rafaeldasilva

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🔵 O doutrinador

O ditado foi interrompido para mais um vendedor apresentar seu fantástico produto na sala de aula. Já sabia que meus pais ignorariam lousinhas mágicas, livros para colorir e demais bugigangas educativas. Meus argumentos seriam as facilidades de pagamento; porém, meus pais achariam aquilo caro e saberiam que aquele meu “coração de estudante” era falso, portanto, arrefeceria antes do pôr do sol.




Entretanto, agora era diferente. O sujeito que entrou na sala era figurinha conhecida na escola.  Sempre sorridente, ele distribuiu um panfleto: Fundação do Partido Verde. Faz tempo, descobri que a causa ambientalista era só um chamariz para atrair e capturar “almas e corações” juvenis para o sempre anacrônico marxismo. Sem saber, eu estava diante do “diabo” querendo “comprar” algumas almas, representando um “partido melancia” (verde por fora, vermelho por dentro).




No final, confiante na cooptação e contente, ele disse: “Depois eu pago uma paçoquinha”. A fala, perigosamente infantilizada, me remeteu à tática usada pelos traficantes. Sabendo da doutrinação ideológica e manjando o “modus operandi”, se eu entrasse naquela, teria xingado meus pais, trabalhadores, de “porcos capitalistas” e, hoje, estaria vagando numa “cracolândia ideológica”.




A abordagem do “amigão” lembrou tudo o que meus pais (visionários) sempre disseram para evitar. Nesse momento, eu acionei o alarme interno. Aquele “aviãozinho a serviço do tráfico de almas” estava perdendo tempo comigo e, espero, com o restante daqueles aluninhos. Comecei a ouvir o blá, blá, blá disfarçado, fazendo o que eu já sabia: deixando “entrar por um ouvido e sair por outro”. 




Demorou para eu descobrir, mas a imprensa que manipula a informação, continua tentando me convencer a destruir a minha e outras existências. Certamente, vitimas, seduzidas por militantes que  ofertam doces a crianças, insistem, com um método mais abrangente, em fazer o mesmo.




Há muito tempo, percebi que o meio ambiente era apenas um chamariz “bonitinho”. Se eu caísse nessa armadilha, possivelmente faria o “L”, botaria um boné do MST, vestiria uma camiseta do Che Guevara, tremularia uma bandeira do Hamas, leria Foucault, cantaria a Internacional Socialista...
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Poemas

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🔴 Os surfistinhas




O que Dayane Pimentel, Joyce Hasselmann, Alexandre Frota, os “Irmãos Weintraub e Soraya Thronicke têm em comum? Todos surfaram na onda bolsonarista de 2018, o sucesso subiu à cabeça, desgarraram do Capitão, aderiram ao “antibolsonarismo psicótico” (expressão de Ana Paula Henkel), se candidataram,  porém  não se elegeram.




Supostamente, por não serem contemplados numa esperada distribuição de cargos, passaram a exercer uma oposição raivosa, ou seja, o “antibolsonarismo psicótico”. Alguns, como Joice Hasselmann e Alexandre Frota acreditaram, inocentemente, no próprio capital político e não no herdado de Bolsonaro. Se deslumbraram com as festas de Brasília e, com alguns tapinhas nas costas, achavam que poderiam confiar em alguém, articulavam alianças e estavam costurando ótimos acordos. Foram enganados.




Soraya Thronicke não fugiu do “script”, achou que chegou ao Senado por forças próprias e bastava fazer cara de má para galgar cargos maiores. O engano se materializou em forma de “memes” 




Os “Irmãos Weintraub” (Abraham e Arthur) quebraram a cara. O ex-ministro Abraham, esquecendo-se que Jair indicaria o candidato ao governo de São Paulo (e não o contrário), “queimou a largada”. Não deu outra: foi infectado pelo “antibolsonarismo psicótico” e arrastou seu fiel escudeiro, seu irmão Arthur.




Sérgio Moro viu a desconstrução política dos ex-bolsonaristas e voltou pro barco do Capitão. O antigo ministro da Justiça pesou na balança, lembrou-se dos tempos de herói da “Lava Jato”, comparou com os dias de traidor e pária, voltou  para os braços do povo. Foi eleito senador e resgatou o “lavajatismo”.




Absolutamente, todos surfaram na “onda Bolsonaro”. Como declarar-se “de direita” era incipiente, bastava fazer o “símbolo da arminha”, dizer umas três palavras gatilho, como Deus, pátria e família e abominar o aborto, que estaria praticamente eleito. Neste embalo vieram todos estes citados aqui, e até desconhecidos como Dayane Pimentel.




É muito provável que o fenômeno ocorra novamente, pois choveram pessoas sem o menor perfil bolsonarista, mas que rezaram a cartilha do conservadorismo. Outro detalhe, esses neoconservadores sabem que se traírem o Capitão a marcação será implacável e o futuro político, inexistente.
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🔴 Escusas eleitorais




Depois das “pesquisas incontestáveis” vieram as desculpas esfarrapadas. A cara de madeira é tanta, que a sensação incômoda é de estar por fora de algum acontecimento importante. É exatamente isto o que acontece.




As “lojinhas de porcentagens” decepcionaram (manipularam, influenciaram?), de modo que deveria se recolher a uma relevância de horóscopo de jornal de bairro. Horóscopo de jornalzinho de bairro, porque é escrito pelo estagiário e não por um astrólogo; as supostas pesquisas deveriam ser “chutadas” por qualquer estagiário e publicadas em qualquer cantinho do folhetim. 




Nada disso é por acaso. Cientificamente, foi comprovado que grande parte das pessoas tem tendência a seguir a maioria. Mesmo que no início seja claro que foi escolhida a opção correta, seguem a suposta unanimidade — Efeito Manada, popularmente conhecido como “Maria vai com as outras”. As pesquisas estimulam esse comportamento.




Candidatos desistiram da campanha, influenciados pelas pesquisas iniciais; candidatos arrefeceram a corrida eleitoral, desanimados com os números divulgados por estas mesmas empresas; e candidatos se surpreenderam com a diferença entre os levantamentos virtuais e a “bigorna da realidade” (expressão do Emílio Surita). Conclusão: as pesquisas esquisitas prejudicaram muitos candidatos.




CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das pesquisas eleitorais pra quê? Além desses “circos” servirem mais como palanque e terminarem inócuos no objetivo de investigação e punição, podem servir um projeto de censura. Bastaria a imprensa ignorar quando saírem novos números. O descrédito já é uma realidade, o próximo passo é o descaso.




Não adianta, esta semana já começam a ser anunciados os primeiros números do segundo turno. Isto irá ocorrer. Não houve erro, já que os “enganos” são deliberados e recorrentes.




Quando saírem pesquisas que concluam que pesquisas não são confiáveis, talvez nesse dia eu confie em pesquisas.




“Estatística é a arte de torturar os números até que eles digam o que você quer”.
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🔴 Vendem-se pesquisas




DataFolha e outros institutos de pesquisas começaram as campanhas desacreditados. Já não se confiava pelo histórico; viraram motivo de chacota pela insistência em negar a realidade. Sempre “errando” para o mesmo lado, o comércio de preferências, de tanto se enganar foi questionado quanto ao método, local de amostragem, quantidade de entrevistados ou idoneidade.




Mais eficaz, embora nada científica, é a impressão popular — algo mais confiável, como a sensação térmica ou a sensação de segurança. É a realidade espanando a frieza dos números. Foram promovidos a termômetros da corrida eleitoral o Datapovo e o Datafeira. Lugares como a fila do supermercado, a barraca de frutas e o boca a boca ridicularizaram, mais uma vez, o militante DataFolha. Insistindo com o argumento de que a pesquisa é um “retrato do momento”, os institutos revelar-se uma fraude ou, utilizando o eufemismo, enganaram-se. 




As pesquisas estimularam um arrogante, porém falso, discurso vitorioso; do outro lado a confiança no DataPovo era tão grande, que a disputa seria liquidada no primeiro turno. Definitivamente, o DataPovo é mais confiável. Melhor, é o único confiável. O Ibope já desistiu: errou tanto, que caiu em descrédito e mudou o nome. A vontade de sumir da praça foi tanta, que o comerciante de pesquisas mudou um nome que tinha virado sinônimo de pesquisa.




As “lojinhas de porcentagem” (expressão dada por Augusto Nunes) já eram desacreditadas desde o primeiro “retrato do momento”, tanto que se esperava a corroboração da desconfiança com a totalização dos votos. Tanto que,  paralelamente às eleições, houve uma confirmação da inutilidade e uso eleitoreiro dos institutos. Inclusive, eu tinha tanta certeza da precariedade da descrição da realidade, que escrevi este texto antes da apuração, domingo, dia 2 de outubro. 




Esses resultados são divulgados com bastante seriedade pelos órgãos de comunicação. É clara a manipulação do pleito. Os vendedores de pesquisas perderam feio, entretanto, como uma mosca chata e insistente,  ressurgem. Com outro nome, mas ressurgem. No segundo turno, ressurgirão.
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🔴 Posicionamento polÍtico, desde que...




Casagrande: “Jogador tem relevância social importante, por isso tem que se posicionar politicamente”. Só que quando Felipe Melo se posicionou, ele não gostou; quando Raí se posicionou, ele gostou; quando Neymar se posicionou, ele odiou... o Neymar. É, é essa a democracia do Casào.




Neymar, Rivaldo, Renato Gaúcho, Gustavo Lima etc, etc, etc. O curioso é que a maioria dos apoiadores do Capitão assumiram uma postura contestadora. Sabendo que a patrulha é vigilante e cruel, quem assume o lado político controverso, já o faz em tom de provocação. A coragem demonstrada é própria de quem sabe que a metralhadora giratória da ofensa será disparada. Parentes, amigos e colegas de profissão passarão a tratá-lo como inimigo. Desconhecidos descarregarão toda a raiva no ‘Twitter’. Nessa, quem inocentemente declarou voto em Bolsonaro passa a ser nazista, fascista, misógino, homofóbico, racista etc. Se o bolsonarista for negro, será tachado de “capitão do mato”. Se não aderir à patota, após à pressão, será cancelado.




Os adeptos do “Vira-voto” apelaram para um vídeo constrangedor, mas perigoso nas suas palavras e intenções. Não tenho a menor simpatia por Ciro Gomes, entretanto, fiquei com dó do “coroné dono de Sobral/CE” quando fizeram uma campanha para transferirem os poucos votos que ele suou para conquistar. Para os “Artistas”, o motoboy trazendo a pizza quentinha é mais importante que a transposição do Rio São Francisco. A agenda oculta do Partido dos Trabalhadores (PT) é, lógico, muito mais nefasta que as ameaças porcamente disfarçadas de propostas. Querem que você eleja Lula, entretanto, se der ruim, os “Artistas” apenas dizem “foi mal” e vão morar em Paris. 




É péssimo negócio para cantores, posicionar-se politicamente. A Anitta, que lutava por uma carreira internacional, cedeu às pressões para apoiar uma candidatura extremamente imoral. Conclusão: relegou-se a uma cantora de nicho. Agora, é mais capaz que ela continue fazendo shows restritos à comunidade brasileira pelo mundo e continue impulsionando artificialmente seus números no ‘Spotify’.




Quem lacra não lucra.
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🔴 O hábito não faz o monge




O clérigo parece recortado de um episódio do ‘South Park’. Apesar de coadjuvante nos debates, ele não se contentou com o papel secundário e ganhou o protagonismo. O “Cabo Daciolo” da vez foi escalado para fazer uma “tabelinha” com o presidente Jair Bolsonaro, de  troco está tornando as disputas mais divertidas.




Soraya Thronicke teve uma excelente sacada quando chamou o Padre Kelmon de “padre de festa junina”. No entanto, ela deveria ter guardado a tirada, esquecendo-se que corria o risco de ofender, de fato, um padre. Soraya foi mal assessorada. Confundiram maquiagem ameaçadora, cara de poucos amigos, postura arrogante e falta de educação com mulher forte. Errou. Nem apelar para “mulher que vira onça” surtiu efeito. “Colar” na popularidade da novela ‘Pantanal’ revelou a estratégia de quem vampirizou a “onda Bolsonaro” para garantir uma cadeira no Senado em 2018.




O que aconteceu? Alguns candidatos, inadvertidamente, ofenderam um sacerdote (mesmo que folclórico), desperdiçando os dividendos eleitorais angariados junto à comunidade cristã. Fazendo um paralelo às festas juninas, lembradas por Soraya: faltou apontar o integrante da quadrilha. 




A presença do sacerdote foi conveniente à eleição que é considerada “uma guerra espiritual”. Guerra espiritual, além da guerra cultural, porque valores morais estão em xeque perante ideias macabras. Entretanto, havia um padre no meu do caminho.




