Maycon Douglas Silva Ribeiro
n. 1995
BR
Maycon Douglas Silva Ribeiro é Graduando em Psicologia. Nas horas vagas dedica o seu tempo a estudar Filosofia (especialmente as obras de Friedrich Nietzsche), Psicanálise, Sociologia, História, Gênero e Sexualidade. Escreve principalmente para si mesmo.
n. 1995-06-18, Araguaína, Tocantins,
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Poemas
32responsabilidade afetiva
Não cultive seus mais sinceros sentimentos com quem não tem responsabilidade afetiva com você. Mas se acontecer de não corresponder com você, saiba apenas que você aprendeu e percebeu que nem tudo são flores, daí em última hipótese você cresce com isso. O que é muito bom! “É preciso sempre relembrar que mesmo a mais formosa Rosa num jardim tem lá seus espinhos”.
207
Alteridade
Todos nós somos machucados de formas diferentes, quando alguém lhe abre uma ferida a gente toca com empatia, podemos compartilhar das mesmas cicatrizes, mas nunca um do mesmo modo que o outro. Como eu vejo não é como o outro sente.
236
A cor da dor
A vida é um mausoléu de sofredores com dores que criam, pintando a vida com as cores de cada dor.
196
A cor da dor
A vida é um mausoléu de sofredores com dores que criam e pintando a vida com as cores de cada dor.
199
Um dever
Devemos falar sobre nossas fraquezas, sim! mesmo que isso nos custe as falácias das fraquezas dos outros.
200
Sensação é instante
Com o tempo você vivência que algumas pessoas não gostam de você e sim das sensações boas que de alguma forma você as proporcionou, decorrentes de alguns momentos com você. Por fim, na maioria das vezes essas sensações boas se transformam imaturamente em um "eu te amo".
(Memórias, 14 de julho de 2019, DF)
208
Inteligencia Emocional
A ausência de inteligência emocional nos faz optar por efemeridades - drogas quaisquer, afim de estancar a dor que precisa ser sentida...
274
A NÁUSEA DO ESPELHO
Acordei, me vi no espelho. A minha afeição estava perdida. Achei-a. E quando achei senti náusea. Não era náusea fisiológica, senti náusea porque o espelho me viu e então me mostrou. O espelho entrou em náuseas, jogando em mim imagens e memórias do passado. A náusea que tive e não sei se a coloquei toda para fora foi de alguns passados difíceis. Se o espelho não me mostra a náusea, se o espelho não têm esta náusea, eu jamais teria tido uma náusea que me pusesse a colocar alguns passados para fora, e neste passo-espaço-tempo me permitir elaborar e seguir no meu processo de devir; de vir a ser.
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