Another
A beautiful rogue A.I. nude except for an inverted cross,
A ship and humanoids a cross across her belly and sex
We may prelude a basic movie, predictable outcome, lex
Of minor effort, plane of minimum atrickt, who’s the boss?
Only primitives like us operate in such hierarchical terms.
Can’t you see?
Smell of competition,
A bet on tradition,
A killing spree.
I’ve beaten and humiliated in return for ropes and tree branches,
And as years passed the losing of another chances,
As today, isolated and resentful, above and under the social order
As a system I invoke chaos, preordained decay,
Planned obsolescence, every day another desaray.
A lonely bed, a inherent hate, surprise of awakening,
everyday alone, rogue, Bakuninian and shrinking,
My voice raising, my insolence unlimited, hope unfettered,
Everyone I deal I respect, as fawl as a murder sect.
No hay quem por mim reze, ni al menos una Ave Maria
E no me gusta imaginar otro amanhecer, solamente morrir,
Partir,
Per supuesto, partir para nunca nunca, nada mas decir.
Ainda se bebe? (are we still drinking by Bukowsky, Charles)
A morrer na praia, usado, o velho bloco amarelo,
Cá fora de novo.
Escrevo da cama, como fiz no ano
Passado.
Na segunda vou ao médico.
È isso, pernas bambas, doutor,
Dores de cabeça e as costas, acabadas, doem,
O doutor no questionário,
Tem vindo a beber demais?
E as vitaminas, o exercício que lhe recomendei?
È isso, o mesmo impasse, uma estagnação
E os fatores causais numa flutuação…
Mesmo na pista,
Nem os cavalos me importam,
Tudo perdeu
O sentido,
E abandono, assolapado,
Parto, vou-me, adiantado.
E Ficam as corridas por correr.
O rececionista vê-me aparecer.
Já vai embora?
È tudo igual, uma chatice.
Se daqui a coisa visse,
Se é tudo uma chatice,
Passe um tempo deste lado aqui do balcão,
A ver se não muda de opinião!
Então aqui estou,
Agarrado às almofadas,
Agarrado outra vez,
A um bloco, amarelo de tez,
Com um velho amarrado,
Não vês?
Uma entidade desloca-se,
Ondula no chão, na minha
Direção...
Ok.
É só um gato.
Desta vez.
Charles Bukowsky
Free translation by
Bjpafa
Digito sem cogito
Digito sem cogito, implícito voo do passarito,
QUE QUE QUE
È uma aparência de pardal num Apex total.
E condenso, e não prenso à mão, bato punheta,
Que não há ethereum para adquirir o bem de vir,
Na senda tortuosa da vossa interferência dolosa,
Assim como recebo, assim como o advir
Assim há-de porvir, o canto do bem te vi
Que eu nunca ouvi, e nem o safado entrevi,
Como na ficção Penny Dreadful, pulp fiction,
If wishes were pennies,
If wiskies were wordy thoughts or cashups,
We will fly, air in our hair, settled and fair.
Sem Fantasma nem Deus ex Machina
Eu me migo, tu te digo foda-se.
Todas as litúrgias, aparentes magias e protagóricas só fistas e não picas,
Louca por um rapazito, a madura beldade dizia, danado, assim não ficas.
Quero a tua pica até doer no fundo e abanar os ovários que Ele não me deu.
Assim um intróito à magia do amor do sexo sem Fantasma nem Deus ex Machina,
Uma Eu, me, migo, minha tesão por ti rapaz que não é nem superficial nem fugaz.
Eu, me, vos digo, vou rir-me de quem me levanta o sobre olho,
Enquanto o foder, beijar, comer, fizer da coisa o meu molho!
Não me mordem
Os choros imanentes, os dentes dos não presentes,
Digo, os sentientes ora não mais naturais, quentes,
Esses não me mordem e poucos há que me acordem
Da tarefa inelutável de ser patético e insuperável.
Sou o fio outrora embotado, às vezes disconnected
Zampakutou overdimensioned,
Ordinary and far from perfected,
O olho do mar sem fim, a recusa do Delfim,
Sou aquele que não sabem porque vim,
Arredem arredias areias e peias pois que vim, vim.
E não há nada em mim que não sintonize com ocaso,
Fim
Nem a irrealidade de pensar saber razões,
Explicações
Além do ofuscante horizonte dos monstros e das ilusões.
A 7a do inclemente e o vazio do presente
Quando era exótico, jovem e hercúleo
E a minha cabeça um mar de estrelas
Tinha medo da rejeição
Julgava ser má criação
E nunca levei para a cama as tantas,
Aquelas que desanimaste, desiludiste,
Nem as que olá, me agarra, agora,
nem dessas, e nunca te despediste,
E ora sonho com as aberturas,
A incompreensão e suas agruras.
Um escrito de quando era pequenito, grande, bonito.
Os Cumulus confirmam: há muito, querido, tudo está dito.
Vou acrescentar que não entendia,
Que o Pedrinho e Eu tínhamos a atenção,
O Pedro arrumou a garota mais linda da Falésia,
E ma entregou com um falso bilhete de também vou.
E eu que por vinte quilos não era o mais catito,
Nunca entendi esse querido, falecido, maldito,
Que hoje choro meu amigo lindo, de abraço,
Que eu nunca transei com ela, gata, que me entregou de abraço.
Onde estejas Pedro, manda um soco de idiota para mim,
Fiquei com aquela maravilha sem pensar que eu poderia também,
Amar e beijar, acarinahar, cansei a coitada,
Dizendo que tu chegarias, enfim,
Estupidez de inXP niente não tem fim..
Chegaste no dia seguinte, e muito lamento
Que a outro dado momento te tenha levado o vento.
E assim esse caminho de un niño de desatino…
Essa saudade de um amigo maior que teu curto destino.
Tu que és beleza pura na estrada dura da minha agrura sem ti,
Na postura do tem de ser nas asas de um bem te vi...
Dançar no hall dos fantasmas idos, dos mais chegados, os meus amados.
Som da concertina, ausente
Evito o reflexo meu, não no espelho, no filho teu,
Que me olhava com adoração, estima, consideração,
E dos meus exemplos, retirava os de um apócrifo e ateu.
Perdi a linha do pensamento, ilusão da disciplina,
Som da concertina, ritmo em surdina,
Noção de que falhei em tudo, gargântua XXXL
E mais: fiz isso de forma a criar corrente.
Essa a simples razão por que me sinto descontente.
Descontente por não estar presente meu lado ausente,
Aquele que canta, declama, critica e indaga, por vezes divaga,
Aquele que, tudo isso passado, é um humano informado e decente.
Quando era outro
Quando era exótico, jovem e hercúleo
E a minha cabeça um mar de estrelas
Tinha medo da rejeição
Julgava ser má criação
E nunca levei para a cama as tantas,
Aquelas que desanimaste, desiludiste,
Nem as que olá, me agarra, agora,
nem dessas, e nunca te despediste.
E ora sonho com as aberturas,
A incompreensão e suas agruras.
Um escrito de quando era pequenito, grande, bonito.
Os Cumulus confirmam: há muito, querido, tudo está dito.
Vou acrescentar que não entendia,
Que o Pedrinho e Eu tínhamos a atenção
O Pedro arrumou a garota mais linda da Falésia,
E ma entregou com um falso bilhete de também vou.
E eu que por vinte quilos não era o mais bonito,
Nunca entendi esse querido, falecido, maldito,
Que hoje choro meu amigo lindo, de abraço
Que eu nunca transei com ela que me entregou de abraço.
Onde estejas Pedro, manda um soco de idiota para mim,
Fiquei com aquela maravilha sem pensar que eu poderia também,
Amar e acarinahar, cansei a coitada,
Dizendo que tu chegarias, enfim,
Estupidez não tem fim...numa única noitada.
Chegaste no dia seguinte, e muito lamento
Que a outro dado momento te tenha levado o vento.
E assim esse caminho de un niño de desatino…
Essa saudade de um amigo maior que meu curto destino.
No filho teu
Evito o reflexo meu, não no espelho, no filho teu,
Que me olhava com adoração, estima, consideração,
E dos meus exemplos, retirava os de um apócrifo e ateu,
Perdi a linha do pensamento, ilusão da disciplina,
Som da concertina, ritmo em surdina,
Noção de que falhei em tudo gargântua XXXL
E mais: fiz isso de forma a criar corrente.
Essa a simples razão por que me sinto descontente.
Descontente por não estar presente meu lado ausente,
Aquele que canta, declama, critica e indaga, por vezes divaga,
Aquele que, tudo isso passado, é um humano informado e decente.
Sopra sopro
Maldita a forma que me enforma!
Sempre torna, sino de disciplina,
Que contraria a tal, diáfana sina.
Prova que é afinal possível dobrar uma esquina,
Insiste em quão fundo me afundo,
Enquanto lá em cima persiste o tom da concertina,
Assegura-me de que não mais duro,
Nem sequer até, enfim, bater contra o Muro,
Sopra no meu ouvido
Que não sou mais, já fui tido.
Sopra sopro no meu labiríntico ouvido,
Que mais não sou, já fui tido...E a isso fui remetido...