A irrelevância de Simone Tebet, Soraya Thronicke e Luiz Felipe d’Avila foi ofuscada pela assertividade de um padre ortodoxo que, diante da resistência de Tebet em confessar seus pecados, exorcizou os enfadonhos debates. Definitivamente, o Padre Kelmon veio para confundir, não para explicar.




Enviado à Terra por Deus e ao debate por Roberto Jefferson, o padre petebista desestabilizou vários participantes do certame (alguns já torcem pelo Lula), inclusive o apresentador (que até absolveu Lula), políticos (que torcem desesperadamente pelo Lula), jornalistas (que, mesmo fingindo isenção, sempre torceram pelo Lula) e, certamente, amigos (que torciam, sempre à disposição) pelo Lula.




Estatística é a arte de torturar os números até que eles digam o que você quer. E no debate da Globo não foi diferente. Assim, segundo Soraya, o Brasil abriga 130 milhões de órtãos, blábláblá...




Padre Kelmon não precisou nem de água benta, nem alho, bastou uma cruz pendurada no pescoço para exaltar ânimos e libertar almas atormentadas.
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🔴 Não seja leviano, candidato!




Ninguém senta no sofá esperando ouvir as propostas dos candidatos. Debate programático é um desastre: chuva de picanha, zerar o SPC... Sabendo que os políticos apenas repetem o que os marqueteiros ensaiam, o público espera duelos verbais. Desde que não haja ofensa familiar, alguém gaguejando ou sem resposta define um debate.




Paulo Maluf, Leonel Brizola, Jânio Quadros, Franco Montoro, Orestes Quércia etc. Embates históricos, nos quais prevalecia a inteligência, mesmo com a intenção de destruir o adversário. Apesar de ficar óbvio que a rivalidade já era apenas diante das câmeras, portanto falsa, o diferencial era a cultura e a inteligência. O objetivo, aparente, dos debates é escolhermos gestores eficientes, aí a tarefa é subjetiva e difícil. Na verdade, todos querem um bom entretenimento no final do dia. Uma rinha entre humanos.




Os confrontos verbais são onde fica mais patético e claro o “teatro das tesouras”. Patético, quando vemos os candidatos fingindo e quase rindo quando “obrigados” a encenar um antagonismo. Claro, quando, contrariando o “teatro”, se unem para atacar um concorrente. 




O neologismo “tucanopetismo” define bem essa união fingindo lados opostos. Lula e Alckmin juntos ilustram completamente esta realidade. Nessa ilusão, o Brasil seguia as máximas: “Brasil, o país do futebol”, “Deus é brasileiro” e “Brasil, o país do futuro”, frases que funcionam como uma cenoura inalcançável na frente do burro.




Os debates de hoje são enfadonhos porque são demorados. São enfadonhos e demorados porque abrem espaço para um monte de franco atiradores que, não tendo nenhuma chance, unem-se para atacar o adversário do “establishment”. Além de tudo, há um vazio cultural e faltam bons oradores para prender a atenção. Resultado: como um péssimo jogo de futebol, um debate político merece, no máximo, os “melhores momentos”.




No momento das perguntas de jornalistas, que é quando se espera a manifestação de vida inteligente, assistimos atuações promíscuas de vaidade e militância. Quando os jornalistas, somando com a inépcia, tentam ser mais relevantes que os candidatos. Perde o debate e perde o Jornalismo. A prova mais contundente disso é a grandiloquência com que a ‘Band’ joga confete em si mesma por sempre abrir a temporada de debates. 









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🔴 Arco do Futuro




O Arco do Futuro, o Fura-fila (sinônimo de estelionato eleitoral) de Fernando Haddad, elegeu o petista, prefeito de São Paulo em 2012. O Arco do Futuro, promessa de campanha, não existe.




Haddad tenta, novamente, aplicar o golpe. Já tentou, sem sucesso, eleger-se prefeito (reeleição), presidente e, agora, governador. O postulante a quaisquer cargos públicos é um poste a ser evitado pelos paulistas.




O “eixo de desenvolvimento” que ía “atrair empresas, estimular construções e melhorar o sistema viário” era o prometido, embora ainda inexistente, Arco do Futuro. O marqueteiro do Partido dos Trabalhadores (PT) inventou Fernando Haddad, como um tocador de obras visionário, atrás de uma maquete de uma São Paulo futurista, exercendo o papel de um candidato explicando como isso seria plausível nas suas mãos com o tal Arco.




Foi de encher os olhos. O computador, competente, levantou prédios, plantou árvores e pavimentou ruas, tudo isso na, até então, infértil Marginal Tietê. Se o Haddad fizesse tudo o que vi na televisão, poderia descansar no sétimo dia. Mas não foi assim. Na propaganda televisiva, inocentemente, eu vislumbrei um futuro. Durante a campanha, ele prometeu que ainda ouviríamos falar muito do Arco do Futuro. Nem isso ele cumpriu. 




Fernando Haddad tocava violão! Pior que eu. Mas ele sabia construir o Arco do Futuro, eu não. Lula, assim como Paulo Maluf com Celso Pitta (“pai” do Fura-fila), ungiu Haddad. Isto gerou uma desconfiança inicial, porém acreditaram e elegeram o “poste”. Colocaram-no na prefeitura, entretanto ele não assentou nenhuma pedra da obra.




Por que é professor, ganhou o Ministério da Educação. A partir daí, sua incompetência foi nacionalizada. Apesar da roupagem social democrata do candidato, o paulista não vai cair nessa armadilha petista. Aliás, o interior do estado vem evitando um governo sindicalista. 




O sujeito surge com o beneplácito do Lula, inclusive pedindo a bênção e as diretrizes ao chefe, mesmo que as ordens venham detrás das grades. Realmente, a escolha errada pode trazer prejuízos irreparáveis. 




Agora, Fernando Haddad, de olho no Governo do Estado de São Paulo, saca do bolso do paletó puído uma promessa populista: o salário mínimo paulista (R$ 1580). Será um Fura-fila ou um Arco do Futuro?




Como um vendedor de tônico capilar que não funciona, sabemos que, depois de descoberto o golpe, a fuga é certa.
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🔴 Um tapinha não dói




Lula parece ter um ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para chamar de seu. Tapinhas na cara, é com essa intimidade que Lula cumprimenta quem só aceita ser chamado de Vossa Excelência. Somente meu cachorro aceitaria tão bovinamente ser tratado assim sem revidar. O cão, mesmo com o gesto humilhante, ainda aplicaria algumas lambidas no meu rosto; o magistrado não se rebaixou nesse nível, mas entendeu o gesto como uma demonstração de poder e tranquilizou Lula: “Tá tudo em casa, tá tudo em casa...”.




Com decisões prejudiciais ao principal adversário do petista, o ministro Benedito Gonçalves aceitou a ostentação de intimidade, demonstrando, assim, o grau de subserviência. Manda quem pode, obedece quem tem juízo.




O TSE, com a decisão do ministro de estimação do Lula, proibiu Jair Bolsonaro de usar as imagens do Sete de Setembro. O presidente também não pode utilizar imagens suas no discurso da ONU (Organização das Nações Unidas), entre brasileiros em Londres, entre populares em Nova York... Para evitar a propagação dos flagras de popularidade e apoio explícito, que contradizem “pesquisas” encomendadas, seria mais eficaz proibir a veiculação de imagens do próprio Bolsonaro. Os tapinhas íntimos revelam que valeu o esforço de Benedito Gonçalves. Este faz um bom serviço, agradando aquele. Está tudo bem encaminhado.




O Tribunal agiu mediante provocação da oposição do candidato à reeleição. Essas ações são uma clara movimentação para sabotar a candidatura de um forte concorrente. O que ajuda para a aceitação das decisões e confirmação, é que se a oposição se apressa para esconder essas imagens, significa que são excelentes. E agora já é tarde, pois as imagens são de conhecimento público. É o “Streisand effect” (quando a proibição gera a curiosidade, causando o efeito contrário).




O STF (Superior Tribunal Federal) tem um famoso advogado que frequenta a Corte de bermuda; agora, o TSE cultiva seu candidato próprio. A volta da democracia está encaminhada, de qualquer jeito.




O ministro teve que tolerar apenas alguns tapinhas mafiosos, entretanto, esse gesto representa um tapa na cara da sociedade. Todos são iguais perante a lei; uns são mais iguais que outros.




Mas será o Benedito!
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🔴 Jornalistas em fúria




Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, assumiu a inveja ao reclamar da alta audiência da Jovem Pan News. A jornalista colabora com o recrudescimento da polarização quando divide e entende o Jornalismo como competição.




Os algoritmos do YouTube sugerem os vídeos com maior audiência, por isso, a programação da Pan aparece entre as mais recomendadas. O programa “Os Pingos nos Is” ganhou o maior destaque simplesmente porque diz a verdade. A jornalista da Folha, Mônica Bergamo, sempre querendo controlar o mundo, reclamou da competência da concorrência, expondo tudo o que tem para disseminar.




Jornalismo só concorre em competência, estranho é a moça tentando puxar o tapete da emissora paulistana. Contrariando o discurso antipolarização, a imprensa tem candidato e se incomoda com quem não segue a sua cartilha. A Jovem Pan, apesar de também ser imprensa, dá voz ao cidadão comum, representando-o; promove o real debate de ideias e diz a verdade.




William Bonner (“Você não deve nada à Justiça”), Renata Vasconcellos (“Fique em casa, se puder”) e Mônica Bergamo (implorando por regulação do YouTube) formam a tríade do desespero. A imprensa já tem candidato próprio, entretanto, estes jornalistas não se encorajaram a admitir e assumir o posicionamento, jogando no lixo o resto de credibilidade que poderia existir. Respectivamente, Lula não é inocente, apesar de William Bonner afirmar; Renata Vasconcellos ordenou o famigerado “Fique em casa”, entretanto, não ponderou “se puder” e Mônica Bergamo precisa entender como funcionam os algoritmos, para depois arriscar a reputação no Twitter.




Contrariando o DataPovo (preferência baseada no que os olhos veem), as “pesquisas” indicam Lula vencedor da “saidinha eleitoral”. Jornalistas militantes não ruborizam ao anunciar o apoio de, acreditem, banqueiros, empresários, e, inclusive, a tão odiada classe média.




Resta saber se a “forcinha” é autodefesa empregatícia, doutrinação escolar ou falta de caráter. Convicção política está na cara que não é.
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🔴 Vergonha alheia




Os “Artistas” fizeram papel de bobos mais uma vez. Quando falo de “Artistas”, não me refiro à classe artística, mas a um clubinho desesperado pela volta dos “pixulecos” estatais. “Pixuleco” é aquele dinheirinho que surge independentemente da bilheteria. Ou seja, mesmo que o resultado seja ruim, e não atraia público, o faturamento é garantido. Não me parece que seja justo.




Pois agora essa turminha resolveu sair da toca e, ignorando as pesquisas que apontam Lula (ladrão) vencendo as eleições quase no primeiro turno, implorar pro povão “virar o voto”. Mas... se as pesquisas mostram que o Lula (chefe da quadrilha) praticamente líquida a fatura, virar o voto pra quê?




Erraram novamente na estética. A peça publicitária comunica com os “convertidos” de jurisdições como o Leblon (RJ) e Vila Madalena (SP). Talvez pra essa “tchurma” a encenação pareça “descolada”; para as pessoas reais, aquelas que não podem ficar em casa” (que vendem o almoço pra comprar a janta), tudo isso apenas causa uma vergonha alheia. Essa mesma patota despreza as “pessoas normais” que já foram chamadas pejorativamente simplesmente porque supostamente votarão em Bolsonaro. Escroto é apenas um dos “simpáticos” nomes.




Esteticamente, a, digamos, propaganda, como um tiro que saiu pela culatra (lembram-se do “Ele não”?), abasteceu a internet de memes. É patente o constrangimento de alguns. Estes, para não ser “cancelados” ou “simonalizados” pela classe artística, foram “obrigados” a estrelar o filme de gosto duvidoso e resultado incerto.




O formato é sempre igual: preto e branco e cara de mau, quando a intenção é causar medo; neste caso, música, sorrisos, colorido e clima de festa, tentando sinalizar que com Lula (“et caterva”) o futuro será alvissareiro. Sei... 




Se tudo der errado, muitos desses fugirão para a França, Itália, Alemanha...; o povão, se tiver um dinheirinho poupado, encontrará um imóvel na periferia de alguma cidade brasileira ou refugiar-se-á na Argentina, Venezuela, Colômbia...




A instituição do “rouba, mas faz”, devia-mos saber, é relativa. Dependendo de quem é o ladrão (Lula) é tolerado. Imposto, nada pode ser aceito; a ausência de caráter merece um punhado de memes.
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