Lista de Poemas

Amor eterno ,Diamante



Eu sorrio,meus labios largos que mal cabem no rosto
as maçãs rosadas em plena primavera
onde as flores brotam no peito como um buquê de amor.
onde eu estava este tempo todo?
meu magnifico sorriso se escondia,
ja posso te amar denovo,
em toda a melodia.

como te amo a todo ano
entre toda essa ventania,
meu anjo de cabelos longos,
eu jamais irei te deixar,
meu coração se inebria ao te olhar,
suas costas fortes ,sua pele 
meu coração dispara sem exitar.

como estou feliz nesta era,
essa jornada que se iniciou
esse amor tão louco
que jamais esfriou.



Luciana Aparecida Schlei-Praia grande SP
28-07-2020
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Meu Amado Poeta



 Meu amado poeta,
me abençoe a escrever,
suas asas me cobrem,
a cada anoitecer.
Sinto tua presença em minha alma,
tão distante ,teu suspiro em meu ombro
me fortalece,
jamais se esquece se sua amada amiga,
teu amor platônico,tua cativa.

exala o cheiro do jardim das rosas,
tão formoso,tuas palavras se transforma em prosa,
meu amado poeta, me abençoe a fazer
os mais belos poemas,mesmo na escuridão
sem em que direção saber.

meu amado poeta,meu anjo sedutor
tuas palavras me acalmam com puro fulgor.
essas tuas asas me cobrem ,tua voz consigo sentir
meu coração todo seu,entrego a ti.

Meu amado poeta,meu mestre
me abençoe a sorrir
ao ler tais palavras nesse precioso jardim.
sinto tuas mãos a tocar meu ombro,
teu conforto exala sem fim,
tua preciosidade palavras de encantamento,
estas comigo a cada momento.
eu estou contigo,tu estas em mim.

autoria: Luciana aparecida Schlei

anjo
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Lasteir Missioux - Diário de um Homem Atormentado Parte 2: As Sombras dançam

 

O vidro do espelho estilhaçou-se com o impacto, espalhando reflexos cintilantes pela sala. Por um momento, tudo ficou em silêncio, como se o próprio tempo tivesse parado para observar o desfecho da minha loucura. O punhal ainda estava em minha mão, mas agora parecia mais pesado, como se carregasse todo o peso da minha culpa.

Minha respiração estava ofegante, os olhos fixos no vazio onde o espelho antes estava. E então, veio o som. Um sussurro, suave e arrepiante, como uma melodia tocada ao contrário.

"Por que fez isso, meu amor?"

Eu me virei, a voz era inconfundível. Sua voz. Ali, entre os cacos e as sombras, uma silhueta surgiu. Ela estava lá, ou pelo menos algo que parecia ser ela. Os cabelos castanhos esvoaçavam, mas sua pele já não era de seda — era pálida, quase translúcida, como se feita de neblina.

"Você me deixou", murmurei, sem conseguir controlar o tremor na voz. "Eu só queria me livrar da dor, me vingar daquela maldita cobra que tirou você de mim!"

Ela se aproximou, mas seus passos não faziam som. Era como se deslizasse pela sala, flutuando entre os fragmentos de vidro. Seus olhos, antes tão brilhantes como a lua, agora eram dois abismos negros que pareciam sugar tudo ao redor.

"Você acha que é a cobra que carrega sua culpa?" Sua voz era doce, mas cada palavra me cortava como lâminas. "Foi você quem trouxe o veneno para nossa casa."

Eu recuei, tropeçando em uma cadeira. As velas vacilaram, lançando sombras que pareciam gargalhar de mim. "Não... não pode ser verdade!"

Ela estendeu a mão, e por um instante, senti o toque familiar de seus dedos, mas logo aquilo se tornou um frio lancinante que percorreu minha espinha.

"Você se lembra, Lasteir. Não minta para si mesmo. Você é o criador do monstro que tanto teme."

Minhas memórias começaram a girar em minha mente, como folhas ao vento. Pequenos detalhes que eu havia enterrado vieram à tona: a discussão na noite em que ela morreu, o olhar de súplica que ela me deu antes de cair no chão... e o frasco.

Aquele maldito frasco que eu segurava.

"Não..." sussurrei, enquanto o punhal caía da minha mão, batendo no chão com um som metálico.

Ela sorriu, mas não era o sorriso caloroso de antes. Era algo frio, calculado, quase triunfante.

"Lembre-se, meu amor. Nós somos feitos de sombras. E agora, você faz parte  delas."

Antes que eu pudesse reagir, as sombras que dançavam nas paredes começaram a se mover, deslizando em minha direção como uma maré negra. Elas me envolveram, e eu senti meu corpo ser puxado para dentro da escuridão, para um lugar onde nem mesmo a memória da luz poderia alcançá-lo.

E, no final, restou apenas o som suave de sua risada, ecoando no vazio.

285

sonho indulgente



não tolero essa inigmatica partida
no ventre do anjo sedutor
olhos azuis ,esguia
nos labios silenciosos do amor.

não ha motivo ou razão dessa angustia
que provoca extremo fervor
pele clara,e tão macia
os labios amargos jamais beijarei.

sonho provocante inebria
na angustia deste pobre rei.
no verão inebriante ,em sumo
teu futuro no véu se partiu.
a lembrança marcada em uma coroa
de um anjo que chora por ti.



Autoria: Luciana Aparecida Schlei - Praia Grande -SP
PARTICIPAÇÃO DO ESPIRITO QUE SOPRA AO MEU OUVIDO.
711

verão em um mar de sorrisos,


Sem mais tempo a perder
sem lamento a recorrer
em um dia de verão
a delicadeza de uma romã
em um sol de morrer
ha vida a surprender 
passaros a amar,
em um jardim a cantar
sempre a houver.
a lua que brilha,
no toque em uma cigarrilha 
nos labios nunca esquecer.
um mar de sorrisos ,
a branca luz,cicatrizes ficam
e alma mais leve respira,
não ha mais nada ,a paz.

Luciana Schlei
713

Quero um amor escritor… Um vampiro, sedento por arte e vinho.


Um vampiro, sedento por arte e vinho.

Que me agarre pela cintura… e me arraste para dançar sob a lua,
como se o mundo fosse acabar antes do amanhecer.

Que morda, cruel e delicado, a maçã que é minha pele e meu pecado.
Que me beba, como quem degusta um verso proibido.

E que me queira… ah, que me queira como se deseja o mel.
Não pelo doce.
Mas pelo veneno.

210

Espiral de Pétalas



    🌹
   p é
  p é t
p é t a
p é t a l
t a l a
  l a s
   a s
    s

273

Morcegos me assombram

Morcegos me assombram,
Frutas em minha mente
Atormentam os pesadelos
Nas sombras, incessantemente.

Suas asas batem,
Refletindo a solidão.
Seus dentes no meu pescoço
Sugam a energia da multidão.

Morcegos me assombram
Em meus pesadelos:
Debaixo da cama,
Dentro do espelho.

Me vejo desnuda,
Com asas de morcego,
Olhando o reflexo
Em puro desespero.

As sombras me envolvem,
O espelho se parte.
Sou fragmento e vazio,
Sou caos que arde.

As asas, agora minhas,
Rasgam o véu da razão.
Um grito ecoa ao longe,
Perdido na escuridão.

Morcegos me assombram,
Mas já não fujo do medo.
Na dança das trevas,
Aceito meu segredo


Luciana A.Schlei

288

Sonhei com ovelhas de cor bordô

Sonhei com ovelhas de cor bordô,
rebordosa estava eu, inquieta.
Neste teatro onírico do subconsciente,
onde o absurdo dança com o sublime,
vi-me pastoreando pensamentos carmesins,
cada balido, um enigma a ser decifrado.

Rebordosa, sim - à beira de um precipício de ideias,
onde a lã se tece com fios de inquietação.
Será que conto ovelhas para dormir,
ou elas me contam para que eu desperte?

Em um mundo onde o normal é cinza,
sonhar em bordô é um ato de rebeldia.
Que mistérios se escondem nestes sonhos pigmentados?
Que verdades se revelam nesta inquietude noturna?

Acordo, e o mundo parece desbotado.
Mas em algum lugar, além do horizonte da consciência,
um rebanho bordô pasta serenamente,
esperando meu retorno ao reino dos sonhos.

 

Luciana A.Schlei

315

Mar de Respiração Curta

 

Ela fita o azul sem fundo,  
ondas pesadas, sussurros de espelho.  
Os pés na areia, já não sentem solo,  
mãos tremem (quase) desapercebidas.

O mar a chama em espuma fria,  
um abraço que aperta sem braços.  
Ansiedade lambe os tornozelos,  
depois joelhos, depois peito...  
afunda devagar, sem alarde.

[(Sem ar)]  
Ela grita mudo,  
engolida por um nada profundo,  
na maré que cresce dentro dela.
Do desejo quepode a levar a queda
O desespero que preenche o peito
A lua que ilumina seu leito
Na chave desta alma perdida
Que só quer respostas para a sua paz
Ela quer vida.  


Luciana A. Schlei

453

Comentários (3)

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Joana Dark
Joana Dark

Ameiiii

Bba
Bba

Pessimo como tudo que você escreveu

NAO SEI
NAO SEI

ÉS LILA

Poetisa em constante eevolução