Lista de Poemas
Apenas poema geométrico...
E me perco nas palavras...
E perco-me nas palavras...
E nas palavras me perco...
E nas palavras perco-me...
Mas não perco o sentido...
Muito menos meu tamanho...
Sinto-me como um padrão...
Início e fim, repetindo...
Em um poema, geométrico...
Pouco me importa a fala...
Sentimento já não tenho...
Resta-me ser: Bonitinho...
( d ' M e d e i r o s )
( d ' M e d e i r o s )
585
Sentimento de 3 versos
E falar contigo se tornou essencial...
Mais dia menos dia me entrego,
E digo que te amo muito mais que o normal...
(d'Medeiros)
612
Não sei se sei...
Não sei o que falar,
Mas se falo o que sei,
Não sei o que vou falar,
Então não sei se falo que sei,
Por não saber se sei o que falar...
Amo?
(d'Medeiros)
Amo?
(d'Medeiros)
585
Entre um e outro
Dessa vez me trava a fala...
Quero tanto algo que não sei,
que não sei se falo que quero,
algo que me trava a fala dessa vez...
Dois caminhos, duas vidas...
Duas caras é que não quero ter.
Ora alegria, ora recaída,
deve-se ganhar, deve-se perder...
E quando escolho um, aparece outro...
E me trava a fala novamente.
Mas não, não escolho o outro,
quero escolher o um simplesmente...
O que me dói, é machucar...
Se o outro eu tenho, mas quero o um,
quero um outro jeito de acabar
sem que o outro sofra mal algum...
Entre um e outro, outra vez me trava a fala...
Enquanto o outro me faz chorar
e se afasta como uma perdida bala,
o um, para mim, já está no primeiro lugar...
e se afasta como uma perdida bala,
o um, para mim, já está no primeiro lugar...
(d'Medeiros)
633
Futuramente: Presente
Veja como é belo o oceano,
em teu infinito refrescante.
Sinta cada nota de um piano,
em teu ouvido, sussurrante.
E lembre-se a cada momento,
que você pertence à mim...
Veja como as águas correm,
como se fugissem de algo.
Durma como as almas dormem,
mendigo, ou fidalgo.
E lembre-se a cada momento,
que você pertence à mim...
Veja como é belo o oceano,
em teu infinito refrescante.
Sinta bem alto a nota de um piano,
e também, como um toque sussurrante.
Mas lembre-se que você pertence à mim...
Busque algo para crer.
Busque dentro de seu ser.
Se assim precisar, te ajudarei,
e até o fim, te protegerei.
Mas por favor, apenas lembre,
que você pertence à mim...
E ao fim do último dia,
na despedida do último ser,
ao ver que tudo caía,
e já não tinha tempo à perder,
continue a lembrar-se, até o último momento,
que ainda assim, você pertence à mim.
E esse, não é o nosso fim...
(d'Medeiros)
em teu infinito refrescante.
Sinta cada nota de um piano,
em teu ouvido, sussurrante.
E lembre-se a cada momento,
que você pertence à mim...
Veja como as águas correm,
como se fugissem de algo.
Durma como as almas dormem,
mendigo, ou fidalgo.
E lembre-se a cada momento,
que você pertence à mim...
Veja como é belo o oceano,
em teu infinito refrescante.
Sinta bem alto a nota de um piano,
e também, como um toque sussurrante.
Mas lembre-se que você pertence à mim...
Busque algo para crer.
Busque dentro de seu ser.
Se assim precisar, te ajudarei,
e até o fim, te protegerei.
Mas por favor, apenas lembre,
que você pertence à mim...
E ao fim do último dia,
na despedida do último ser,
ao ver que tudo caía,
e já não tinha tempo à perder,
continue a lembrar-se, até o último momento,
que ainda assim, você pertence à mim.
E esse, não é o nosso fim...
(d'Medeiros)
576
Dor superada
A dor que o homem sente
não passa de enganação fajuta.
A falta de controle da mente
o faz fugir da luta...
A necessidade de atenção,
a ignorância por querer existir,
o faz perder a razão,
faz o errado o induzir...
Sabe mesmo o que é o existir?
Existir é viver,
pura e simplesmente admitir,
a ignorância de seu ser,
aceitar se resumir,
sem ao menos se escrever...
É se conter até na morte,
viver a vida sempre forte,
não deixar-se acreditar na sorte,
mas sim no que lhe importe...
Pegue teu transporte,
busque teu consorte,
e viverás a vida sem a morte...
Feliz daquele que indo ao sul,
consegue aguentar até o norte...
(d'Medeiros)
não passa de enganação fajuta.
