Lista de Poemas
Meu lugar
Onde será meu Lugar?
Ao que eu posso complementar?
Não consigo afirmar nada
Além de que eu não pertenço de fato
Com isso eu te pergunto:
Eu poderia brandir minha espada?
Sem nada para defender no ato!
O que eu tenho para oferecer?
Sendo que nem eu entendo meu ser…
Como ainda estou aqui?
Um alguém que evita o agir
Mesmo ainda que todos me apontam
Eu exito, inconformado e sem prosseguir
No amargo das palavras que me atormentam...
Ao que eu posso complementar?
Não consigo afirmar nada
Além de que eu não pertenço de fato
Com isso eu te pergunto:
Eu poderia brandir minha espada?
Sem nada para defender no ato!
O que eu tenho para oferecer?
Sendo que nem eu entendo meu ser…
Como ainda estou aqui?
Um alguém que evita o agir
Mesmo ainda que todos me apontam
Eu exito, inconformado e sem prosseguir
No amargo das palavras que me atormentam...
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Outra conversa
Como viver com essa dor
Essa dor que não consigo demonstrar
Essa dor que ninguém vai sequer notar
O que fazer sozinho com essa dor…
Espere, aonde está indo?
Eu sei, eu já falei disso
De novo, uma repetição sem compromisso
Sim estou me desculpando
Desculpe por me desculpar acerca disso
Não, não… Está tudo bem
Como vai você? Sozinha também com sua dor
Essa dor que eu pude presenciar
Essa dor que você pôde contornar
O que você fez, além de a ignorar?
Espera, fui um pouco grosseiro?
Na realidade essa foi a verdade
Exposta a você, que a mascarou no “seguir em frente”
Afinal é somente isso o que fazemos
Claro, é por isso que a gente mente
Não… Não está nada bem
Afinal vivendo nessa dor eu percebo
Que não tenho ninguém a quem contar
Se não para aqueles que mentem sem falhar
Que continuam seguindo a vida no mesmo…
Mesmo é o que eu digo!
Sem nada a mudar...
Essa dor que não consigo demonstrar
Essa dor que ninguém vai sequer notar
O que fazer sozinho com essa dor…
Espere, aonde está indo?
Eu sei, eu já falei disso
De novo, uma repetição sem compromisso
Sim estou me desculpando
Desculpe por me desculpar acerca disso
Não, não… Está tudo bem
Como vai você? Sozinha também com sua dor
Essa dor que eu pude presenciar
Essa dor que você pôde contornar
O que você fez, além de a ignorar?
Espera, fui um pouco grosseiro?
Na realidade essa foi a verdade
Exposta a você, que a mascarou no “seguir em frente”
Afinal é somente isso o que fazemos
Claro, é por isso que a gente mente
Não… Não está nada bem
Afinal vivendo nessa dor eu percebo
Que não tenho ninguém a quem contar
Se não para aqueles que mentem sem falhar
Que continuam seguindo a vida no mesmo…
Mesmo é o que eu digo!
Sem nada a mudar...
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Movimento
Mover… O que eu devo mover?
Eu mesmo? Isso é algum dever?
Eu pergunto isso dessa maneira
Pois quero mostrar o tamanho dessa palhaçada
Meu estado de ser não é constante
Porém digo o importante:
Meu espírito é permanente
Eu sou eu, inadiável e ignorante
Esse “eu” é algo precioso
Contrastando do Belo ao Horroroso
É algo que preciso ter orgulho
Pois sou eu que me mantém nesse mundo
Contudo também tenho respeito
Por aquilo que é diferente
Por esses opostos que movem o mundo para frente
E eu digo no plural, pois não é “eu” e nem “ele”
Estou dizendo que o todo é inerente
Responsabilidade… O que é isso?
É algo que não ponho compromisso
Mas quando necessário, é claro
Eu assumo o risco!
Eu mesmo? Isso é algum dever?
Eu pergunto isso dessa maneira
Pois quero mostrar o tamanho dessa palhaçada
Meu estado de ser não é constante
Porém digo o importante:
Meu espírito é permanente
Eu sou eu, inadiável e ignorante
Esse “eu” é algo precioso
Contrastando do Belo ao Horroroso
É algo que preciso ter orgulho
Pois sou eu que me mantém nesse mundo
Contudo também tenho respeito
Por aquilo que é diferente
Por esses opostos que movem o mundo para frente
E eu digo no plural, pois não é “eu” e nem “ele”
Estou dizendo que o todo é inerente
Responsabilidade… O que é isso?
É algo que não ponho compromisso
Mas quando necessário, é claro
Eu assumo o risco!
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