Humanidade
Porquanto tendo conhecido a Deus,
Não lhe deram glória, por actos seus.
Antes em seus discursos se desvaneceram
E o seu coração insensato, obscureceram...
Sábios, dizendo-se...
Loucos, tornaram-se...
Alteraram, a glória do Deus, incorruptível,
Em semelhança do homem, corruptível.
Puseram-no, como se fosse a aves, igual;
E a quadrúpedes também...
Assim como a répteis, da terra, em geral.
Por isso, os homens estão mal...
O mundo o bem, não tem.
Pois, eis que todos, a Deus temos deixado, afinal!...
Nova Ordem Mundial
Vós que quereis o governo mundial,
Eu vos digo, que ele virá logo afinal.
Mas é um erro e é totalmente do diabo.
Cristãos acordai, pois vai ser enviado.
E tudo indica, que será, com o Coranavirus.
Pensa-se que Deus, tira daqui o seu povo,
Isto é os que são nascidos, de novo.
São arrebatados, os santos que estão vivos.
Depois vem o filho do engano, e o falso profeta,
que vão fazer a "Nova Ordem Mundial" no planeta.
Esta "Nova Ordem Mundial" é o assassino governo.
Será Destruído pelo Senhor Jesus Cristo, que virá,
na batalha do Armagedom, que em Israel será...
E Jesus Cristo começará o seu reino eterno!
As Pedras
Se quereis saber das coisas antigas, às pedras perguntai.
Já que elas, viram o começo de tudo, as pedras do tempo.
Elas estão na terra, desde, o tempo que há muito por cá vai.
As pedras duras e antigas, têm ciência, que vem do sempre.
Ouvi o seu silêncio e escutai o que elas dizem, não falando.
Eis que viram o começo de tudo, as pedras do mundo.
Aprendei com elas e ficai no silêncio com elas comunicando.
E então ouvi, a vossa alma falar, com o criador de tudo.
Padras! Falai com os homens e dizei-lhes as coisas antigas,
que vós vistes, com as quais cantastes, lindas cantigas.
Sim! Porque vós vistes e aprendestes as lindas ações.
Vós que sois pedras sempre mortas, aprendei a verdade,
Que das muitas pedras vivas vem a todo o vosso ser,
e sede vós pedras de sabedoria, por toda a eternidade!
Amor Verdadeiro
Lamento esta história de amor verdadeiro.
De Inês de Castro, que foi morta por amar.
Ela amou tanto a Dom Pedro o primeiro,
Que depois de morta, teve o seu reinar.
A linda Inês de Castro, teve morte,
Por o malvado Afonso IV, que lhe tirou a sorte.
Matou-a, por esta tanto amar...
A seu filho, o príncipe que viria a reinar.
Foi um amor lindo, este,
Que Dom Pedro, teve por ela.
E que filhos, tinha também dela.
Mas Afonso IV, tinha repulsa deste.
Mandou mata'-la à espada. ..
Não teve nenhuma compaixão.
Nem dor no coração,
Para a vida tirar a esta tão amada.
Canta! Coimbra! Canta!
Que não esqueceste de chorar,
Canta com força tanta,
Este tão forte amar!
Águas do Mondego, sabei que em vós esteve,
As lágrimas de Coimbra, que não se conteve,
De tanto mas tanto chorar, chorar...
Esta que morreu, por muito amar...!
E depois de morta, foi rainha,
Por Dom Pedro, que amava ainda.
Esta que privada, ficou da vida...
Por amor, que ao príncipe, tanto tinha!
Em Portugal, houve grandes amores.
E Também, por isso muitas dores,
Por mal, deste de tanto amar...
E disso se querer, continuar!
Felicidade
E a humanidade afastou-se de Deus, no passado,
por isso, o Senhor os entregou às paixões infames.
As mulheres deixaram o uso natural, para seus danos.
E na sua sensualidade, deram, um passo mal dado.
Igualmente os homens se inflamaram, uns com os outros,
E assim muito se afundaram no pecado, cada vez mais,
de modo, que Deus viu que os homens eram maus todos.
Não tinham nenhum temor a Deus, isso jamais!
A humanidade está cheia de toda a injustiça, terrível,
De malícia, avareza, maldade, inveja, é tão incrivel.
E ainda homicídio, contenda, engano e toda a malignidade,
Sem terem com isso, alguma, tomada de consciência.
Mas antes, pemaneceram na sua falta de ciência,
Assim dizei-me vós, como pode o homem ter felicidade?
Baseado em Romanos 1:26-32
Conhecer-te
Jesus que ser és?!...
CLARO QUE SEI, BOM SERES,
Cheio de todo o poder,
Que me fizeste renascer.
Ainda mais meu ser,
CANTA, PELO TEU PODER,
Que levanta,
Esta humana alma...
Que sem ti, não consegue tirar,
Do meu peito de existência humana,
Força tamanha,
PARA TE ADORAR.
TAMBÉM SEI JESUS,
Que para dar vida, aos débeis seres racionais, a cruz
TOMASTE, PARA TORNÁ-LOS ESPIRITUAIS.
Ainda este material de pó sabe...
Que és Deus e Senhor,
CHEIO DE ETERNO AMOR...