A falta de controle da mente
o faz fugir da luta...
A necessidade de atenção,
a ignorância por querer existir,
o faz perder a razão,
faz o errado o induzir...
Sabe mesmo o que é o existir?
Existir é viver,
pura e simplesmente admitir,
a ignorância de seu ser,
aceitar se resumir,
sem ao menos se escrever...
É se conter até na morte,
viver a vida sempre forte,
não deixar-se acreditar na sorte,
mas sim no que lhe importe...
Pegue teu transporte,
busque teu consorte,
e viverás a vida sem a morte...
Feliz daquele que indo ao sul,
consegue aguentar até o norte...
(d'Medeiros)
572
Avesso
Mundo grande mundo,
tão pequeno sou perante a ti,
tão irracional, em ti me perdí,
virei surdo, virei mudo...
Mundo grande mundo,
em que fui me meter?
Dei valor até o meu se perder,
virei surdo, virei mudo...
Mundo grande mundo,
sinto-me pequeno, menosprezado,
sinto o meu amor dilacerado,
virei surdo, virei mudo...
Mundo grande mundo,
de nada tens a ver com isso,
eu é que virei um ser submisso,
virei surdo, virei mudo...
Mundo grande mundo,
você está agora, do avesso?
Perdi por ti o meu apreço,
virei surdo, virei mudo...
Mundo grande mundo,
não é você que está errado,
é meu mundo que está pesado,
virei surdo, virei mudo...
Mundo grande mundo,
sinto que para que eu volte,
é você quem deve partir,
vire surdo, vire mudo, vire mundo...
(d'Medeiros)
tão pequeno sou perante a ti,
tão irracional, em ti me perdí,
virei surdo, virei mudo...
Mundo grande mundo,
em que fui me meter?
Dei valor até o meu se perder,
virei surdo, virei mudo...
Mundo grande mundo,
sinto-me pequeno, menosprezado,
sinto o meu amor dilacerado,
virei surdo, virei mudo...
Mundo grande mundo,
de nada tens a ver com isso,
eu é que virei um ser submisso,
virei surdo, virei mudo...
Mundo grande mundo,
você está agora, do avesso?
Perdi por ti o meu apreço,
virei surdo, virei mudo...
Mundo grande mundo,
não é você que está errado,
é meu mundo que está pesado,
virei surdo, virei mudo...
Mundo grande mundo,
sinto que para que eu volte,
é você quem deve partir,
vire surdo, vire mudo, vire mundo...
(d'Medeiros)
632
Uma vida
Proponho à ti uma vida...
Sei que você já tem, mas proponho uma diferente
Como a tua, passará por recaídas,
e um tempo depois, sorrirá novamente...
Poderá brincar, pular e sorrir,
do mesmo jeito que você já faz...
Poderá também escorregar, se machucar e cair,
mas logo logo recuperará a tua paz...
Não proponho uma vida perfeita,
como disse, apenas uma vida diferente,
que é igual em tanta coisa,
e não muda, aparentemente...
Por que estou oferecendo uma vida?
Simples, porque cansei da minha...
Sinto realmente que ela foi vencida,
e ficar assim, já é o fim da linha...
Ofereço-te a minha vida,
mas peço algo em troca também...
Receber-te como minha esposa querida,
prometo-te ser fiel e te querer tão bem...
Vou te amar e respeitar...
Cuidar de ti, meu verdadeiro amor...
Na alegria e na tristeza...
Que seja do jeito que for...
Pois a minha vida à ti ofereci...
Cansei dela sim, pois você eu conheci,
e não suporto mais viver a minha vida,
pois ela foi completamente vencida
pelo mais sublime sentimento inspirador...
Proponho a ti, a minha vida,
pois quero agora, viver a nossa vida de amor...
(d'Medeiros)
Sei que você já tem, mas proponho uma diferente
Como a tua, passará por recaídas,
e um tempo depois, sorrirá novamente...
Poderá brincar, pular e sorrir,
do mesmo jeito que você já faz...
Poderá também escorregar, se machucar e cair,
mas logo logo recuperará a tua paz...
Não proponho uma vida perfeita,
como disse, apenas uma vida diferente,
que é igual em tanta coisa,
e não muda, aparentemente...
Por que estou oferecendo uma vida?
Simples, porque cansei da minha...
Sinto realmente que ela foi vencida,
e ficar assim, já é o fim da linha...
Ofereço-te a minha vida,
mas peço algo em troca também...
Receber-te como minha esposa querida,
prometo-te ser fiel e te querer tão bem...
Vou te amar e respeitar...
Cuidar de ti, meu verdadeiro amor...
Na alegria e na tristeza...
Que seja do jeito que for...
Pois a minha vida à ti ofereci...
Cansei dela sim, pois você eu conheci,
e não suporto mais viver a minha vida,
pois ela foi completamente vencida
pelo mais sublime sentimento inspirador...
Proponho a ti, a minha vida,
pois quero agora, viver a nossa vida de amor...
(d'Medeiros)
549
Nova lei
Imagine à você mesmo,
Perdido à todos os momentos,
Jogado ao esmo,
Imposto ao isolamento...
Com certeza a tua dor,
não chega nem aos pés de meu interior...
O que sinto é inexplicável,
morrer parece pouco,
tormento implacável,
torna-me um louco,
um louco lamentável...
E essa dor,
não chega nem perto de meu interior...
É sofrer sem querer,
é querer o sofrer,
é amar sem poder,
e poder sem merecer...
Toda essa dor,
não é nada perto do meu interior...
É tudo dedicar,
meses à parecer,
e só no fim perceber,
que por tempo fui morrer,
sem enxergar teu olhar...
Morrer com essa dor,
e continuar vivo em meu interior...
De outra maneira veio teu olhar,
que por vezes fui me apaixonar,
acreditava no opaco,
me jogava em um buraco,
fazia-me ser fraco,
perante à ti me destruí...
Encheu-me de dor,
sem mais espaço em meu interior...
De verdadeiro amor,
a idiota sem valor...
Por ti me humilhei,
a ti decreto lei:
Amor, Verdadeiro Amor,
jamais lhe amarei...
Ocupou todo espaço com dor,
faltou lugar para o amor...
Somente em meu interior...
Perdido à todos os momentos,
Jogado ao esmo,
Imposto ao isolamento...
Com certeza a tua dor,
não chega nem aos pés de meu interior...
O que sinto é inexplicável,
morrer parece pouco,
tormento implacável,
torna-me um louco,
um louco lamentável...
E essa dor,
não chega nem perto de meu interior...
É sofrer sem querer,
é querer o sofrer,
é amar sem poder,
e poder sem merecer...
Toda essa dor,
não é nada perto do meu interior...
É tudo dedicar,
meses à parecer,
e só no fim perceber,
que por tempo fui morrer,
sem enxergar teu olhar...
Morrer com essa dor,
e continuar vivo em meu interior...
De outra maneira veio teu olhar,
que por vezes fui me apaixonar,
acreditava no opaco,
me jogava em um buraco,
fazia-me ser fraco,
perante à ti me destruí...
Encheu-me de dor,
sem mais espaço em meu interior...
De verdadeiro amor,
a idiota sem valor...
Por ti me humilhei,
a ti decreto lei:
Amor, Verdadeiro Amor,
jamais lhe amarei...
Ocupou todo espaço com dor,
faltou lugar para o amor...
Somente em meu interior...
(d'Medeiros)
539
Eterno escritor II
Hoje escrevo para um velho amigo
que já tanto escreveu por mim.
Há muito muito tempo atrás,
Ele esteve aqui comigo.
E há muito muito tempo atrás,
vem me tirando de perigos.
Há quanto tempo não nos vemos...
Eu diria até mesmo uma vida.
Disse-me "Vá e cumpra sua missão",
deu-me um abraço e então a despedida,
e quanto tempo meu Irmão...
E ainda assim, nunca se esqueceu de mim.
Vivo agora à distância, tão perto de Ti.
Já sabes do meu dia, nem preciso lhe falar.
Tudo o que tenho, de Ti recebí.
Tudo o que vejo, é Você à criar.
Escrevo hoje simples assim...
De aprendiz para Eterno Escritor...
Aquele que sempre escreve por mim...
Aquele único que escreve o amor...
(d'Medeiros)
que já tanto escreveu por mim.
Há muito muito tempo atrás,
Ele esteve aqui comigo.
E há muito muito tempo atrás,
vem me tirando de perigos.
Há quanto tempo não nos vemos...
Eu diria até mesmo uma vida.
Disse-me "Vá e cumpra sua missão",
deu-me um abraço e então a despedida,
e quanto tempo meu Irmão...
E ainda assim, nunca se esqueceu de mim.
Vivo agora à distância, tão perto de Ti.
Já sabes do meu dia, nem preciso lhe falar.
Tudo o que tenho, de Ti recebí.
Tudo o que vejo, é Você à criar.
Escrevo hoje simples assim...
De aprendiz para Eterno Escritor...
Aquele que sempre escreve por mim...
Aquele único que escreve o amor...
(d'Medeiros)
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