Celso Freitas

Celso Freitas

n. 1960 US US

Sou uma pessoa que admira literatura e arte.

n. 1960-03-25, Taubaté SP

Perfil
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A mulher Colérica

A MULHER  DE  PERSONALIDADE  COLÉRICA 
É Dominante, Direta e Decidida 
Tipo Extrovertida
Seu foco é: Mudança
O desejo de seu coração é: Reconhecimento, status
Seu medo é: Ser escrava ou dependente
Seu lema é: "Faça"
Ela é extrovertida, e também muito trabalhadora, é o temperamento mais ativo dos quatro, muito auto-confiante e possuem uma vontade forte.
As mulheres coléricas possuem grande energia para liderança , tem a inclinação voltada para tarefas. São visionárias, energéticas e otimistas.
São  independentes, auto suficientes, corajosas, focadas na ação e cobram resultados. Superam oposição e são protagonistas. O maior medo delas é que outros tirem vantagem delas.
A mulher colérica tem uma personalidade muito responsável. Ela sempre sabe o que fazer em caso de emergência e traz ordem ao caos. Ela toma uma decisão e a mantém, enquanto outros estão se debatendo.
Muitos gostariam de fazer parte da equipe da colérica, pois poderiam ter certeza de que a tarefa pode ser concluída com êxito, dentro do prazo.
Ela inspira as colegas pela sua auto confiança e determinação. Esse é um dom lindo Deus para a mulher colérica .
E uma personalidade aberta, amigável, confiante, extrovertida, otimista, perspicaz, orientada para ação.
É perfeccionista, com boa mente para visualizar novos projetos e uma extrovertida de natureza altamente seletiva.
De temperamento quente. Elas pensam em si mesmas como pessoas motivadoras. Eles ficam facilmente frustradas em suas tentativas de "motivar" as pessoas. Eles abrigam raiva e podem ser cruéis e abusivas.
É aberta, otimista, extrovertida, expressa muito amor e carinho, e aborda apenas pessoas selecionadas para relacionamentos profundos.
Extremamente egocêntrica (embora não pareça assim), rejeita as pessoas, rejeita o amor e as afeições das pessoas (elas aceitarão o amor e a afeição apenas de acordo com seus termos), geralmente é cruel para aqueles que rejeitam sua manipulação por amor e carinho.
Obstinada, uma boa líder, capaz de tomar decisões intuitivas, capazes de assumir responsabilidades, geralmente realizadas de maneira militar eficiente e bem disciplinada. Elas possuem a força de vontade para realizar até a conclusão.
Tem que lidar com as emoções fortes da raiva, crueldade, capaz de empreender qualquer comportamento para manter o controle. Elas se associam a pessoas fracas e depois se ressentem de suas fraquezas. Para elas, o fim justifica os meios; então elas são capazes de comportamento muito ruim. Elas são altamente fáceis de perder a equilíbrio emocional.
Que temperamento maravilhoso é o colérico, quando é submisso ao Senhor Jesus Cristo. Como acontece com qualquer temperamento vivendo em seus pontos fortes e não em suas fraquezas. Todas as coisas são possíveis com Deus, e que bênção os coléricos podem ser (vivendo em suas forças e não em suas fraquezas) para o Reino de Deus. Em Hebreus 11: 32-34, vemos alguns bons exemplos dos heróis na fé.
Tendencias negativas também faz com que ela sofra com o excesso de confiança em si mesma, é ardilosa, preconceituosa, obstinada, aborrece-se com detalhes, fórça os demais a concordar com a sua vontade, cansativa e difícil de agradar, tem tempo somente para ela e mais ninguém.
Tem que tomar cuidado com a ira, pedir ajuda do Espirito Santo para mudar o comportamento para uma atitude mais branda e calma.
Relacionamento com os outros: O Espirito santo pode ajudá-la a ter um coração mais compassivo, e ajudar a perdoar com mais facilidade, a pensar também nas outras pessoas, ser menos sarcástica e dominadora, e mais disposta a ouvir os outros.
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Poemas

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Seu urso hibernado


Seu potencial dorme enquanto você dorme
Ele vive em você como um urso hibernado
No inverno rigoroso da sua zona de conforto
Ele é a sua oportunidade perdida
A força escondida, a luz não acendida
O livro não escrito, a musica jamais cantada
Ele é o todo não vivido em plenitude
Ele é o máximo suprimido e excluído
Tesouro escondido no baú do comodismo
E da satisfação com a obviedade
Ele é o destino desviado pela livre escolha
Alimentada pelo desconhecimento do propósito
E ele é o que você poderia ser mas não será
Poderia fazer mas não fará
A menos que você acorde para a realidade
Valorize a substancia infinita do seu eu
E aprenda a ouvir a voz da sua origem
Tão cheia de riquezas não exploradas!
176

azuis diferentes

Eu posso ver os teus olhos

Com os azuis dos olhares meus

Mas meus mares você não vê

Com os azuis dos olhos teus
358

Rota 21

Nunca deletei do meu arquivo de recordações, os melhore momentos 
daquelas noites frisadas de  inverno no estado de New Jersey, quando eu adorava ouvir
no silencio do meu quarto um som incrivelmente melodioso. Era o som do trem do
metrô parando nas estações paralela a rodovia da rota 21, há poucas quadras de minha casa.
Ele vinha de longe, todo místico e exuberante rompendo a noite em cima de
uma plataforma de ferro muito alta, onde jaziam postes de luzes ofuscadas pela
neblina da neve que caia suavemente.
Aquele som, ecoando entre as brisas geladas da solidão escura, vinham como camadas
de música imperceptível a serem decodificadas e desfrutadas num contexto poético.
Sua chegada suave no subway contrastava com o fundo ritimado de dezenas de rodas
freando lenta e calculadamente.
Parecia a galopagem cadenciada de uma tropa enorme de cavalos de aço rasgando
a paisagem urbana engolfada  na noite.
Cada vez que isso acontecia eu ficava bem concentrado com a sensacao única
de não querer perder nenhuma  fração do espetáculo. Em meu leito eu começava
absorver avidamente a quebra desse silencio embebido de expectativas que não durariam 
mais que cinco minutos.
Meus sentidos eram então capturados pela imagem orquestrada da
harmonia nostálgica que fluía desse efeito sonoro ritimado, produzido pelo atritar
de ferro com ferro, soprar do vento, nevoeiro e alguma voz humana..
Era uma transferência  espaço temporal de presente e passado, de real
e imaginário totalmente sincronizados. Um fenômeno do sentimento
que me transportava simultaneamente para uma outra viagem. A viagem no trem da
memória. Lembranças etéreas subtraídas da coreografia abstrata do passado
ativado pelas saudades. Saudades imortalizadas que esse fenômeno faz reviver!
                 
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Olhos castanhos

Nessa minha janela eu sonho
E com a boca desses olhos castanhos
Vou devorando a fruta madura
Doce como os poemas da vida
Enquanto no céu alaranjado
Vejo um avião branco sumindo
Riscando segredos esquecidos
Então olho pra baixo e sinto saudades
Dos ruídos inocentes de criança
Brincando aos últimos raios de sol
Os pássaros voltando ao ninho
E um trem apitando perto das casas
Enquanto luzes vão se acendendo
E os cenários se rendem
À noite onde as pessoas se recolhem
143

Rua solitária

Essas ruas solitárias esparzidas de neve
Em meio ao frio de um vento indesejável
Afugenta sem remorso os corações
Dos que olham pela janela a noite vazia
Balbuciando palavras secretas
De desejos borbulhantes incontidos
Querendo decifrar os desígnios
Da estação que desfolha as árvores
Açoitando telhados dos que dormem
E arrancam da cama quente a criança
Aninhada no recôndito da mãe
Pra jogar nos braços da manhã fria
Criaturas inocentes a caminho da escola
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Sutileza branca

Aquela ave que avisto ao longe
Singrando a imensidão azulada
Engolfada na brancura sustentável
Da beleza seduzida pela leveza
Na sutileza de movimentos acrobáticos
Transpassando a linha imaginaria
Do horizonte translúcido escondido
Na face solitária do tempo e do espaço
Vai a ave peregrina embebida em sonhos
Vinda dos trópicos temperados
Inalando tranquilamente a brisa quente
Exalando os odores do oceano
Ave branca, linda e solitária
Nem sequer imagina que nas orlas sinuosas
De um ponto distante
Existe alguem sonhando
Em trocar os pés molhados da areia
Por suas asas tão leves e soltas 
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Sentimento sufocado

Enquanto aqui dentro
Submerso no aconchego
Dessa madrugada entrelaçada
Em lembranças e saudades
Inusitadamente ouço o barulho
Vindo de uma rua distante
Onde um automóvel velho
Vai dissolvendo seu ruído rouco
Entre os ecos fragmentados
Nas esquinas vazias
Nas recâmaras empoeiradas
De um passado distante
A historia de dois olhares
Que um dia se cruzaram
Num instante de magia
Seguido de uma despedida
Não programada, não terminada
Sem qualquer palavra
Sem um aperto de mãos
Apenas um olhar
Olhar eterno
Olhar sofrido
Olhar perdido
148

SONHOS AQUÁTICOS

Deixa me pensar poema
Com esse teu silêncio
De  chuva noturna
Escorrendo na vidraça
Querendo e não querendo
Revelar me os segredos
Mas eu arrisco um pensamento
Em que essas gotas compõem
Dessa melodia calada
Que respinga nas lembranças
Dos meus tempos de criança
Cheiro das águas que passaram
Vozes de gente que sumiram
Embrulhados na inocência
Acariciados pela brisa
Da lama amassada
Na enxurrada da velha rua
Envoltos na alegria
Que não é minha e nem sua
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NOSSO RETRATO

Eu contemplo  coisas e objetos
No silencio desse quarto abstrato
E me deparo com nosso retrato
Ainda firme e intacto
Desafiando as mudanças  do tempo
Com aqueles  rostos
Com aqueles olhares
Embebidos de sonhos e paixão
Ressuscitando historias  e segredos
Dos bastidores do tempo
Com mascaras do passado
Peças  vivas  do palco da vida
Amortecidos pelos anos
E sepultados no coração 
Enquanto observo nosso retrato
Com a beleza imaginativa
Vou  extraindo  o néctar
Das flores que juntos plantamos
Na força  da  juventude
Que pode  adoçar  nossa realidade
E decifrar o  indecifrável
Perceber que tinhamos   felicidade
E esbanjávamos   ingenuidade
A qual não podíamos  arrancar
Da razão lógica nossa unidade 
A coragem aventureira  nossa paixão
Porque  o  script  de nossa  vida era um sonho
E o que ficou atrás   são lembranças
O que pesa hoje são saudades
O que permanece é o amor
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Sonho fugaz

Navegar em meio as aguas
Nesse mar tranquilo ondulado
Isolado do mundo que só eu
Pensar do meu sonho fugaz
Ouvir  das ondas uma voz
Arrastada por caracóis
Entre brisas e lembranças
Com esse  cheiro de solidão voraz
Que nas cálidas noites sem lua
Do triste momento o meu anseio
Ser acariciado por tua mão nua
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Comentários (2)

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fernandoarroz

belê

gioliveira

Muito bom! Gostei