A causa é bem simples. Não é só pai e mãe. Nem nossas indignações. É a loucura que nos inebria. E sendo assim loucura e folia. Sem trabalho mais mansidoes.
Fatasma da primeira mulher da juventude. Que quis. Não sabia ela. Não sabia eu. Que na agitações do mundo. Eu como Raimundo. Ela Raimunda. E um ébrio de paixões. Fui então sem sermões. Não a atingi,nem ela eu. Esse fantasma foi sempre distante. E aproximando agitante. Quase que dessa vida parti. Eu sem fim. Ela sem fim.
53
Bumba no cu
Bumba no cu. Era o pessoal sem dinheiro. E como dizem os cadeieros. Bumba é celular. Mais sem grana na cadeia não dá. E bumba no cu. Também não. E na rua sem direito. Quer brigar e falar que tem. Mais só pela droga tem. O bumba no cu. E na rua quer brigar e roubar. Para a droga sustentar. E ninguém dá ousadia também. E na rua querem, brigar,espancar ou até matar. E só cairam nessa por essas vadias metidas da ruafalarem que tem. E as mesmas nem sendo tão vadias ou vadias riem de você nas ruas. Ou nem te vêem.
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Vocês riram bostas
Vocês riram bostas. Bostas são vocês. E por serem bostas riem. E de muito riem. De me ver passar pra ver. E não se olham no espelho. Pois o espelho mente. E então em suas mentiras descontentes. Riem de mim.
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Roça Hendionda
Roça Hedionda Era ummtipo pouco comum. Com pessoas incomuns. Tipo de gente estranha. Muitos por bacanas chamava de roça hedionda. Porém um olhar arguto. Pois a relevar as belezas do lugar. Não someme o povo hediondo. Que com jeito de confronto. Queriam desmoronar o lugar.
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Maluca
Pipa fêmea por que tive um amor mal corespondido. E rica pobre. Fazia-se sabida. Fazia-se distinta. E seu produto era o furto. De inveja como canto em mnha poesia. Nunca foi canto fortuito. E assim ela foi com todo o mundo. E haja maluco,pea essa maluca. E no entanto ela não foi nada pra mim. Somente uma sombra um vulto um fantasma.
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Nem,nem
Você não arruma seu quarto. Você não lava seu cocho. De fato. Quantro o trabalho é muito. Não se tem gosto. Porém se puder cuide. Assim comoos judeos no Deserto sem banho. Lave as mãos sem pranto. E seu trabalho é Deus que ajude. E se pude pagar para limpar limpe. E é porco ou porca. Por não fazer nada e não limpar. Nem estudo,nem trabalho! Só não scute essa gente que fala demais. E nada faz.
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Intelecto feminino
Intelecto feminino é como flor. Como o pensador alemão falo, impulsiona. Mais não de delírio na cama. O como o Quixote freguês. Que luta com muinhos de vento. E se sabe o talento do que fez. Como cantei em meus versos passados. De enamorado morria. Ou como espectado sofria. Ou como apaixonado. Da donzela virgem. Ou da senhora. Supostamente amado.
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Contabilidade do tráfico
Firma milionária o patrão na contabilidade. Do tráfico contabilidade. Do setor das drogas. Onde se segue sem demora. Na biquera. O chicote estrala. Se não for na humildade. Na crocodilagem, também não.
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De bolinho com a patota acaba de mendigo
De bolinho com a patota. Vai muita nota. Naquele velho palavrear. E muitos podem falar. Que rapou,ou deu uma cafungada. E depois do pó a pedrada. Da lata o veneno ficar. Você sabe recuperar? Ou tá de bolinho com a patota E sabe como bem se nota, Em sua vontade,sei lá.
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Pedi di Lari,arroto peido
Pedi di Lari.Arroto que é um peido e macaco de Lindéia. Pedi di Lari,vivia tentando a faculdade. E quando entrava por ser covarde. Toma sai a vontade. Arroto,peido comia e bebia e no arroto. Era peido que saia. Macaco de Lindéia. Era macaco bom. Cuidava dos macaquinhos. E recebia de sua dona um bananao. E não era o Pedi di Lari do Pânico na tv.