MAS DEIXAI-ME ENTOAR, ESTA PARTE FINAL,
COM TODO O AR,
QUE DE TI VEM...
LUTANDO CONTRA O MAL, A FAVOR DO BEM...
SENHOR EM CONCLUSÃO.
COM QUANTA FORÇA TEM ESTE CORAÇÃO!...
EM ALTA VOZ EM ORAÇÃO,
CLAMAR: DEIXA-ME CONHECER-TE,
AINDA DE TAL MODO,
QUE ESSE CONHECIMENTO,
EM MIM,
FAÇA O MUNDO, ESTREMECER...
DIANTE DE TI!!!...
HELDER DUARTE
Terras Ibéricas
Oh terras Ibéricas,
Que do Iberos nome tendes!
Amai-me como a vossos poetas,
Vós e vossas gentes!
Reinos de: Portucalen,
Galiza, Leão,
Navarra, Castela
E reino de Aragão!
Terras de Afonsos reis;
De cavaleiros de Borgonha,
Que de condes, o título dado haveis.
Ficai ao meu lado,
Sem vergonha...
Pois mais que Henrique e Raimundo por vós amor sinto!
Voltei
Sim! Voltei!... Voltei!... Voltei...Aqui!... Pois.
Sim, porque ainda que morto, qu'estou...
Esta é uma morte de vida... Pois vida eu sou.
Sabei então, o porquê, de ter voltado hoje!
Mas eu não o sei! Eu nada entendo...
Não sei... Pois nada compreendo!
Quereis saber mais?!... Mas, eu não o sei.
Nem, eu sei nada! Nem mesmo vós, da lei...
Mas uma cousa sei, enfim: Voltei...
Sabeis porquê?! Nisto, em verdade, sei...
Porque eu vos amo... Tanto!...Tanto!...
Com este amor, meu. Só meu... Meu...
Qu'é vida!... Mas, não é igual ao teu...
Este!... É meu! Com o qual, eu ainda, canto!
Um Grande Poema
Escreve um grande poema!
Mas fá-lo, sem tinta...
Sem rima...
Sem tema...
Sem palavras,
Sem poesia...
Sem métricas!!!
Nem fantasia.
Antes, teu ser, o escreva,
Amando, teu próximo...
De modo, que esse poema, ele em ti veja...
E diga:
Este ama...
E não me engana!
D
Luso
Luso és! Eu também!
Sou português de Portugal.
Do pais, que, já cá estava, em...
Tempos remotos. Cá estava, afinal.
Esse pais que Deus usou!
Sim! Usou! E sabeis de que modo!?
Usou, pois. É claro! O grande «Eu Sou».
Foi este. Não outro. Mesmo sendo pequeno.
Não temeu o gigante, do cabo da África...
Não teve medo. E eu penso, que não tenho, também.
E porque não tenho medo? Porque, sou pequeno, bem.
Portucalen, é pequeno, mas força não, lhe falta.
Pois cá está, Dom Afonso Henriques, para lutar.
Sim! Vamos lutar, com uma espada, de ouro.
Bem afiada, para matar e também, salvar...
Essa espada me deu, «o ancião de dias»
Pois esse, que o profeta viu, na deportação.
Para os rios de Babilónia. Onde cantou, cântico de Sião.
Sim. Também a tinha na mão Eliseu e Elias.
Portugal, foi usado. Mas porquê usado?
Para juntar o mundo. As gentes...
Aqueles, que são descendentes de: Sem, Cão e Jafé.
Aqueles, que em yavé, deveriam ter fé.
Mas não têm. Mas a têm, em deuses doentes.
Como a têm, na fátima, que tantos joelhos tem magoado.
E estas gentes... São os que saíram de Babel.
A terra da torre, de antigamente. Elas estão, sem leite e mel.
E têm, fome. Eis que caminham, para a morte.
E separadas de Deus, estão, no sul e no norte.
No oriente e no ocidente. No espaço e no tempo.
E assim,é desde o Adão de antigamente...
E Deus usou, também: Noé, Abrão e Moisés...
E Israel, Babilónia e outros, mais...
E assim, vai dirigindo, o mundo...
Pois é dele e não nosso. Dele é tudo.
E tu, Site! És de Deus... Pois!...
Continuemos, poetas, pois em actos seus.
Agora ainda e mesmo nos tempos depois.
Porque, há papel para escrever poemas teus.
Ai!... Se há!... Tanto cartão, na tua rua.
E também, o há na minha. E gente sem pão e nua.
Mas nua, da verdade. E da liberdade...
Por isso, vos digo... Não escrevamos...
Só no papel e no site de poemas...
Mas canto, agora com força de Camões...
Um cântico de poeta! De poeta de Portugal.
De poeta de Deus, também, afinal.
E tudo o que é verdade digo. Como o Daniel. O dos leões.
Digo, então! Ide à rua! E escrevei, vossos poemas.
Com, da verdade, rimas e temas. E sem métrica, esquemas.
Escrevamos, nossos poemas, nos cartões, da rua.
Onde está a gente sem pão e nua…
Ide! Oh poetas!... Também à cova dos leões!
E falai, sem medo!... Sem medo!...
Sai , não em mim , mas no nome , do que vem , cedo!...
Sai , na força da verdade… e liberdade.
Libertai os povos!... Oh poetas deste site, de caridade!