Tarsila de Oliveira Nascimento

Tarsila de Oliveira Nascimento

n. 1999 BR BR

n. 1999-02-21, São Paulo

Perfil
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28 de março de 2018

vejo meu hwayangyeonhwa indo embora
como se fosse gelo nas minhas mãos quentes
de tormento, intrêmulas
como se fosse areia da ampulheta
se transformando afoita num montinho desabrigado
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Poemas

50

26 de janeiro de 2018

o ingênuo desiludido e o duro livre arbítrio de se calar
queria ele por a culpa no que não cala a boca
154

18 de fevereiro de 2015

esse café...
põe açúcar.
pouco açúcar!
... põe café
171

19 de fevereiro de 2018

me abraça pela cintura de novo
me levanta do chão de novo
me queima
para eu chorar no seu ombro esquerdo
só mais uma última vez
e sentir seu corpo, tão quente
que faz exalar o cheiro do seu amaciante
e evaporar lágrimas
175

Eu queria... - 22 de agosto de 2015

Eu queria... queria saber o que passa na sua mente. Do que lembra qunado sorri para o nada. O que te causa angústia. O que formula seus mais profundos pensamentos. O que te faz tão único. Que cara faz quando escova os dentes. O que sonhou na última noite. O que acha de filosofia. O que conversa com seus amigos. Onde arranjou esse sotaque. Por que olha tanto pra ela. Por que faltou hoje. As suas manias que ainda não sei. Como é a última folha do seu caderno. Como dorme no verão, no inverno. O que você e sua família conversam no almoço. O que poderia cozinhar para o seu café da manhã.

Queria falar... do seu olhar. Da sua risada exagerada. E da mais tímida. Dos seus poemas. Da música que você tocou no meio da aula. Do seu jeito de sentar. Do seu cheiro de antigo. De você nos meus sonhos. Doa dia em que tocou meu braço. Da sua sensualidade em todos os gestos. Do seu talento de afetar minhas notas.

Queria que soubesse... que eu gosto de canela. Que eu não sou tão emotiva. Que sinto aflição só de ouvir a palavra bolota ou furinho. que gosto de contar moedas. que assisto reality-show sul-coreano. Que eu iria até seu bairro te ver. Como fico quando vejo meu cachorro. Que gosto do cheiro do papel de extrato do banco. Que gosto de brincadeiras como "lá vai o ganso". Que imito aqueles dubladores de placas nos filmes.

Queria que soubesse que eu vejo você. Tento te compreender e sei que não é compreendido, como eu não sou na maioria das vezes. Que somo diferentes, por isso tão iguais. VOcê é a peça sem cantos ou curvas, perfeita. No meio de um quebra-cabeças, faz se muitíssimo inútil.

Eu realmente queria saber o que me fez ser tão covarde.
154

31 de janeiro de 2018

a minha maior porva de amizade
foir ter te dado o meu amor
166

18 de fevereiro de 2018

foi eu quem sovou tudo isso
deixei esquecido para sossegar
mas aquilo cresceu sem nenhum esforço
161

26 de janeiro de 2018

Felipe, que chega a hora que quer(o)
me faz perder (a noção do) tempo
toma café e vai embora (cedo)
pra vir (só ) no dia seguinte
fazer o mesmo
164

Conto português - maio de 2017

"te amo assim como amo o sal"
te gosto como gosto de canela
sinto sua falta como quando falta pão
te quero bem ocmo quero bem-passado
138

08 de fevereiro de 2018

minha caligrafia muda quando penso em você
187

26 de janeiro de 2018

"não é fácil não pensar em você"
"é estranho" te ver com alguém tal qual também amo
"todo dia de manhã" me contradigo pois te quero ao meu lado
"na verdade eu preciso esquecer"
é minha melhor amiga com o melhor que alguém poderia receber
"se você quisesse" ainda "ia ser tão legal"
mas acho que ela é "mais feliz do que qualquer mortal"
155

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