RAVIA

RAVIA

RAVIA. Entre queimaduras de gelo e chama.

n. , Natal

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Sem contar teus números

Vou apagar seu número
Talvez assim
Não arrume uma desculpa pra te ligar
Falar que te quero
Contar da saudade
Para que não reforce lembranças
E dê vontade de encontrar-te mais tarde
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Poemas

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Dunas de areia

Areia arranha os olhos daqueles
Aqueles que insistem em mantê-los expostos
Não firma o alicerce nas dunas
Visa da ponte ao morro
E verás que teu lugar não consiste
É passageiro
É ligeiro igual lágrimas de um dia triste
E pode ser lindo não fixar-me
Encantar-me ao aprecia-lo
Só não firma teu alicerce nas dunas.
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Comentários (1)

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Márcio Barbosa

Parabéns, belo trabalho. Sucesso bela poetisa !!