Lista de Poemas

A viagem

A viagem.
Pode ser como onagro velho.
Pode ser como mané jumento.
Pode ser como Pipemo.
Pode ser um disparate.
Pode ser sem brilho.
Pode ser de luz.
Pode ser de sombras.
A viagem é limite.
O limite do caminho.
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Bebedor de lavagem

Regra do bebedor de lavagem,da bonita e do Lampião.
Era coisa que logo se via
Querendo te comprar e assim queria.
Até com promessas o que mais você queria.
E te dar e dizer que sim.
E por um tris.
Você não ser trucidado.
pois se você se acostumar a pedir.
E essa gente assim te fazer aniquilado.
Pois e como um jogo de quem tem.
E troca porém.
Mais não tráfico de escravos
Ambas as partes.
Concluem.
Que nessa natureza possuí.
Seu verdadeiro trato..
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Menoridade

O mundo da criança.
Criança do mundo.
Como o poeta Florisbundo.
Nunca da criança.
A menoridade tamanha.
A obra poética ulteriormente cantada.
Sem sombra ou atordoada, menoridade!
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Sou poeta

Sou o poeta.
Que em minha poesia.
Cantei vícios e virtudes.
De povo de histórias.
De gente cono a gente que não é remota.
Mesmo sendo não ser gente.
Cantei a vida é o brado do poeta.
Assim como o brado do forte do meuhino.
Canto em outras terras.
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Sem perdões

Dando as coisa que são minhas para traficantes.
Ou para pessoas comprarem a baixo custo.
Muito msis baixo.
De graça.
Pois essas são na inveja,covardia e malícia.
E nunca pagam nem vão pagar preço justo.
E com orgulho batem no peito e dizem que tem e é meu.
Na presunção do roubo do furto.
Na covardia como ladrões.
E te jogam para baixo sem perdões.
Para alcançar algo que nunca acabará e é seu.
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A visão

A visão.
É pra quem tem.
Se você não tem, não fique cobicoso.
E nas coisas do mundo que se ve e
identidade e visão e pra ter.
Não na inveja,na cobiça,na velhacaria de roubo.
E assim não ter pois se trata de gente.
Horrosa,que fala bosta.
E quer meu produto e ainda respostas.
Paguem!
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Tempos de crise

Tempos de crise.
É quando família bsem auxílio.
O único caminho o crime.
Ou o trafico de drogas.
No nordeste e caminhada até de uma hora.
Para a escola com merenda.
E quem sabe da favela a prenda.
De ir para a escola e ser orgulho do pai.
Que mesmo no tráfico de drogas.
Muito não paga pato,mais sem estudo,velho.
Sem emprego.
Na cidade não tem.
So o crime porém a edificar seu terreiro.
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Grandes Empresas

Grandes empresas e geandes negócios.
No Brasil renoto.
Contratos pra festas afundou.
E o país muito amargou.
Com um recesso na vida do trabalhador.
Se sem temor colocassem os pingos nos is.
E retornassem o fruto ao país.
Muita gente iria sorrir.
Mais ainda tem um trabalho remoto.
O país anda em negócio.
Nas mãos do trabalhador.
Que agora emoregador.
Não chora mal negócio.
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Carupita

Carupita,ele tá de olho na barata dela.
Claro que o primo tá de olho na barata dela.
Ainda que ela não sejs uma barata.
Engordou de comer.
Ehh Carupita cobta criada..
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Comer

Comer.
E ter prazer pode ser lasanha ou profteroles.
pode ser arroz com feijão ou pão.
Se a fome for muita.
Ainda com inveja do meu pão ou pasanha.
Você padece bacana por não ter o que é meu.
Até querer aparecer.
Com inveja de minha fama.
Aí você não deita na cama.
De covardia ou inveja.
Como eu já cantei em minha lira.
Sejacom empresa ou comércio.
Seja com ciências como eu.
Viver como eu.
Ter bens como eu.
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Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo