Lista de Poemas

Bumba no cu

Bumba no cu.
Era o pessoal sem dinheiro.
E como dizem os cadeieros.
Bumba é celular.
Mais sem grana na cadeia não dá.
E bumba no cu.
Também não.
E na rua sem direito.
Quer brigar e falar que tem.
Mais só pela droga tem.
O bumba no cu.
E na rua quer brigar e roubar.
Para a droga sustentar.
E ninguém dá ousadia também.
E na rua querem,
brigar,espancar ou até matar.
E só cairam nessa por essas vadias metidas da ruafalarem que tem.
E as mesmas nem sendo tão vadias ou vadias riem de você nas ruas.
Ou nem te vêem.
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Macaco Jabudao e Cocô Channel

Macaco Jabudao.
Macaco treinado no roubo.
Acabou na rua.
Com macaco Godelo,O Rinchincho.
E maca leoncia peitinho muchibinha.
e os macaquin
E os filhote.
Já Côco Channel.
Fedorenta.
Queria ser branca.
Sendo uma faxineira preta.
Mais suatentava o lar.
Com seu trabalho.
E de seu marido.
Isso não serve de alarido.
Pois nem todo branco quer ser preto e vice e versa.
Independente das qualidades.
Independente andar com covqrdes.
Mesmo não passsando de faxineira.
Queria ser Channel não passando cocô.
E sua faxina era feita mali porcamente.
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Cachorrada, minha infância e chifres

Cachorrada como diz o Santos Dumonesnse para confusão.
É olhar então ever inveja, manipulação e covardia.
Dos que não tem e nunca viveram um dia.
Minha infância foi aprendendo e lendo com quatro anos emeio de idade.
Os romances selvagens.
E o livros que tinha em casa.
Foram rudomentos do inglês com cinco anos.
E happy birthday dear Bell.
Na escolacom cinco rudimentosdo inglês com cantos.
E informática nas aulas com cinco.
Na Santos Dumont que amo.
Foram os passaros que ganhei.
E os brinquedos Jaspion,Né Man,Esqueleto, policiais com notinhas,carrinhos de controle remoto.
E as bicicletas até na juventude, bicicletas boas de alumínio ou de rodinha ou outras.
E ainda as músicas em dita depois as coleções de revista de Rock n roll e as camisas de banda.
E cds centenas de rock n roll e metal, música clássica,funk,pagode,samba,e, ópera.
e naquela época até telefone que era difícil de brinquedo claro.
E o vídeo game Atari,o PlayStation só o NeoGeo que não.
E depois os carrinhos da Mobil os melhores já vistos.
Com cinco e meio.
Meu pastor Belga,meu fila Brasileiro ranjado Nera,meu coquer Snoop,e os heróis Cigano e Nadina cães adestrados pastores alemães.
E o pastor perigoso o Dwow.
E meu coleiro Carequinha e Egídio.
Todos registrados e dentro da lei como meu tico tico enfemiando com pardal.
A estrelinha  o tico tico.
e até o tziu o piriquito.
Foram as pipas os ratos de papel para soltar.
E sabe-se be! lá.
Na juventude os torneios de passarinhos.
Onde o Ganso e o Suruco trinca ferros soberbos.
Com o Tico Tico Gaguinho impunham respeito.
Chifres de mulher, não.
Pois o caraque queria colocar.
De inveja e aflição sem estar.
Nunca colocou.
E so pensou.
E com isso nunca foi ficar.
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Mulher que se vende e saber viver II

Mulher que se vende.
E da o produto pro seu homem.
Não muito obstante.
Seu homem é o que mais tem.
Mas importa o produto porém.
Pois quem paga recebe.
E sendo breve.
Seu homem não tem.
E fazer de bem.
Não sendo prostituta,mais se vende bem.

Saber viver e ter inveja ou na covardia.
Como eu escrevi como poeta.
E não viver.
É não ter história.
E mesmo na ignorância como céu,inferno
Ou esquecido de tudo.
Se se inveja ou na covardia
E manipulação.
Não fosse então.
E viver sua vida defendendo de inveja e covardia dos que não tem.
E na manipulação eles querendo então ser e viver  eu de inveja.
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Ludibriar

Ludibriar.
Querer.
Ludibriar.
O mesmo que covardia.
Na mesma inveja.
Cm a mesma cachorrada.
E com ousadia.
E roubar e tomar.
Com inveja,covardia.
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Minha história

Queriam mnha história.
Sim queriam viver minha história.
E com as suas terminar.
E eu de tudo esquecer.
Da minha própria.
Pela invejs e covardia.
Dessa gente viver.
E assim ser eu.
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Sexo

Sexo a todo instante.
Sexo que mais puder.
Sexo no motel no drive in na rua na cama
Quem trepa mais não se acanha.
Assim tudo não teve fim.
Sexo com drinks.
Cerveja.
Sexo durante as sextas feiras.
Sexo com pessoas máquina.
E roubando para manter esse luxo.
Do sexo que nunca foi corrupto.
Somente diversão enfim.
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Vontade de drogas

Vontade da droga.
É ficar de bolinho.
É não ter um prazerzinho.
Que seja de fato tal.
E loucura com loucurq doença.
De viver o pesadelo sem clemência.
E a única sensação boa é a droga.
E assim viver em locas.
Ou nas ruas como mendigo.
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Nega, ordinária e ladrona

Nega, ordinária, ladrona.
Queria ser minha mulher.
E como um fantasma qualquer.
Parente da gente feia.
E numa vingança como sereia.
Eu correr atrás de sua xereta.
Nega, ordinária,ladrona.
Com sua família fofoqueira.
E. seu pai chei dela,na birita.
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Do Estado de paz

Do estado de paz.
Digo assim,assaz.
do perfeito.
Fa vida perfeita.
Bem vivida.
Onde doenças.
Não existam.
Nem clamores existam.
Do sofrimento.
Nem da dor.
Nem um só momento.
Somente a paz.
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Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo