz na escala evolutiva da eternidade.
Do livro: Sare a sua mente
jbcampos
53
Empreendedor poeta
Empreendedor poeta
Empresa
moderna
faz uso da
terceirização,
desonerando-se dos encargos sociais e outras
incidências sobre custos operacionais de seus
produtos normais. Ficamos imaginando um futuro
de empresários formais, um contingente de empresas
domésticas, estamos caminhando para isso. Embora haja
um intrincado sistema de linhas à pressa e terminais eletrônicos
no mundo empresarial, há também a benesse da produção rápida
e perfeita através de máquinas modernas. Startup daqui, startup dali.
A exemplo da impressora 3 D. quase tudo já pode fazer para arrefecer
com rara rapidez na intrepidez de suas variadas atitudes de fabricação
amiúde.
cuja utilidade não dá nem pra se antever em curto prazo de arrazo que
numa cabeça possa caber. Empresas da gestão do conhecimento, que-
iramos ou não, poderemos nos formar em estudos acadêmicos impor-
tantes através da Internet. Eis o EAD para aumentar o saber. Bem,
falaríamos muito sobre detalhes da empresa, mas queremos aqui,
apenas alertar o futuro empresário a repensar sua posição de
humanização a não ser mais um otário do rentável salário.
Quanto às dificuldades para se chegar ao sucesso empresarial. pois, hoje ainda
ele é extremamente burocrático, ou seja, em outras palavras, perde-se muito tempo
enchendo linguiça com o supérfluo, mas, a esperança é grande com o avanço ciberné-
tico na simplificação desse sucesso! Desejamos-lhe sucesso e felicidade nessa empreitada.
Aqui vai uns versos aos seus sentimentos de ser humano empresarial:
VOCÊ, TAMBÉM É POETA, E MUITO MAIS...
Como músico escrevo estes versos, procurando a sonoridade
de um poeta, que canta com suas palavras de encantos. Difícil é
ampliar esses sons em palavras. Torno-me poeta, por apreciar tanto
a musicalidade vibracional dos versos, porém, como sonoro que sou,
vejo-me na obrigação de versejar sobre o bom som. Existem muitos
sons melódicos, mas, refiro-me aos calmantes que relaxam, fazendo-
me pensar em poesias. Na integralidade musical, peço a palavra pa-
ra escrever, pois, todo o músico tende a ser poeta. Poeta, você é mú-
sico por excelência, como o pintor que toca com o seu pincel, dan-
do vida à natureza morta. Seu pincel tange na plangência sonora
e cromática e na etérea simetria matemática, com maestria e
performance de mestre, semelhante ao bisturi do cientista.
Nesta startup parnasiana, passo horas, dias e semanas
à espartano do amor sideral, buscando na mente pre-
sente do momento astral na produção do verso do
amor integral, versando na lavra da santa palavra
de simples lavrador do amor fraternal. Que Tal?.
Suas ferramentas de empreendedor do amor.
Ferramentas do poeta: Tempo & Amor Verso de louvor.
Você é poeta, verdadeiro atleta na sua função.
Em tempo integral, com amor ao irmão!
Poeta, você é o pintor de interior,
e, com estética acurada,
em etéreo anseio
à perfeição
de permeio
você vai.
Do seio
da alma
extrai calma,
põe ao exterior.
Genuflexo no chão,
você faz parte de Deus,
apenas instrumento da alma,
e possui alma alva, que Ele lhe deu.
Ao seu irmão com amor, estende a mão.
Ampulheta
Poeta, arquiteto do tempo, ampulheta criou
e, chegando até ela com o pensamento,
caneta, lápis, teclado e o Eu, ou o
Seu, dentro da métrica, rimas,
e verbetes, ferramentas de
Mestre, cavalete e pincel.
Idéias, ideais, sem dor
e sem ais, você se
fez mais, doou o
seu ser, borrou
com as tintas,
a tela da vida,
verdade pintou.
Tempo passando
ampulheta criando
o seu tempo formou.
Bisturi do espírito é o seu
pensamento herdado de Deus,
suturando com palavras, corações
estraçalhados, que a vida estraçalhou.
Ágil ou lento, não enterrou o seu talento,
cumprindo o mandamento, o seu irmão amou!
Na sua startup, empreenda além, o amor também.
Do livro: Os jurássicos
jbcampos
Empresa
moderna
faz uso da
terceirização,
desonerando-se dos encargos sociais e outras
incidências sobre custos operacionais de seus
produtos normais. Ficamos imaginando um futuro
de empresários formais, um contingente de empresas
domésticas, estamos caminhando para isso. Embora haja
um intrincado sistema de linhas à pressa e terminais eletrônicos
no mundo empresarial, há também a benesse da produção rápida
e perfeita através de máquinas modernas. Startup daqui, startup dali.
A exemplo da impressora 3 D. quase tudo já pode fazer para arrefecer
com rara rapidez na intrepidez de suas variadas atitudes de fabricação
amiúde.
cuja utilidade não dá nem pra se antever em curto prazo de arrazo que
numa cabeça possa caber. Empresas da gestão do conhecimento, que-
iramos ou não, poderemos nos formar em estudos acadêmicos impor-
tantes através da Internet. Eis o EAD para aumentar o saber. Bem,
falaríamos muito sobre detalhes da empresa, mas queremos aqui,
apenas alertar o futuro empresário a repensar sua posição de
humanização a não ser mais um otário do rentável salário.
Quanto às dificuldades para se chegar ao sucesso empresarial. pois, hoje ainda
ele é extremamente burocrático, ou seja, em outras palavras, perde-se muito tempo
enchendo linguiça com o supérfluo, mas, a esperança é grande com o avanço ciberné-
tico na simplificação desse sucesso! Desejamos-lhe sucesso e felicidade nessa empreitada.
Aqui vai uns versos aos seus sentimentos de ser humano empresarial:
VOCÊ, TAMBÉM É POETA, E MUITO MAIS...
Como músico escrevo estes versos, procurando a sonoridade
de um poeta, que canta com suas palavras de encantos. Difícil é
ampliar esses sons em palavras. Torno-me poeta, por apreciar tanto
a musicalidade vibracional dos versos, porém, como sonoro que sou,
vejo-me na obrigação de versejar sobre o bom som. Existem muitos
sons melódicos, mas, refiro-me aos calmantes que relaxam, fazendo-
me pensar em poesias. Na integralidade musical, peço a palavra pa-
ra escrever, pois, todo o músico tende a ser poeta. Poeta, você é mú-
sico por excelência, como o pintor que toca com o seu pincel, dan-
do vida à natureza morta. Seu pincel tange na plangência sonora
e cromática e na etérea simetria matemática, com maestria e
performance de mestre, semelhante ao bisturi do cientista.
Nesta startup parnasiana, passo horas, dias e semanas
à espartano do amor sideral, buscando na mente pre-
sente do momento astral na produção do verso do
amor integral, versando na lavra da santa palavra
de simples lavrador do amor fraternal. Que Tal?.
Suas ferramentas de empreendedor do amor.
Ferramentas do poeta: Tempo & Amor Verso de louvor.
Você é poeta, verdadeiro atleta na sua função.
Em tempo integral, com amor ao irmão!
Poeta, você é o pintor de interior,
e, com estética acurada,
em etéreo anseio
à perfeição
de permeio
você vai.
Do seio
da alma
extrai calma,
põe ao exterior.
Genuflexo no chão,
você faz parte de Deus,
apenas instrumento da alma,
e possui alma alva, que Ele lhe deu.
Ao seu irmão com amor, estende a mão.
Ampulheta
Poeta, arquiteto do tempo, ampulheta criou
e, chegando até ela com o pensamento,
caneta, lápis, teclado e o Eu, ou o
Seu, dentro da métrica, rimas,
e verbetes, ferramentas de
Mestre, cavalete e pincel.
Idéias, ideais, sem dor
e sem ais, você se
fez mais, doou o
seu ser, borrou
com as tintas,
a tela da vida,
verdade pintou.
Tempo passando
ampulheta criando
o seu tempo formou.
Bisturi do espírito é o seu
pensamento herdado de Deus,
suturando com palavras, corações
estraçalhados, que a vida estraçalhou.
Ágil ou lento, não enterrou o seu talento,
cumprindo o mandamento, o seu irmão amou!
Na sua startup, empreenda além, o amor também.
Do livro: Os jurássicos
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