Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

n. 1988 BR BR

Hiperpoliglota,tradutor,poeta,contista, cronista.psicológo,psicanalista

n. 1988-06-07, Santos Dumont

Perfil
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A causa de nossa bitola,loucura e folia

A causa é bem simples.
Não é só pai e mãe.
Nem nossas indignações.
É a loucura que nos inebria.
E sendo assim loucura 
e folia.
Sem trabalho mais mansidoes.
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Biografia
Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo

Poemas

2739

Malandro conquistador

O malandro conquistador.
Se faz de boa gente.
De gente decente se faz.
Sem olha para traz nem mesmo para frente.
Não  sendo de serventia na carroca contente.
Como o burro o cavalo que tanto agrada,tanto agradou.
Com suas viseiras,
Muita gente.
E com suas mentiras contente.
Diz da mulher uma flor.
A levar até  onde pode.
E nessa sorte não  colocá-la.
Em meio a que não  plantou.
E nisso como mentira,ela flor cativa.
No chão  desmoronou.
Por ele soltar essa flor.
Como um que colhe e solta.
105

Os dois

Os dois.
Um sem.pai e mãe.
Que somente o destiruiria  transformano em nada ou quase isso.
E a outra.
Que a mãe  e o pai.
O tornaria messalina.
A prostituta.
Porém  o sangue os torniu melhor.
E assim os dois num só.
E assim fizeram se.
72

Usar e abusar

Usar e abusar da gente.
Querer o qu e temos.
E fazernos  de escravos.
De não  ser dignos do prato que comemos e assim trabalhar sem ver o que plantamos e colhemos.
De tal forma nem reconhecer o que fazemos.
42

Danadinha

Danadinha.
Era até boazinha.
Mais caia em qualquer conversinha.
Pensando ser a vida fácil  e não  é  nao.
Muitos lhe ofereciam os bens da vida.
Riqueza,poder e tudo o que o dinheiro pode comprar.
E a cobrir de presentinhos.
Cono se fosse um mimo.
Levar a vida sem trabalhar.
E essa ia em desalinho,por querer viver como princesa e não  fazer nada não.
E até  vender seu prestígio,pra quem não  podia guardala não.
Até  alguns  outros prometiam uma vida em alinho,para levar sua flor em vão.
Mais quem de verdade  ama,não  leva só  a flor e promete  tudo ou quase isso.
Mais vive  junto,e fazem seu compromisso.
112

O ladrão

O ladrão.
Tira tudo.
Não  dá  nada.
Se dá  pouco.
É atrapalha a jornada.
Esse é  o dilema da roça  hedionda.
No fio da navalha.
Até os casais.
Se juntam para levar.
É o sexo da mortalha.
Com homem de batalha.
Vai um bobo na sola,no calcanhar.
Até  compra é vende é vende o que tira do chão.

Tornou-se  vício então só gentil mal educado.
51

Incapacidade

Incapacidade.
E não saber ganhar.
Nem o pão  comadre e conpadre.
E não  nao ter nem chão  para pisar.
Nem mesmo o abrigo.
E não  ter nem ação.
E viver nos sonhos e pesadelos.
67

Pão

Pão.
Eu compro dizia o homem.
Até  os serviços  do padeiro.
E como o pão  por inteiro.
E vendo também.
E coloco como convém.
A venda o pão.
E o reecheio então.
O que eu vendia pro padeiro.
Na troca do pão  eu ganho o lucro inteiro.
107

Televisão

Televisão.
É o que o povo vê.
É diz fazer.
Igual ao personagem.
É fazer se verdade.
Somente para aparecer.
É riem é choram.
Como covardes.
Esses telespectadores de verdade.
Podem destruir.
Com assédio podes crer.
37

Pão

Pão.
Eu compro dizia o homem.
Até  os serviços  do padeiro.
E como o pão  por inteiro.
E vendo também.
E coloco como convém.
A venda o pão.
E o recheio então.
O que eu vendia pro padeiro.
Na troca do pão  eu ganho o lucro inteiro.
Só  não  tenho padaria,vendo na bicicleta o pão.
E quando não  tenho recheio me dano por inteiro.
Por não  ter negócio,não.
E monto na bicleta e digo lá  vamos nós.
E com os nós,roubo do vizinho quando não  tenho, as galinhas.
E volto pra onde eu couber.
E engano quem precisa com uma falcatrua decidida,como quem convém  eu enganar.
E assim vivo nas custas de quem puder,sem ver o trabalho do padeiro para vender seu pão,ou do trabalhador que compra.
E até  do vizinho que cuida das galihas e do padeiro para construir sua padaria.
E que ate roubei as galinhas para vender pro padeiro  o recheio que vendi outrora.
102

Come e caga

Muitos e muitas.
São  os verdadeiros.
Come e caga.
Não  faz nada a não  ser.
Incrustar em suas orelhas.
Adornar seus lares.
E seu corpo perfumar.
Para apreaentarse como pavões.
Em um palco pobre.
De luxo onde a imensidão.
Tornase escuridão.
E farfalham,farfalham.
36

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