A causa é bem simples. Não é só pai e mãe. Nem nossas indignações. É a loucura que nos inebria. E sendo assim loucura e folia. Sem trabalho mais mansidoes.
Essa é história dos quatro. Um bicha rico,que do cu esfolado. Tomando chifre da mulher. Vivia nos galho. O maconheiro metido a pobre. Que porra o oi dos outros na briga. O mendigo metido a rico que briga e também vive de nada e diz tudo. O pistola norena que ferra os outros. Essa são as classes.
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Como queriam representar
Alguns queriam representar para nois o casal. Como pessoas que conhecem que sabem e gente que faz. Sendo cópias mordazes do que fazemos para a gente. Outros queriam representar sem nem nunca pensar. E colocarmos para atuar. E colocarmos em uma confusão derrepente. E muitos tentando representar pra gente.
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De onde venho prra onde vou
De onde venho pra onde vou era uma senhora,com espírito de porco ela queria dar no olho e ganhou somente a sola,dessas botas velhas,que não servem a não ser para amassar barro no chão,e como lavadeira sim ou não vive de sua freguesia um marido das botinas,panela,ferro,fogão pra esquentar no fogão e eafriar na pia por não saber se vai ou não e na sua indecisão vivia com rodo,vassoura e nisso ganhava o pão.Ainda que não fosse da faxina e nem lavadeira ainda,aquelas que no riacho a lavar são lindas.
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Danadinha
Danadinha. Era até boazinha. Mais caia em qualquer conversinha. Pensando ser a vida fácil e não é nao. Muitos lhe ofereciam os bens da vida. Riqueza,poder e tudo o que o dinheiro pode comprar. E a cobrir de presentinhos. Cono se fosse um mimo. Levar a vida sem trabalhar. E essa ia em desalinho,por querer viver como princesa e não fazer nada não. E até vender seu prestígio,pra quem não podia guardala não. Até alguns outros prometiam uma vida em alinho,para levar sua flor em vão. Mais quem de verdade ama,não leva só a flor e promete tudo ou quase isso. Mais vive junto,e fazem seu compromisso.
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Usar e abusar
Usar e abusar da gente. Querer o qu e temos. E fazernos de escravos. De não ser dignos do prato que comemos e assim trabalhar sem ver o que plantamos e colhemos. De tal forma nem reconhecer o que fazemos.
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Morte
Morte. O mundo da morte. É coisa que se vê. De uma natureza morta. Morta a natureza. Daquela que nasceu póstuma. Jaz. É fazendo amor com outro pai futuro pai,é com a mãe futura mãe, mãe da futura mãe com mãe e com a mãe do noivo o pai com o noivo e o pai do noivo o noivo com a mãe o pai e o pai e mãe da noiva e a noiva com o noivo,noiva e mãe da noiva e mulheres assim com as mulheres todas da família fazem amor uma com as outras é com os homens todos da família. É com os avós se estivessem vivos e os futuros filhos é filhas. Esse é um longo caminho para o amor.
71
Prepotente
Prepotente. Que dizer que é. Que tem. Que sabe. Que faz. Que pode. E nada faz,faz nada e nada faz. Nada como um peixe faz. E vive na espreita dos outros pra dizer que é melhor. E finge quando se relaciona.
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Estudos
Estude até por earudar. Ou talvez fique louco. E em total desconforto. Com o que existe lá. E nisso não se pode falar. Mais da loucura ou sanidade. Deus não põe covardes a empteitar. Da enxada ou da caneta. Ambos com certeza tem de saber pra falar.
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Artista e empresário
O empresário e vagabundo e gosta de por os Zoto pra ralar feito um covarde e puxa carroca se tiver de fazer. O artista com seus comos e porquês narra em simetria. O traficante,o ladrão,o vagabundo. E isso tudo é justo. Quando se põe essa gente na nrrativa. E os que pensam ou os unicos que pensam vem essa gente numa fria com qualquer posição,artista ou outro. De posição. E os faz nada que vive nas costa.
71
Capacidade
Capacidade não é termo pra covarde. E termo e acão. Pra quem sabe então. E use quem usar.