Lista de Poemas

Falsidade Ideológica e um sete um

Falsidade ideológica
E querer se passar por outro.
E sem muito desgosto.
Angariar o que não e seu.
E se de inveja e incapacidade,morreu.
Procure com seus braços e pernas.
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Fantasma da primeira mulher da juventude

Fatasma da primeira mulher da juventude.
Que quis.
Não sabia ela.
Não sabia eu.
Que na agitações do mundo.
Eu como Raimundo.
Ela Raimunda.
E um ébrio de paixões.
Fui então sem sermões.
Não a atingi,nem ela eu.
Esse fantasma foi sempre distante.
E aproximando agitante.
Quase que dessa vida parti.
Eu sem fim.
Ela sem fim.
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É proibido,proibir obra do Sartre sob minha breve perspectiva

De fato proibir somente o que é ruim porém e no entanto proibir para não se fazer quando se tem capacidade e é produto de seu esforço para desta forma levar o seu produto como forma de coação, não devemos proceder desta forma quando se em seus próprios elementos legitimamente apreendidos.
70

Trapassa

Trapassa.
trapassa existe sim
Por inveja em fim.
Ou para te ver no buraco.
Para apreviar o prato.
Do arroz sem fim.
Pois como dizem alguns a mistura não apreciou.
Pois não foi nascido para este fim.
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De bolinho com a patota acaba de mendigo

De bolinho com a patota.
Vai muita nota.
Naquele velho palavrear.
E muitos podem falar.
Que rapou,ou deu uma cafungada.
E depois do pó a pedrada.
Da lata o veneno ficar.
Você sabe recuperar?
Ou tá de bolinho com a patota
E sabe como bem se nota,
Em sua vontade,sei lá.
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Brigas e tudo me dá

Brigas e tudo que tem me dá.
Seja na conversa,
ou em errado você andar.
Seja na Persuasão.
De levar o seu na mão.
E de nada te dar.
E do seu apropriar.
Com uma bagatela.
Ou te levar na ideia.
E tudo seu levar,
vendo o seus caminhos
e sem desatino.
Do que é seu apropriar.
E também nas brigas levar.
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Do inferno desde de cedo

Dos infernos como em minha lira.
Um povo que não pensa não se alinha.
E mata e morre e nada constrói.
E em invejas faz.
O qur jamais foi
produto da vontade nobre.
E aliciando desde menor no copo de cerveja a
fa!ilia.
Muito se viria ao inferno pobre.
Mais não pobre com honra.
Mais com desonra da inveja.
E matar com o mesmo direito quedeu a luz.
E que juntos viveram.
Ou nos copos de cerveja gastar o que é seu.
E quem fez com o que deu a luz, destruir.
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O território

O território.
É coisa que se vê.
E coisa notória.
Quando se tem espaço.
  Nem sobra espaço pra desengano.
  Onde o ar corre.
  A água é limpa.
  E vôo é maior.
  E coisa bela.
  Vere vver a liberdade.
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Meu primeiro amor, não sei.

mamãe sacode foi.
a primeira mulher que amei.
ou se disso não sei.
Sobrinha emprestada da mamãe sacode.
e que nos ronpantes no pôde.
Me dar o que eu queria.
Como o bom mandrião fazia.
Em chamar dantesco Dante.
E mamãe sacode era sua parente feia.
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Nem,nem

Você não arruma seu quarto.
Você não lava seu cocho.
De fato.
Quantro o trabalho é muito.
Não se tem gosto.
Porém se puder cuide.
Assim comoos judeos no Deserto sem banho.
Lave as mãos sem pranto.
E seu trabalho é Deus que ajude.
E se pude pagar para limpar limpe.
E é porco ou porca.
Por não fazer nada e não limpar.
Nem estudo,nem trabalho!
Só não scute essa gente que fala demais.
E nada faz.
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Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo