Poetisa em constante eevolução
Lista de Poemas
Lembranças que Sangram
Sob o luar, uma vampira se senta sozinha,
Com uma taça de vinho, ela olha para a lua.
Lembranças de sua vida mortal começam a surgir,
Como ondas quebrando na praia, elas continuam a vir.
Ela lembra do calor do sol em sua pele,
Do riso e do amor, da vida que a fere.
Agora, ela é uma criatura da noite,
Vivendo na escuridão, longe da luz.
Ela bebe seu vinho, tão vermelho quanto o sangue,
E pensa na vida que deixou para trás.
Ela era uma vez humana, cheia de vida e amor,
Agora, ela é uma vampira, com a eternidade e a dor.
Ela olha para a lua, tão brilhante e clara,
E sente uma tristeza que só pode suportar.
Ela era uma vez mortal, mas agora não é mais,
Ela é uma vampira, presa no passado.
Mas mesmo assim, ela encontra beleza na noite,
Na quietude, na escuridão, na luz da lua.
Ela bebe seu vinho e lembra de sua vida,
Uma vampira sob a lua, cortada como uma faca
suas lembranças sangram.
causando feridas que jamais iram cicatrizar.
Luciana A. Schlei
www.contodavampira.blogspot.com
Com uma taça de vinho, ela olha para a lua.
Lembranças de sua vida mortal começam a surgir,
Como ondas quebrando na praia, elas continuam a vir.
Ela lembra do calor do sol em sua pele,
Do riso e do amor, da vida que a fere.
Agora, ela é uma criatura da noite,
Vivendo na escuridão, longe da luz.
Ela bebe seu vinho, tão vermelho quanto o sangue,
E pensa na vida que deixou para trás.
Ela era uma vez humana, cheia de vida e amor,
Agora, ela é uma vampira, com a eternidade e a dor.
Ela olha para a lua, tão brilhante e clara,
E sente uma tristeza que só pode suportar.
Ela era uma vez mortal, mas agora não é mais,
Ela é uma vampira, presa no passado.
Mas mesmo assim, ela encontra beleza na noite,
Na quietude, na escuridão, na luz da lua.
Ela bebe seu vinho e lembra de sua vida,
Uma vampira sob a lua, cortada como uma faca
suas lembranças sangram.
causando feridas que jamais iram cicatrizar.
Luciana A. Schlei
www.contodavampira.blogspot.com
45
𝓬𝓪𝓻𝓽𝓪 𝓪 𝓶𝓮𝓾 𝓪𝓷𝓳𝓸 𝓭𝓪 𝓮𝓼𝓬𝓾𝓻𝓲𝓭𝓪𝓸
Naquela noite quando clamei por sua aparição
viestes meu anjo da escuridão,
com suas asas negras feitas de couro
me olhastes sem agouro
naquele quarto com janelas de madeira.
o medo do desconhecido te afastaste de mim,
as janelas batiam em uma ventania sem fim.
como sinto sua falta meu anjo de escuridão
No quarto envolto em sombras dançantes,
Senti teus desejos serem como brumas errantes.
Mas o medo que abraça tua mente indefesa,
Fez-me recuar para a noite que nunca cessa.
Rosas negras adornam nosso contrato firmado,
Uma união etérea, além do mundo encantado.
Em meio à vastidão vazia, meu amor prisioneiro,
Ainda ecoa nossa paixão num sussurro derradeiro.
Meu amante sombrio, minha alma entrelaçada ao teu ser,
Sinto tua falta como a lua ansiando pelo amanhecer.
Envolva-me novamente nas asas da escuridão sublime,
E juntos desafiaremos os limites do tempo com um beijo nefasto e intenso.
Luciana A.Schlei
12/04/24
praia grande
dia frio,silencioso,recordações daquele ser ao qual vi ao lado da minha cama na adolescencia,ao qual tanto clamei.
51
Ode a Lua
Ó prateada errante da noite, Teu rosto velado na luz cósmica, Que segredos guardas, musa celestial? Enquanto deslizas pelo vasto espaço, perplexa.
Lua, antiga sentinela das marés, Puxas nossos corações com passos lunares. Em tuas crateras jazem sonhos esquecidos, Ecos dos esquemas sussurrados dos amantes.
