Lista de Poemas

Boizin da cidade

Quer de verdade tudo levar.
É falar que fica com todas as mulheres.
Não  se mistura com ninguém.
É faz o que lhe convém.
É o que prefere.
É sem o aval se ninguém.
Vive como prefere.
Mesmo com carros,mansões  é alta conta bancária.
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Pão

Pão.
Eu compro dizia o homem.
Até  os serviços  do padeiro.
E como o pão  por inteiro.
E vendo também.
E coloco como convém.
A venda o pão.
E o reecheio então.
O que eu vendia pro padeiro.
Na troca do pão  eu ganho o lucro inteiro.
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Hipótese Trifuncional

Essa é história dos quatro.
Um bicha rico,que do cu esfolado.
Tomando chifre da mulher.
Vivia nos galho.
O maconheiro metido a pobre.
Que porra o oi dos outros na briga.
O mendigo metido a rico que briga e também  vive de nada e diz tudo.
O pistola norena que ferra os outros.
Essa são as classes.
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Come e caga

Muitos e muitas.
São  os verdadeiros.
Come e caga.
Não  faz nada a não  ser.
Incrustar em suas orelhas.
Adornar seus lares.
E seu corpo perfumar.
Para apreaentarse como pavões.
Em um palco pobre.
De luxo onde a imensidão.
Tornase escuridão.
E farfalham,farfalham.
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O ladrão

O ladrão.
Tira tudo.
Não  dá  nada.
Se dá  pouco.
É atrapalha a jornada.
Esse é  o dilema da roça  hedionda.
No fio da navalha.
Até os casais.
Se juntam para levar.
É o sexo da mortalha.
Com homem de batalha.
Vai um bobo na sola,no calcanhar.
Até  compra é vende é vende o que tira do chão.

Tornou-se  vício então só gentil mal educado.
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O que é do homem o bicho não come

Essa mulher quer o qie é  seu.
Te escravizar.
Te derrubar.
E depois tchau.
Tá  igual os que querem o dela e bau bau.
O que é  do homem o bicho não  come.
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De onde venho prra onde vou

De onde venho  pra onde vou era uma senhora,com espírito  de porco ela queria dar no olho e ganhou somente  a sola,dessas botas velhas,que não  servem  a não  ser para amassar  barro no chão,e como lavadeira sim ou não vive de sua freguesia um marido das botinas,panela,ferro,fogão pra esquentar no fogão  e eafriar na pia por não  saber se vai ou não e na sua indecisão vivia com rodo,vassoura e nisso ganhava o pão.Ainda que não  fosse da faxina e nem lavadeira ainda,aquelas que no riacho a lavar são  lindas.
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Perfume

Como um perfume.
Que se sente a fragrância até  o fim.
E assim consome.
Também muitos udam os outros.
 E ate a alma,mente e corpo.
Consomem.
E até  no cansaço  consomem.
Isso quando não  perfumam coisa ruim.
Como uma privada.
Exatamente como uma tortuta alucinada.
De qiem roubo.
O perfume.
E de quem roubou.
A essência.
E nunca criou.
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O sacrifício

O sacrifício.
E pra quem quer se impor.
E não  se impõe.
E toda desgraça,
Por cima dele paira.
Quem não  tem o poder.
E todos contra ele.
Contra sua família.
O poder e de quem faz.
De quem o maneja.
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Chiar,chiou

Chiar e a história  de um traficante.
E chiou a história  de um usuário.
De tanto um humilhar e falar chia.
O outro chiado na correria.
E um e outro chiando.
E o povo todo aplaudindo.
E estimulando mais.
Então  nessa bosta assaz.
Nesse chia e casca fora mordaz.
Haja vaso sanitário  pra quem mais chia.
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Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo