Lista de Poemas
SENHORAS E SENHORES!
... segundo Jean Paul,
o mundo é um equilíbrio constante
entre escolhas e consequências;
ora, pois,
se pensam que o mundo é cruel demais,
é injusto demais, que bilhões passam fome
e necessidades básicas,
que outros bilhões,
se têm acesso, é a péssimas educações,
saúdes e desportividades,
que enuanto isso um presidente,
um senador, um deputado, um meritísssimo
limpam seus cus com papeis de ouro
e comem putinhas, que serão sustentatas
com pensão pelo dinheiro público,
e mais,
e mais,
e mais, e tanto mais que eu poderia
encher um livro de merdas menestréis
vestidas de gravadas e maquiqgens e rímeis
de putinhas consideradas de alta socidade,
quer não passam de prostitutas
institucionalizadas.
Então, meu amigo,
eu tenho que te dizer que eu concordo
com Jean Paul que, se escolhemos e pagamos
as consequências,
temos de evitar,
mesmo que nos custe a vida, tais canastradas
e, mesmo que nos custe a liberdade,
da um grito de basta!
o mundo é um equilíbrio constante
entre escolhas e consequências;
ora, pois,
se pensam que o mundo é cruel demais,
é injusto demais, que bilhões passam fome
e necessidades básicas,
que outros bilhões,
se têm acesso, é a péssimas educações,
saúdes e desportividades,
que enuanto isso um presidente,
um senador, um deputado, um meritísssimo
limpam seus cus com papeis de ouro
e comem putinhas, que serão sustentatas
com pensão pelo dinheiro público,
e mais,
e mais,
e mais, e tanto mais que eu poderia
encher um livro de merdas menestréis
vestidas de gravadas e maquiqgens e rímeis
de putinhas consideradas de alta socidade,
quer não passam de prostitutas
institucionalizadas.
Então, meu amigo,
eu tenho que te dizer que eu concordo
com Jean Paul que, se escolhemos e pagamos
as consequências,
temos de evitar,
mesmo que nos custe a vida, tais canastradas
e, mesmo que nos custe a liberdade,
da um grito de basta!
187
OS COMPÊNDIOS DOS ANJOS
... os maiores
compêndios e batalhas piscológicas,
sobretudo o relacionamento amoroso
entre duas pessoas,
Se dá pelo
aue eles pensam ou elucubram
e não por fatos
reais;
por exemplo,
p fao de imaginar que o
outro trai
ou julgá-lo
e com ele discutir por que
não se lembrou de seu
sniversário;
em contraparte
o ser julgado, deixa a calmaria
e vira tempestade,
de igual modo
subjetivando coisas,
chovendo palavras em desordem
e não concordando com o débil ataque
sobre o aniversário,
por entender
que sabia, sim, e que foi uma simples
questão de esquecimento.
Agora,
imaginem essas subjetivações
espalhadas ao desejo, à possessividade,
e às demais emoções
sencientes,
e teremos,
com certeza, um profundo
abismo criado, quase sempre não
pelo ser amado,
mas sim
por nós mesmos!
compêndios e batalhas piscológicas,
sobretudo o relacionamento amoroso
entre duas pessoas,
Se dá pelo
aue eles pensam ou elucubram
e não por fatos
reais;
por exemplo,
p fao de imaginar que o
outro trai
ou julgá-lo
e com ele discutir por que
não se lembrou de seu
sniversário;
em contraparte
o ser julgado, deixa a calmaria
e vira tempestade,
de igual modo
subjetivando coisas,
chovendo palavras em desordem
e não concordando com o débil ataque
sobre o aniversário,
por entender
que sabia, sim, e que foi uma simples
questão de esquecimento.
Agora,
imaginem essas subjetivações
espalhadas ao desejo, à possessividade,
e às demais emoções
sencientes,
e teremos,
com certeza, um profundo
abismo criado, quase sempre não
pelo ser amado,
mas sim
por nós mesmos!
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A ÚLTIMA FRONTEIRA
No instante derradeiro, antecipando a perpetude do vazio maldito, alucinações terminais ecoaram nas paredes frias e intransponíveis do labirinto indecifrado de meu ser, onde meu s segredos foram ocultos entre amores e desamores, e dores, e gritos de esperanças irrealizadas.
Hoje só vejo sorrisos estáticos e pálidos trancados em molduras adormecidas e incapazes de algo qualquer que trespasse o meu frio olhar e meu surdo ouvido. não há mais constelações em meu pensamento como outrora tão fortemente brotadas de meus mundos, nem ventos que soprem de mim para aliviar ou aumentar anseios de náufragos.
Natural imperfeição minha, sob a frágil custódia de arrotos de falsos deuses que criei, tornei-me um ofuscamento que apenas confunde visões alheias, e embriaga os paladares dos sôfregos em cantos de lendas irreais.
