Samuel Castro

Samuel Castro

n. 1997 BR BR

Seja de verdade, em tudo que você faz! :)

n. 1997-07-20, Em algum lugar por aí...

Perfil
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Perante a luz


Àos mais inocentes
A vida aplica um golpe,
nem a lógica perceptível lhe suporta.
Há nele, um teste de resistência que coíbe de satisfazer ao provar o contrário...

Cercado em um labirinto vasto,
cheios de tentações delicadas,
que aos seus olhos o recebem na desesperança.

Mas há nele, uma essência de furor que havia de se despertar,
tornandos-os substimados aos que estavam a frente de suas vistas.
Reerguendo-se das cinzas como a fênix,
exalando o cheiro de sua força e autenticidade.
E que neste extao momento,
se reverenciam perante a luz,
e que ao andar no carreiro que antes perdidos,
hoje se prontifica num agregado de guerra e paz.
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Biografia
"Através de escritas nos conhecemos, e exploramos a mais íntima essência do nosso eu." (Castro, S. 2020)

Poemas

27

Você é tudo

Desde o início alguma coisa se provém de coisas...
Basta mergulhar e procurar bolhas palpitando...
Coisas nunca vistas em soberania...
Procurando ser o princípio dos navegantes...
Antes que o sol apareça e destrua...
buscando avaliar as presenças que provocam loucuras...

Sua sensação querendo permanecer em alavanca, provocando um avalanche...
E você entende que um verdadeiro setor dos batimentos em vida que altera a visão de um ponto, possa provocar loucura?
504

Contudo um sem fim

Se viajar em palavras obscuras...
O ardor substime-se em fim...
Alterando os incolores para apalpar...
Oxigênio em vida pensando em morte...
Sentimentos vagos em valores inúteis...

Contudo, "sensoriando" o armazenamento dos véus...
Mista de verde e azul...
Nascendo um primogênito da pátria...
afundando seus consentimentos culturais, a fim de renovar os preceitos iniciais...

Seja, quem elabora sempre se altera...
Um mundo vasto e diverso...
Quando alguém se apodera dos malefícios, um novo benefício há de surgir...
Uma agregação de Paz e Guerra.
580

além dos olhos

Não se fala em amor sem sentir...
Não se sente ódio sem princípios...
Torcida por tal coisa...
Move-se sem parar...
Sem fim, infinito...
Porque tudo depende do sem parar...
Aquela vontade de viver mais...
Ser eterno para sempre...
Como o sol, a lua, a terra... Será?
608

A fazenda do sossego

Vigiam se nas formas de refletir...
Atenuando em montanhas do paralelo...
Arquivando em sangue real...
Um som ressonando angústias...
Que perece fundo do seu além.


Trazendo consigo uma pá de sossego...
Agregando mistos de cores...
Transformando-os em dobro...
Tanta ilusão para prover de um nada,
Que tanto acolhe os desinteressados!
656

O amigo do silêncio

Vivo num silêncio vago no meio de uma balada calada...

Flutuo na água do mar, sem nada fazer...

Voo sem ter asas...

Assopro sem sair vento quaisquer...

Olho sem enxergar nada...

Será possível passar por isso, sem ter poder que haja nada?
666

O sossego da persistência

Saem lágrimas dos seus sonhos...
Porque sabe que o andarilho é difícil, mas não impossível...
Não restam forças da sua própria sombra...

Pensamento distante que vai à lua...
Frutas do chão voltam à árvore, porque a pedra ardia de esplendor...
A vida, vida, vidinha!
Escudo de prata, óh penhorado...
Aleluia aos seus pés latejando de alegria, será como?

Puxa, agora que caí na real, estou adiantado, porque estava no ponto final daquele pensamento...
663

Através do olhar

Não é preciso o sorriso, para demonstrar a felicidade...

Não é preciso lágrimas, para demonstrar nostalgia...

Não é preciso o abraço para dar carinho...


Tudo isso se resume em uma única parte de nosso corpo onde sempre demonstrará a legitimidade...

Os olhos.
721

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