Márcia Costa

Márcia Costa

n. 1973 BR BR

n. 1973-10-24, Maricá - RJ

Perfil
15 819 Visualizações

Esperança!



Por ser vasto este sentimento que me domina.
Contentar-me-ia com migalhas...
Mas, não ficaria sem amor.
Se precisar, desfolho minha 'alma,
Jogo minhas páginas ao léu,
Na esperança de alguém encontrar pelo caminho,
Rascunhos do meu amor.

Márcia Costa
Ler poema completo

Poemas

33

Além do Horizonte!

Águas plácidas nos separam.
Atravesse a ponte.
Atravesse o rio.
Preciso do teu abraço...
Do beijo que me entorpece os sentidos,
Incitando desejos que me fazem perder o siso.
A distância é castigo!
Em lembranças a saudade encontra guarida.
Atravesse o rio, atravesse a ponte moço bonito!
seja os versos desta poesia,
Preencha a alcova vazia.

Márcia Costa
469

PALAVRAS!

Apenas palavras dançando, indecentes e nuas.
Cheias de vida, de uma emoção que é só minha.
Estimulando-me a mente,
Afagando-me o ego com pureza e malícia.
No íntimo uma tolerância permissiva,
Um prazer quase imoral ao grifarem-se em minhas linhas.

Márcia Costa
472

DESEJO!

Antes fosse inócuo,
O desejo que me permeia,
Teu olhar ávido não abalaria minha sanidade.
Perder-me em você é o melhor caminho?
Quem dera lesse versos no teu corpo,
Seria como enxergar o alvorecer,
Enquanto o amor desabrocha na vastidão do peito.

Márcia Costa
466

Paixão

Arroubos de paixão,
Diante do olhar lúbrico repleto de falas,
Que jamais julguei ouvir...
Adentrei no ousado olhar ao sentir a alma em gozo.
Gotas de volúpia tal qual lava ardente,
Escorria pelas trincheiras do meu corpo.
Por beijos a boca ardia.
Caricias fazem-me rendida,
Desde a superfície ao mais fecundo,
Quando entra no meu mundo.

Márcia Costa
456

Sonhando!

Se fosse folha me lançaria ao vento,
E voaria pelo mundo sem receios.
Mas, não sou folha, nem brisa, nem vento...
Se acaso tiver asas é na imaginação nos pensamentos.

Márcia Costa
594

ANSEIO!

A pele precisa respirar o cheiro de outra pele.
Que seja sem nome, apenas um porto, um cais para atracar a nau da solidão.
Depois o destino é singrar pela madrugada, com o sabor do sexo no paladar do corpo.

Márcia Costa
548

Beijo!

Quisera o beijo...
Aquele que toca o céu com a ponta da língua
E passeia e brinca de falar com outra língua o dialeto do prazer.

Quisera você...
Com este olhar de rio, dizendo "mergulhe em mim!"

Márcia Costa
544

SILHUETA!

A folha de papel em branco não me diz nada,
Então... Esculpo um corpo com palavras.
Afago a masculinidade perfeita em versalhadas,
Tiro das lembranças fartas, um verso lúdico.
Faço teu riso dos versos sem juízo...
Sem pudor, o cio do amor...
Preenchendo as folhas em branco das noites de ardor.

Márcia Costa
534

VEJO-TE!

Vejo-te por um facho de luz de sentimentos tantos...
Palavras ditas nas estrofes, nas linhas... Tua face,
Tua áurea vestida de amor...
Nascendo e se pondo como se fosse um sol dentro de mim,
E nem sabes que estou aqui do outro lado das palavras,
Que saem de ti feito brisa mansa afagando o meu existir.

Márcia Costa
589

Dádiva!

Não se morre de amor,
Ou por se amar intensamente.
O amor não mata!
O amor é a cura da tristeza infinda.
é o bálsamo das feridas.
Manancial de vida.

Márcia Costa
626

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.