Ah! Se pudessem perceber que, um pouco antes do amanhecer em luzes e holofotes, onde apresentam espetáculos travestidos entre sorrisos com branco-alvo da paz, e entre dissabores das feles dissipadas pelas entranhas omissas dos celebrantes, os sonhos meus já se haviam aquebrantados no imaginário da última grande noite, e toda a sobriedade e sombriedade minhas se haviam findas na madrugada fria e silenciosa, e todo alvorecer de todos os tempos se haviam ido de mim como se não houvessem amanhecido.
Ah! Se pudessem perceber que em mim há colisões desordenadas e fatais, e que todas as fragrâncias das flores, e todas as imagens bem delineadas ou não, são-me condenadas no primeiro contato vulnerável a julgamentos impiedosos, e a açoitadas severas no descortinado de minha loucura trancafiada.
Ah! Se pudessem sentir que estendo a noite como abrigo aos sem-rumos e lhes escondo os caminhos perdidos em becos sem saída de irrealidades, fugiriam abreviadamente aos encantos dos senhores de castelos outros, andantes, sob outras luzes e holofotes, onde haja alguma outra cruel verdade.
130
TÃO ESPLENDOROSA QUE SEDUZIU ATÉ A MORTE!
... ela realmente
era pura, sim, mas tinha uma queda
por anjos, por menestréis
com suas orgias,
saía de tarde,
passava as noites fora
e só regressava no outro
dia;
ela era pura,
sim, apesar de, longinquamente,
eu ouvir os gemidos que
ela dava,
com seu manto branco,
nos volúveis leitos e sobre os excitados
paus; e ela chega dizendo: "Eu sou pura,
pura, puríssima",
sem nunca aprender
que, quando eu estourava,
sempre metaforicamente morríamos,
tendo, depois,
que lutarmos muito
para alguma possível e ilusória
ressurreição, até que,
de tão bela,
a morte concreta,
a morte fria, por ela também
se apaixonou
e, depois
que se encontraram nunca mais
a vi desde então!
era pura, sim, mas tinha uma queda
por anjos, por menestréis
com suas orgias,
saía de tarde,
passava as noites fora
e só regressava no outro
dia;
ela era pura,
sim, apesar de, longinquamente,
eu ouvir os gemidos que
ela dava,
com seu manto branco,
nos volúveis leitos e sobre os excitados
paus; e ela chega dizendo: "Eu sou pura,
pura, puríssima",
sem nunca aprender
que, quando eu estourava,
sempre metaforicamente morríamos,
tendo, depois,
que lutarmos muito
para alguma possível e ilusória
ressurreição, até que,
de tão bela,
a morte concreta,
a morte fria, por ela também
se apaixonou
e, depois
que se encontraram nunca mais
a vi desde então!
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É AMOR OU É PAIXÃO?
... o amor é inexplicável
e a paixão é o bem querer mais
perseguido pelas proibidas casadas
quando olham para fora
das janelas de suas
casas;
o amor é fruto
de convivência, de luta conjunta
e de resistência; a paixão é um delicioso
sentimento cego de êxtase
e tesão;
no amor as fêmeas
conquistam o homem com o coração,
na paixão conquistam com a boca,
com os peitos, com a xana
e com a incontrolável
e insaciável volúpia por paus e montes
que as façam enlouquecer naqueles
jardins ou cômodos escondidos
em que encontram seus
bastardos amantes;
o amor nunca é fatal
e vence à própria fatalidade, o desejo
morre após os disparos
dos inevitável gozos
que levam
a posteriores quedas, advindas de uma id
totalmente descontrolada e confundida
com, do amor, a espiritualidade!
e a paixão é o bem querer mais
perseguido pelas proibidas casadas
quando olham para fora
das janelas de suas
casas;
o amor é fruto
de convivência, de luta conjunta
e de resistência; a paixão é um delicioso
sentimento cego de êxtase
e tesão;
no amor as fêmeas
conquistam o homem com o coração,
na paixão conquistam com a boca,
com os peitos, com a xana
e com a incontrolável
e insaciável volúpia por paus e montes
que as façam enlouquecer naqueles
jardins ou cômodos escondidos
em que encontram seus
bastardos amantes;
o amor nunca é fatal
e vence à própria fatalidade, o desejo
morre após os disparos
dos inevitável gozos
que levam
a posteriores quedas, advindas de uma id
totalmente descontrolada e confundida
com, do amor, a espiritualidade!
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Comentários (7)
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SEMPRE SUSPREENDE-ME COM TUA INESGOTÁVEL INSPIRAÇÃO. AMO TEUS POEMAS PARA A FLOR DE INVERNO, sinceramente. Saudações Alenarinas da Flor*
Por tudo, mais uma vez, obrigada! ¨¨¨¨¨Beijo_Flor*
Trivium
Olá, cara. Gostei bastante desta poesia tua. Você com partilha suas poesias em algum outro site que não este?
E eu tenho acompanhado toda esta história... E eu tenho me sentido feliz com as ''gotas orvalhadas'' que representam um passo a cada dia. Estamos juntos.
Lindo e provocante!





Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*