Lua, te cansas de crescer e minguar? De crescentes e plenitudes a recuperar? Tuas fases espelham nossa luta humana, Uma dança de sombra e luz emprestada.
Lua, testemunha de incontáveis histórias, De mitos antigos a velas naufragadas. Choraste quando Apolo tocou tua pele, Ou te regozijaste em seu pecado imortal?
Lua, guardiã de juramentos noturnos, Observas encontros amorosos sob galhos. Promessas sussurradas elevam-se a teu rosto, E tu, testemunha silenciosa, sustentas sua graça.
Lua, você inveja o brilho ousado do sol,
Seu ardor ardente, seus raios inflexíveis?
Ou você encontra consolo em seu papel tranquilo,
Uma companheira de prata para cada alma?
Lua, imploro-te, compartilha teu saber, Desvenda os mistérios que acumulaste. Pois em tuas crateras e poeira ancestral, Repousam os segredos do amor, da saudade e da confiança.
Ó lua, eterna viajante do céu,
Eu levanto meus olhos para você e me pergunto por quê.
Talvez você tenha as respostas que procuramos,
No seu brilho tranquilo, antigo e manso.
48
um anjo me deu um sorriso
Um anjo me deu um sorriso,
Com a pureza de um amanhecer,
Iluminou meu caminho sombrio,
E me ensinou a viver.
Seu sorriso era como uma melodia,
Tocada no silêncio da noite,
Era a luz que eu precisava,
Para tornar meu mundo mais brilhante.
Ele não tinha asas, nem halo,
Mas seu sorriso era divino,
Era um anjo disfarçado,
Com um amor genuíno.
senti em sua alma algo divino.
Seu sorriso era um presente,
Que guardarei em meu coração,
Um anjo me deu um sorriso,
E me deu uma nova razão.
Com a pureza de um amanhecer,
Iluminou meu caminho sombrio,
E me ensinou a viver.
Seu sorriso era como uma melodia,
Tocada no silêncio da noite,
Era a luz que eu precisava,
Para tornar meu mundo mais brilhante.
Ele não tinha asas, nem halo,
Mas seu sorriso era divino,
Era um anjo disfarçado,
Com um amor genuíno.
senti em sua alma algo divino.
Seu sorriso era um presente,
Que guardarei em meu coração,
Um anjo me deu um sorriso,
E me deu uma nova razão.
17
O Silêncio da Donzela
silencioso e descontente
tão indiferente,
aqueles lábios úmidos ,agora secos
o tempo vira-se contra a donzela
não a espera ,nem seu doce lamento
em consequencia ,teu tormento
na dinastia solitária,
esta alma indromedária,
canta em folgoz rumor
se teu rumbro doce lamento,
o silencio em sua mente,
a jamais deixou.
perturba tal silencio,
como a morte vindo ao vento
com seu cavalo negro a lacrimejar,
pois tal morte se inebria ,
com o dia ,"todos aqueles dias"
que ela foi-se a lamentar....
por outrora vez teu anjo
tão morto em seu canto
vem com suas asas glorificar.
oh mate-me agora
doce morte ,minha senhora
pois esse silencio há de me levar.
um sonho lúcido,quase enjurio
ha de se elevar,
oh donzela minha alma,se pudesse vindo outrora
a lhe buscar.
se tenho por partida encanto,
de desinteresse faminto
essa alma amaldiçoar.
dança ,oh donzela
no meio do silencio
para a paz lhe completar.
autora; Luciana A.Schlei
praia grande -S´P 15-05-2021
291
Oração a Morte
Morte eu recuso teu beijo maldito
Pois sei que tu se delícias
A sussurrar em meu ouvido
Meus medos mais profundos.
queres me levar consigo
Deixe me dormir.
Teu véu cobre meu rosto
Renego a ti
Tua pálida boca maldita
Para bem longe de mim.
Deixe me em paz esqueleto estrangeiro
Estranho enterro em meu travesseiro.
o desespero em miknha garganta ,
canta a dor da minha alma
se espanta,
meu doce pesadelo,
saia de perto de mim,
deixe-me em paz.
(escrito de madrugada em insonia,interminada)
por minha autoria. Luciana A.Schlei
Pois sei que tu se delícias
A sussurrar em meu ouvido
Meus medos mais profundos.
queres me levar consigo
Deixe me dormir.
Teu véu cobre meu rosto
Renego a ti
Tua pálida boca maldita
Para bem longe de mim.
Deixe me em paz esqueleto estrangeiro
Estranho enterro em meu travesseiro.
o desespero em miknha garganta ,
canta a dor da minha alma
se espanta,
meu doce pesadelo,
saia de perto de mim,
deixe-me em paz.
(escrito de madrugada em insonia,interminada)
por minha autoria. Luciana A.Schlei

310
O carnaval do bobo da corte
Neste carnaval só vai haver o bobo da corte
perambulando as ruas mascarado,
observando uma população sem máscaras.
cantando a morte dos ignorantes.
bebendo o alcool da contaminação,
cabeças duras ,em antemão
o bobo da corte ri ,dança na chuva da desgraça ,
nem a policia se importa mais com essas máscaras,
o virus contamina a alma,
a inteligencia e os torna hipócritas.
nas praias em pura diversão,
confetes de insatisfação,
tudo é podridão,nesta década,
só cancelam que é contra a sua opinião.
houve-se a música do ego,
culpam outros pelos seus proprios atos,
as casas não tem mais espelhos,
desligaram-se os aparelhos .
todos querem injeção,
para não ser responsável pela contaminação,
o bobo da corte ri desta situação,
não há mais previsão,chove chove podridão
o ser humano em plena evolução
.
307
vento
o vento,a lua na praia
escondia-se em silencioso pudor
nas areias o pensamento perturbador,
a rosa jogada ao mar
e sua alma a desabar
não a nada a declarar
seu falso sorriso ,ignora
toda a dor que me preenche
em temos em uma valanche
que seu maldito sorriso
meu coração roubou.
O vento toca sua pele
como veludo vermelho,
o mais belo de todos
eu vos apresento,
nesse tormento
minha espada sem ousadia
que em um dia
você se fora maldita,
em entrepida euforia
no meu tormento eu vos esquecerei.
by* Luciana A.Schlei
e seu anjo do tormento
escondia-se em silencioso pudor
nas areias o pensamento perturbador,
a rosa jogada ao mar
e sua alma a desabar
não a nada a declarar
seu falso sorriso ,ignora
toda a dor que me preenche
em temos em uma valanche
que seu maldito sorriso
meu coração roubou.
O vento toca sua pele
como veludo vermelho,
o mais belo de todos
eu vos apresento,
nesse tormento
minha espada sem ousadia
que em um dia
você se fora maldita,
em entrepida euforia
no meu tormento eu vos esquecerei.
by* Luciana A.Schlei
e seu anjo do tormento
269
Flores secas
Fim de inverno,
flores secas caem
o amor se esvai
tudo se retrai
a alma se cala
distante no paraiso,
a donzela em perigo
sem nenhum destino.
flores secas
a alma seca
sobrio constantino
sob a mesa o vinho
criança ,pobre criança
observa o lago.
tantas flores secas ,
tão mal amado.
flores secas caem
o amor se esvai
tudo se retrai
a alma se cala
distante no paraiso,
a donzela em perigo
sem nenhum destino.
flores secas
a alma seca
sobrio constantino
sob a mesa o vinho
criança ,pobre criança
observa o lago.
tantas flores secas ,
tão mal amado.
311
Vampira solitaria
Sob a lua azul,
seus olhos hipnotizam
os caninos brilham,
refltem a alma solitaria
daquela que um dia amou.
A solidão e seu desejo
na imensidão inebrida
com anjos caidos
no sorriso eterno.
labios sangram
liquido divido
a alma o pesadelo
resta apenas o vazio.
sombra obscura
cruel destino
vampira solitaria
segue seu caminho.
seus olhos hipnotizam
os caninos brilham,
refltem a alma solitaria
daquela que um dia amou.
A solidão e seu desejo
na imensidão inebrida
com anjos caidos
no sorriso eterno.
labios sangram
liquido divido
a alma o pesadelo
resta apenas o vazio.
sombra obscura
cruel destino
vampira solitaria
segue seu caminho.
326
Comentários (3)
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Joana Dark
Ameiiii
Bba
Pessimo como tudo que você escreveu
NAO SEI
ÉS LILA