Sei o que se torna imperfeito
Desse eclipse em nossas vidas
Sei em maior dose no que posso
Transformar na ausência do ser simples
Sei o que desejo
E o que castiga quando não me desvio da minha sombra
Lembro me da minha vinda ao mundo ,
Sim, um belo começo.
E hoje sei o que será o limite
Da minha herança
Mas herdei honestidade paternal
E as lágrimas de minha mãe
Não tenho santidade absoluta
Eu sei
Mas conheço a dor que causa o punhal
Leio o ódio de quem deseja este meu pequeno espaço
Mas existe luz e os anjos
O amor por esperança
Eu sei
Agora e aos poucos
Será sempre meu tempo
Um veemente recomeçar
Não sei até quando pertencerei
A este interior vazio
Não cultivo os espinhos nem a morte
Procuro alguém que enxugue minhas lágrimas.
Wilson não se preocupe, quando meu livro for publicado, você irá receber um, obrigada!
Wilson, vim espreitar e gostei muito do que li. Certamente vou acompanhar.
Wilson ainda não tenho livro publicado, mas em breve ei de ter.
Wilson, que poesia bela, me senti encantada, um poeta admirável, amei!
obrigado pelos comentários
Parabéns poeta, versos profundos que emocionam e encantam! abraços, ania..