Clara Anjos

Clara Anjos

Chá de idiossincrasias.

n. 0000-00-00

Perfil
3 625 Visualizações

Olhar embriagado

Vi 
      Uma mulher 
                              Bela e 
Formosa
                  Pena que a danada 
     Não foi
          com a minha prosa
Tentei me aproximar
                     Tropecei
que nem senti
                Só ouvi quando berrou
Bebo fedido sai daqui
             Cai       bem do seu lado
Babando afobado
             Eita
          que      arrogância
Eu só queria um trocado.
Ler poema completo

Poemas

21

Peixe sem nome

Certa vez
Tal peixe doente
Miserável deficiente
Vagava no mar eminente
Com sua nadadeira dormente
A danada nascera quebrada
O coitado remexia e nada
Se arrastava em meio a lama encolhido
Não sei porque Deus o fez tão sofrido
Viverá apenas e unicamente
Para minha agonia de contar sua história
Pois toda história merece ser contada
Até a do peixe sem rosto, sem cor
E sem vida.
221

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.