Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

n. 1988 BR BR

Hiperpoliglota,tradutor,poeta,contista, cronista.psicológo,psicanalista

n. 1988-06-07, Santos Dumont

Perfil
194 006 Visualizações

A causa de nossa bitola,loucura e folia

A causa é bem simples.
Não é só pai e mãe.
Nem nossas indignações.
É a loucura que nos inebria.
E sendo assim loucura 
e folia.
Sem trabalho mais mansidoes.
Ler poema completo
Biografia
Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo

Poemas

2739

Carruacica

Carruacica.
Faça.
mesmo que sendo em Cariacica.
Ou com a rua cica.
Do banquete de macarrão.
Se puder então,mesno sem ousadia.
Nas recreações.
Do trabalho.
Faça  a vida!
E com sua família de pai e mãe.
E sua nova família.
118

Macaco Jabudao e Cocô Channel

Macaco Jabudao.
Macaco treinado no roubo.
Acabou na rua.
Com macaco Godelo,O Rinchincho.
E maca leoncia peitinho muchibinha.
e os macaquin
E os filhote.
Já Côco Channel.
Fedorenta.
Queria ser branca.
Sendo uma faxineira preta.
Mais suatentava o lar.
Com seu trabalho.
E de seu marido.
Isso não serve de alarido.
Pois nem todo branco quer ser preto e vice e versa.
Independente das qualidades.
Independente andar com covqrdes.
Mesmo não passsando de faxineira.
Queria ser Channel não passando cocô.
E sua faxina era feita mali porcamente.
118

Pipa paga mulher

Pipa paga mulher.
Não ue seu piru seja modesto
ou torto.
Ou que nessa vida.
So tome no olho.
E pague por sexo
Sem dele gostar.
E segue assim como seu pai.
E nessa de vem e vai.
So na rola sente prazer.
96

Trapassa

Trapassa.
trapassa existe sim
Por inveja em fim.
Ou para te ver no buraco.
Para apreviar o prato.
Do arroz sem fim.
Pois como dizem alguns a mistura não apreciou.
Pois não foi nascido para este fim.
57

Ferreiro do trem e a ignorância

Ferreiro do trem.
como diz o bom mineiro da pares intimas.
Mais esse era do trem na linha.
E nunca que comia salsicha.
Pois o trem tinha discaririlhado.
O trem desua mulher.

A ignorância é assim.
Sabendo ou não sabendo.
Por boato em fim tal como um apagão.
Cresce os oi então por inveja e covardia
49

Sem fiuhh

Sem fiuhh.
Ou sem filho.
Casal que dá maldade com criança.
Em boa hora.
Nem nascida.
Pois Deus não permite.
A pobre criancinha.
Sofre sem demora.
148

Corruptela de políticos menores e o pão

Corruptela que chamo roubo de políticos menores.
E a alimentação depende do campo.
Sendo assim não se acaba.
A não ser se plantar.
E com as mãos de cultivar.
O trabalho,de vender e comer.
Assim se vão os dias.
Faça para comer.
E mesmo com bolinhos de barro.
Procure suave javali.
Como tem nos Brazis.
E na África também.
E políticos como digo.
São as provas que os prendem.
106

Cachorrada, minha infância e chifres

Cachorrada como diz o Santos Dumonesnse para confusão.
É olhar então ever inveja, manipulação e covardia.
Dos que não tem e nunca viveram um dia.
Minha infância foi aprendendo e lendo com quatro anos emeio de idade.
Os romances selvagens.
E o livros que tinha em casa.
Foram rudomentos do inglês com cinco anos.
E happy birthday dear Bell.
Na escolacom cinco rudimentosdo inglês com cantos.
E informática nas aulas com cinco.
Na Santos Dumont que amo.
Foram os passaros que ganhei.
E os brinquedos Jaspion,Né Man,Esqueleto, policiais com notinhas,carrinhos de controle remoto.
E as bicicletas até na juventude, bicicletas boas de alumínio ou de rodinha ou outras.
E ainda as músicas em dita depois as coleções de revista de Rock n roll e as camisas de banda.
E cds centenas de rock n roll e metal, música clássica,funk,pagode,samba,e, ópera.
e naquela época até telefone que era difícil de brinquedo claro.
E o vídeo game Atari,o PlayStation só o NeoGeo que não.
E depois os carrinhos da Mobil os melhores já vistos.
Com cinco e meio.
Meu pastor Belga,meu fila Brasileiro ranjado Nera,meu coquer Snoop,e os heróis Cigano e Nadina cães adestrados pastores alemães.
E o pastor perigoso o Dwow.
E meu coleiro Carequinha e Egídio.
Todos registrados e dentro da lei como meu tico tico enfemiando com pardal.
A estrelinha  o tico tico.
e até o tziu o piriquito.
Foram as pipas os ratos de papel para soltar.
E sabe-se be! lá.
Na juventude os torneios de passarinhos.
Onde o Ganso e o Suruco trinca ferros soberbos.
Com o Tico Tico Gaguinho impunham respeito.
Chifres de mulher, não.
Pois o caraque queria colocar.
De inveja e aflição sem estar.
Nunca colocou.
E so pensou.
E com isso nunca foi ficar.
118

Cracolândia

Cracolândia.
É mato.
Traficante querendo subir e usuário noiado.
Um na fissura da droga.
Outro na sede por grana.
Que é pouca.
Mata usuário.
Em cidades menores.
Para fazer de cavalo.
Mais a droga tem seu preço amigo!
Se você se envolveu.
De certo no preço que paga você não perdeu.
60

Mulher que se vende e saber viver II

Mulher que se vende.
E da o produto pro seu homem.
Não muito obstante.
Seu homem é o que mais tem.
Mas importa o produto porém.
Pois quem paga recebe.
E sendo breve.
Seu homem não tem.
E fazer de bem.
Não sendo prostituta,mais se vende bem.

Saber viver e ter inveja ou na covardia.
Como eu escrevi como poeta.
E não viver.
É não ter história.
E mesmo na ignorância como céu,inferno
Ou esquecido de tudo.
Se se inveja ou na covardia
E manipulação.
Não fosse então.
E viver sua vida defendendo de inveja e covardia dos que não tem.
E na manipulação eles querendo então ser e viver  eu de inveja.
70

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.