Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

n. 1988 BR BR

Hiperpoliglota,tradutor,poeta,contista, cronista.psicológo,psicanalista

n. 1988-06-07, Santos Dumont

Perfil
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A causa de nossa bitola,loucura e folia

A causa é bem simples.
Não é só pai e mãe.
Nem nossas indignações.
É a loucura que nos inebria.
E sendo assim loucura 
e folia.
Sem trabalho mais mansidoes.
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Biografia
Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo

Poemas

2739

De bolinho você acaba de mendigo

De bolinha com a patota.
Vai muita nota.
Naquele velho palavrear.
E muitos podem falar.
Que rapou,ou deu uma cafungada.
E depois do pó a pedrada.
Da lata o veneno ficar.
Você sabe recuperar?
Ou tá de bolinho com a patota
E sabe como bem se nota,
Em sua vontade,sei lá.
55

Do roubo e da paz

Do roubo e da paz.
E coisa que se vê.
Mais quem roubou e não.
Sabe fazer.
Padece.
Por não saber.
E vive em guerra.
Não em psz.
116

Gerente da biqueira do interior

Te bato pois não tenho poder wou traficante do interior.
Vendo 60pedras de crack com 10gramas,mais com 100gramas eu vemdo mais e com um quilo
também e até com cem ou uma tonelada ou dez toneladas imagine 6000mil pedras com um quilo,
em 60000mil no interior a dez reais, pensem quantos viciados em Tô igual Cazuza na música essa droga que é malhada antes de eu nascer.Entao como dizem no interior serve!
84

Da coleção de orquídeas

Da coleção de orquídeas.
Era desde de cedo.
E o sol que brilha.
Eis o caminhar cedo.
As matas belas.
Os pássaros a despertar cedo.
O que fazemos aqui.
Mesmo com motivo pra rir por mal feito.
O café requentado de manhã.
E o trabalho que sabe.
O sustento,e de quem nunca te deu nada o lamento.
Msmo que no almoço carne pode e fetida pra comer.
93

Abigail,o demônio cheirador de peido de cavalo

Abigail,sem ser o álbum de música do King Diamond.
Era um demônio em uma carroça.
E até os peido cheirava.
dos cavalos que tratava.
E fazia a agressão do seu coche.
Algo prazeroso.
Pois amava o andar.
Mais ainda de escravizar
Quem tratava.
E por ele carregava.
A yralha pela cidade.
E até o tilburi de outras épocas.
Era covarde.
E quem trabalha pra ele,ele com chicote bate.
110

Carupita bucu rozcovo e a fome

Carupita bucu rozcovo e a fome
Era coisas distintas.
Ela não precisava pedir.
Pois de mulher tinha a pinta.
A fome coisa rudimentar.
Não se pode espera para saciar,
Mais as maos é de quem sabe trabalhar.
114

De bolinho com a patota acaba de mendigo

De bolinho com a patota.
Vai muita nota.
Naquele velho palavrear.
E muitos podem falar.
Que rapou,ou deu uma cafungada.
E depois do pó a pedrada.
Da lata o veneno ficar.
Você sabe recuperar?
Ou tá de bolinho com a patota
E sabe como bem se nota,
Em sua vontade,sei lá.
40

Cafezinho

Pinto de bosta e minhoca meio seven boys.
Um tinha o pão outro a digestão.
Então,assim foi então.
De gatas e outras.
A vida então.
Limpo ou dotado.
Sabe-se do almaço.
O lanche ou banquete.
Pode até ser cafezinho então.
93

Emprego

Dos empregos que tive.
E pertubado fui.
Por não agir na crise.
E cair.
Dos ofícios de tradutor a professor.
Do comércio e serviços com minha empresa não acbou.
Dos escritos que falo.
Das pintiras ou lavar carros.
Da serras ou do auxiar administrativo.
Que sem conflito.
Muitos não tive em CTPS.
Porém na secretaria ou de vigia.
Fiquei de auxiliar de laboratório.
Mais sem sangue ou velório.
Tive com a sinalização.
Ou então na manutenção.
Ou com  elétrica pensando em crise.
Se de trabalho não morrese.
Muitos padecessem de trabalho que tinha.
Eu também pesquisador.
123

É proibido,proibir obra do Sartre sob minha breve perspectiva

De fato proibir somente o que é ruim porém e no entanto proibir para não se fazer quando se tem capacidade e é produto de seu esforço para desta forma levar o seu produto como forma de coação, não devemos proceder desta forma quando se em seus próprios elementos legitimamente apreendidos.
78

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