Nasceu na Zambézia. Estudante de licenciatura em inglês e português. Falante de inglês, francês e Mandarim. Enteressado em estudos literários desde 2017. Novelista e poeta de dotação. Ele é solteiro e adventista do sétimo dia movimento reforma. Até então não tem espaço para publicação.
Minha meiga irmã, meu amor Formosa, linda e calma Sereia Em oposição na cor Amada tanto da minha alma
Mas o que me importa a cor? Se Meu amor pelo divino Corpo Não esconde os olhares d'amar Deste corvo mais negro do negro
Oh! Sua estrela feita d'espuma! Reluzente, esculpida de diamante Olha! Este moribundo que te ama! Num melancólico e sonhar distante. Basílio (as lágrimas de AMAR)
O Trabuco e à vela Seja penosas lutas ou fatigante lida, sem dinheiro e sem preço Sua justiça Almeijo alcançar, e Premiarem louvores imaculados
Quão amabilíssimo me és! Mais maravilhoso me é o teu amor Do que o amor das mulheres Mais terno, jubiloso manancial
Castraste-me do que me cativa Cativaste o cativeiro consigo Por isso, em desprezado trabuco Neste Prefiro, até viver à vela Seus louvores imaculados
Me é o mundo, o tudo, os sonhados E como baluarte, usarei o Trabuco Ávido para te ver me buscar E em fim escutar, Os louvores imaculados, Gete 2021
16
Um adeus a Cidade
É com dores, mas que dores? Como a do parto, assim parto Com alegre tristeza pelas cidades
Que te fiz? Ó austero, Juro-te Adeus! Castraste-me os prazeres, adeus Mas com Deus eu me vou a campo Cidade, de reluzentes e belo despautério, Adeus
Eu me vou sofrer por escopo Me soa no ventre o peregrino Sou anacrônico, hoje me vou embora Embora, do desvairado assassino A qual não lhe sirvo a alma
A Deus à guardo, ó bendita Alma minha, quão preciosa Me és, por isso, adeus as cidades No campo me vou guardar para Deus Basílio, 2021
33
Nas encruzilhadas
Queira eu, amar docil Minha saudade, meu porvir Tão fragil! É o meu amar Se fosse a mil! Quem traria?
Nas encruzilhadas, uma dor funebre Um sorrir insalubre Das garras de amores Ofuscosos em louvores de pranto
True louvores sao d'meu amor Lindas sao as orquestras Soando no enamorado coração Mas nessa encruzilhada Só uivam triste paixao
Ai! Queira eu, te amar Mergulhar no teu amor N'ste feliz sofrer dolor De quem me sabe amar. Gete Basilio, 2021
19
Quem inventou o amor?
Este atroz e profundo sentimento Amargo, penoso sofrimento Que me faz andar na lamúria Que me consome tirando o prazer da vida
Quem? Me pergunto, quem? No céu, no mar, na terra? Que inventou o amor? Este melancólico e desejável amor.
Meu Deus! Desejo de novo estar Na minha aurora, feliz e jamais crescer E despertar o amor. Não quero, nunca. Este pertinaz Ferir-me olhando
Este insurgente assassinado jamais deveria Revelar sua identidade, nem deveria Ser vivido na juventude. Longe de mim Este amor revirado em Roma
Gete Basílio, 2021
29
Amada Maria, Ouve!
Oh tu morta de amor e beleza Toda destituída, roubaram-te o coração Assaltada pelos garimpeiros da natureza Rolas, mas densa é a tua escuridão
Cobraram-te as aves, Maria Que pena! Não és ave, Maria! Pelo menos sobrariam as penas Despida! Todos te sentem penas
Desperte, cubra a nudez És que vem a luz, ostentando-lhe vergonha Não ensurdeça-se, pelo menos desta vez
40
In a black heart
My sweet sister, my love Beautiful, beautiful and calm Mermaid Opposite in color Loved so much by my soul
But what do I care about color? It's my love for the divine Body Don't hide the eyes of love Of this blackest raven of the black
Oh, You! star made of foam! Gleaming, carved out of diamond Look! This dying man who loves you! In a melancholy and distant dream. Tradução (as lágrimas de AMAR)
32
Em um coração negro
Minha meiga irmã, meu amor Formosa, linda e calma Sereia Em oposição na cor Amada tanto da minha alma
Mas o que me importa a cor? Se Meu amor pelo divino Corpo Não esconde os olhares d'amar Deste corvo mais negro do negro
Oh! Sua estrela feita d'espuma! Reluzente, esculpida de diamante Olha! Este moribundo que te ama! Num melancólico e sonhar distante. Basílio (as lágrimas de AMAR)