Lista de Poemas
O imprevisível e o surpreendente
O que seria do pobre ser humano
sem o imprevisível,
no dia a dia que o torna tão sensível
na mansidão da rotina terrível.
O que seria do surpreendente
se nada acontece diferente,
e tão tristemente ocupa nossa mente.
Pobre ser, que às vezes sem perceber,
não consegue ver que o imprevisível
pode estar perto, tangível.
E que o surpreendente tão esperado,
pode estar ao seu lado, pronto
para ser alcançado.
Ser humano que olha sempre a sua frente,
e nem percebe; que o imprevisível e o
surpreendente, podem sim, estar presente.
sem o imprevisível,
no dia a dia que o torna tão sensível
na mansidão da rotina terrível.
O que seria do surpreendente
se nada acontece diferente,
e tão tristemente ocupa nossa mente.
Pobre ser, que às vezes sem perceber,
não consegue ver que o imprevisível
pode estar perto, tangível.
E que o surpreendente tão esperado,
pode estar ao seu lado, pronto
para ser alcançado.
Ser humano que olha sempre a sua frente,
e nem percebe; que o imprevisível e o
surpreendente, podem sim, estar presente.
351
Amor é...
O que é o amor senão um complemento,
que nos traz acalento, e a alegria de um envolvimento.
O amor se faz presente, quando o coração sente;
em seu interior um arrepio ardente uma alegria
transcedente.
O amor não tem medidas, não escolhe, não obriga,
não se destina; apenas se entrega e se enebria.
O amor de verdade, não exige igualdade nem sequer
reciprocidade; só se entrega com veracidade;
sem buscar em troca lealdade.
O amor se doa, sem nada em troca esperar;
permanece dentro do peito, fazendo o coração disparar.
O amor nem sempre é inteligente, deixa-se levar de
uma forma independente; e as vezes nem percebe
que não é correspondente.
O amor é uma energia; que contagia até mesmo o
ser mais ateu; que quando menos espera já
se comprometeu.
Amor é um sentimento por todos vivido; porém indefinido;
sem explicação ou entonação; apenas sentido.
que nos traz acalento, e a alegria de um envolvimento.
O amor se faz presente, quando o coração sente;
em seu interior um arrepio ardente uma alegria
transcedente.
O amor não tem medidas, não escolhe, não obriga,
não se destina; apenas se entrega e se enebria.
O amor de verdade, não exige igualdade nem sequer
reciprocidade; só se entrega com veracidade;
sem buscar em troca lealdade.
O amor se doa, sem nada em troca esperar;
permanece dentro do peito, fazendo o coração disparar.
O amor nem sempre é inteligente, deixa-se levar de
uma forma independente; e as vezes nem percebe
que não é correspondente.
O amor é uma energia; que contagia até mesmo o
ser mais ateu; que quando menos espera já
se comprometeu.
Amor é um sentimento por todos vivido; porém indefinido;
sem explicação ou entonação; apenas sentido.
242
Saudades de outrora
Que saudades de outrora, dos tempos das fazendas,
que no raiar do sol, a janela se abria,
e uma linda flora em sua frente surgia.
Do cheiro do café colhido nos campos
e passado nos coadores de pano.
Do fogão a lenha exalando o cheiro
do bolo, misturando-se ao da abóbora,
que com o cravo deixava um aroma
doce pela casa afora.
Saudades das moçinhas, que na manhã fria, levantavam
felizes e coradas, vestidas em tecidos de algodão;
sonhando com o baile de mais tarde no salão.
Em seus quartos de costuras se fechavam,
buscando procurar, seus laçarotes e flores;
que a noite as iriam enfeitar.
Passavam o dia contando os segundos no relógio
cuco no canto da sala; esperando ansiosas, o
encontro com os moçinhos, qua ali estariam
para corteja-las.
A hora tão esperada chegava; e as moçinhas agora
e seus vestidos de renda e seda, com os rostos cheios
de pó de arroz e a boca com batom cor de carmim,
passavam sua água de cheiro que purificava a casa
com aroma de jasmim.
O sol se escondia, a lua surgia e o baile começava;
o som dos violinos no fundo do salão encantava
As moçinhas de um lado, os moçinhos do outro;
tão garbosos em seus ternos engomados, com as mãos
suadas, ansiosos pela valsa com sua amada.
Que saudades de outrora, dos bailes das fazendas,
onde; quando as mãos se tocavam e os olhares
se cruzavam, na mesma batida dos corações
disparados; as moçinhas e os moçinhos já sentiam
que pra sempre juntos ficariam; e naquela dança;
ao amor se renderiam.
que no raiar do sol, a janela se abria,
e uma linda flora em sua frente surgia.
Do cheiro do café colhido nos campos
e passado nos coadores de pano.
Do fogão a lenha exalando o cheiro
do bolo, misturando-se ao da abóbora,
que com o cravo deixava um aroma
doce pela casa afora.
Saudades das moçinhas, que na manhã fria, levantavam
felizes e coradas, vestidas em tecidos de algodão;
sonhando com o baile de mais tarde no salão.
Em seus quartos de costuras se fechavam,
buscando procurar, seus laçarotes e flores;
que a noite as iriam enfeitar.
Passavam o dia contando os segundos no relógio
cuco no canto da sala; esperando ansiosas, o
encontro com os moçinhos, qua ali estariam
para corteja-las.
A hora tão esperada chegava; e as moçinhas agora
e seus vestidos de renda e seda, com os rostos cheios
de pó de arroz e a boca com batom cor de carmim,
passavam sua água de cheiro que purificava a casa
com aroma de jasmim.
O sol se escondia, a lua surgia e o baile começava;
o som dos violinos no fundo do salão encantava
As moçinhas de um lado, os moçinhos do outro;
tão garbosos em seus ternos engomados, com as mãos
suadas, ansiosos pela valsa com sua amada.
Que saudades de outrora, dos bailes das fazendas,
onde; quando as mãos se tocavam e os olhares
se cruzavam, na mesma batida dos corações
disparados; as moçinhas e os moçinhos já sentiam
que pra sempre juntos ficariam; e naquela dança;
ao amor se renderiam.
323
Silêncio mortal;
Esse silêncio profundo e arrebatador,
nessa espera infinita e sombria,
sem saber do que ou porque;
talvez por ti vai saber.
Essa consumição a cada dia,
causando uma dor instigante,
agoniante num crescimento
absurdamente degradante.
Essa falta insana e doentia,
que vem esmagar o peito,
em uma sofreguidão desvairada,
faz- se tornar mais e mais enraizada.
Essa sua ausência faz arder meu coração
em tristeza; esse seu silêncio cala minha voz
e meus pensamentos em um luto de
tortura e lamento.
Até quando suportarei essa agonia tão sofrida,
até quando estarei de ti afastada sem a sua voz
ouvir ou dos seus pensamentos partilhar;
Até quando me pergunto
quando e se irá voltar.
nessa espera infinita e sombria,
sem saber do que ou porque;
talvez por ti vai saber.
Essa consumição a cada dia,
causando uma dor instigante,
agoniante num crescimento
absurdamente degradante.
Essa falta insana e doentia,
que vem esmagar o peito,
em uma sofreguidão desvairada,
faz- se tornar mais e mais enraizada.
Essa sua ausência faz arder meu coração
em tristeza; esse seu silêncio cala minha voz
e meus pensamentos em um luto de
tortura e lamento.
Até quando suportarei essa agonia tão sofrida,
até quando estarei de ti afastada sem a sua voz
ouvir ou dos seus pensamentos partilhar;
Até quando me pergunto
quando e se irá voltar.
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Comentários (1)
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lindo