A causa é bem simples. Não é só pai e mãe. Nem nossas indignações. É a loucura que nos inebria. E sendo assim loucura e folia. Sem trabalho mais mansidoes.
O malandro conquistador. Se faz de boa gente. De gente decente se faz. Sem olha para traz nem mesmo para frente. Não sendo de serventia na carroca contente. Como o burro o cavalo que tanto agrada,tanto agradou. Com suas viseiras, Muita gente. E com suas mentiras contente. Diz da mulher uma flor. A levar até onde pode. E nessa sorte não colocá-la. Em meio a que não plantou. E nisso como mentira,ela flor cativa. No chão desmoronou. Por ele soltar essa flor. Como um que colhe e solta.
105
Os dois
Os dois. Um sem.pai e mãe. Que somente o destiruiria transformano em nada ou quase isso. E a outra. Que a mãe e o pai. O tornaria messalina. A prostituta. Porém o sangue os torniu melhor. E assim os dois num só. E assim fizeram se.
72
Usar e abusar
Usar e abusar da gente. Querer o qu e temos. E fazernos de escravos. De não ser dignos do prato que comemos e assim trabalhar sem ver o que plantamos e colhemos. De tal forma nem reconhecer o que fazemos.
42
Danadinha
Danadinha. Era até boazinha. Mais caia em qualquer conversinha. Pensando ser a vida fácil e não é nao. Muitos lhe ofereciam os bens da vida. Riqueza,poder e tudo o que o dinheiro pode comprar. E a cobrir de presentinhos. Cono se fosse um mimo. Levar a vida sem trabalhar. E essa ia em desalinho,por querer viver como princesa e não fazer nada não. E até vender seu prestígio,pra quem não podia guardala não. Até alguns outros prometiam uma vida em alinho,para levar sua flor em vão. Mais quem de verdade ama,não leva só a flor e promete tudo ou quase isso. Mais vive junto,e fazem seu compromisso.
112
O ladrão
O ladrão. Tira tudo. Não dá nada. Se dá pouco. É atrapalha a jornada. Esse é o dilema da roça hedionda. No fio da navalha. Até os casais. Se juntam para levar. É o sexo da mortalha. Com homem de batalha. Vai um bobo na sola,no calcanhar. Até compra é vende é vende o que tira do chão.
Tornou-se vício então só gentil mal educado.
51
Incapacidade
Incapacidade. E não saber ganhar. Nem o pão comadre e conpadre. E não nao ter nem chão para pisar. Nem mesmo o abrigo. E não ter nem ação. E viver nos sonhos e pesadelos.
67
Pão
Pão. Eu compro dizia o homem. Até os serviços do padeiro. E como o pão por inteiro. E vendo também. E coloco como convém. A venda o pão. E o reecheio então. O que eu vendia pro padeiro. Na troca do pão eu ganho o lucro inteiro.
107
Televisão
Televisão. É o que o povo vê. É diz fazer. Igual ao personagem. É fazer se verdade. Somente para aparecer. É riem é choram. Como covardes. Esses telespectadores de verdade. Podem destruir. Com assédio podes crer.
37
Pão
Pão. Eu compro dizia o homem. Até os serviços do padeiro. E como o pão por inteiro. E vendo também. E coloco como convém. A venda o pão. E o recheio então. O que eu vendia pro padeiro. Na troca do pão eu ganho o lucro inteiro. Só não tenho padaria,vendo na bicicleta o pão. E quando não tenho recheio me dano por inteiro. Por não ter negócio,não. E monto na bicleta e digo lá vamos nós. E com os nós,roubo do vizinho quando não tenho, as galinhas. E volto pra onde eu couber. E engano quem precisa com uma falcatrua decidida,como quem convém eu enganar. E assim vivo nas custas de quem puder,sem ver o trabalho do padeiro para vender seu pão,ou do trabalhador que compra. E até do vizinho que cuida das galihas e do padeiro para construir sua padaria. E que ate roubei as galinhas para vender pro padeiro o recheio que vendi outrora.
102
Come e caga
Muitos e muitas. São os verdadeiros. Come e caga. Não faz nada a não ser. Incrustar em suas orelhas. Adornar seus lares. E seu corpo perfumar. Para apreaentarse como pavões. Em um palco pobre. De luxo onde a imensidão. Tornase escuridão. E farfalham,farfalham.