Lista de Poemas

Usar e abusar

Usar e abusar da gente.
Querer o qu e temos.
E fazernos  de escravos.
De não  ser dignos do prato que comemos e assim trabalhar sem ver o que plantamos e colhemos.
De tal forma nem reconhecer o que fazemos.
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Ubu

Ubu sabe.
Que tem de pagar.
Que nem relogio trabalha,
De graca.
E nessa jornada.
Não  espere de quem.não  tem roubar.
Pois necessitamos de alguns bens.
E embora convém.
Um laboro.
25

Os encrequeiros e a cachotrada

Os encrequeiros querendo levar o que o outros tem.
Ser o outro.
Fazem cachorrada.
Arrumam confusao até  reaultar em morte.
E morrer.
Ou tornar debilitadas seu alvo de inveja.
Pra ter e ser o que seu alvo é e tem.
E ate discutir e  envergonhar.
Não  sendo e tendo nada tá!
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Usar e abusar

Usar e abusar da gente.
Querer o qu e temos.
E fazernos  de escravos.
De não  ser dignos do prato que comemos e assim trabalhar sem ver o que plantamos e colhemos.
De tal forma nem reconhecer o que fazemos.
109

Como queriam representar

Alguns queriam representar para nois o casal.
Como pessoas que conhecem que sabem e gente que faz.
Sendo cópias  mordazes do que fazemos para a gente.
Outros queriam representar  sem nem nunca pensar.
E colocarmos para atuar.
E colocarmos em uma confusão derrepente.
E muitos tentando representar pra gente.
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Educação

Educação não  vem só  de berco.
Nao vem só  de escola.
Na vem só  de livro.
Não  vem disso ou aquilo.
Mais vem de natureza.
E assim com clareza.
Sem mentiras na ilusão.
Ilusão  que é  só  sua então.
Produto do que fez e roubou.
Que a natureza sem temor.
Faca jus a justiça.
E cobre por direito  o que o justo por engano.
O injusto por astúcia rouba.
E a desigualdade s
e faz.
Por um ladrão  mordaz que diz que fala,faz e sabe.
Com a covardia dos que não  sabem,veem,pensam ou falam.
E na mentira,covardia e falsidade.
Com a unica coisa que tem e é produto de crime.
E querem operar com o produto criminoso.
Como  aqueles do crime e nunca que aprendeu.
E assim os que se tornaram escravagistas pedirem educação.
E como a tia catarrenta,monitorar e rastrear e esquadrinhar e ensinar errado.
E os alunos aprenderem com o erro que já vem prolongado.
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Peão de trecho II

Peão  de trecho.
No trecho peão.
Sem mulher em casa,bom.
Pega na rua galinha.
Onde o salário  de sua missão.
Permite viver então.
É fazer sua trilha.
Talvez uma doença  que pegou no caminho.
Com o lanchinho,com a merenda.
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Pão

Pão.
Eu compro dizia o homem.
Até  os serviços  do padeiro.
E como o pão  por inteiro.
E vendo também.
E coloco como convém.
A venda o pão.
E o recheio então.
O que eu vendia pro padeiro.
Na troca do pão  eu ganho o lucro inteiro.
Só  não  tenho padaria,vendo na bicicleta o pão.
E quando não  tenho recheio me dano por inteiro.
Por não  ter negócio,não.
E monto na bicleta e digo lá  vamos nós.
E com os nós,roubo do vizinho quando não  tenho, as galinhas.
E volto pra onde eu couber.
E engano quem precisa com uma falcatrua decidida,como quem convém  eu enganar.
E assim vivo nas custas de quem puder,sem ver o trabalho do padeiro para vender seu pão,ou do trabalhador que compra.
E até  do vizinho que cuida das galihas e do padeiro para construir sua padaria.
E que ate roubei as galinhas para vender pro padeiro  o recheio que vendi outrora.
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Televisão

Televisão.
É o que o povo vê.
É diz fazer.
Igual ao personagem.
É fazer se verdade.
Somente para aparecer.
É riem é choram.
Como covardes.
Esses telespectadores de verdade.
Podem destruir.
Com assédio podes crer.
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Usar e abusar

Usar e abusar da gente.
Querer o qu e temos.
E fazernos  de escravos.
De não  ser dignos do prato que comemos e assim trabalhar sem ver o que plantamos e colhemos.
De tal forma nem reconhecer o que fazemos.
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Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo