Tsunamidesaudade63

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n. 1963 PT PT

Sou a lágrima que une o carinho ao amor, a tristeza á solidão, e quando amo! entrego o meu coração…

n. 1963-08-11, Pego-Abrantes

Perfil
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"Eu sem ti"

 
Sem ti sou um barco á deriva em alto mar,
sou um campo árido, dificil de cultivar
onde não existe uma só flor.
Sou a onda que vai e vem sem destino
que transporta tristeza e dor
sem ti, sou ninguém
sou as lágrimas mais tristes
choradas por um alguém...

Luzerna, 12.09.2026, João Neves
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Biografia
Sou a lágrima que une o carinho ao amor, a tristeza á solidão, e quando amo! entrego o meu coração... Não sou um poeta, sou um sofredor, que a vida ensinou a escrever, palavras amargas, cheias de dor, e se dizem que escrever, é só pós tristes, ninguém me deve censurar, hoje é um dia que eu escrevo, com uma vontade enorme de chorar...

Poemas

2191

Jantei com a solidão

Hoje quis desafiar a solidão,
pra se sentar a meu lado num jantar,
sozinho demonstrei á solidão,
que todos somos felizes com ela,
seja de dia ou de noite, sentado à mesa ou não.
Obrigado, por te sentares junto a mim,
neste fim de tarde, disfrundo esta apetitosa refeição,
por poderes dar a felicidade
de me sentir acompanhado. "Obrigado solidão".

Luzern, 27.06.2022, Joao Neves
40

Ó relógio que estás na torre

Ó relógio que estás na torre!
Porque dás badaladas no dia que eu morro?
Ó relógio que estás na torre,
Porquê esse cintilar?
Na hora que Deus me levar?
Ó relógio que estás na torre!
Porque choras de dor?
Se eu dei tudo de mim,
ofertei o meu carinho e regalei o meu amor.

Luzerna, 24,06,2022, João Neves.
20

Daria tudo...

De cada centímetro do meu corpo,
daria tudo para ser tocado pela tua pele,
beijado pelos teus beijos,
cariciado pelas tuas carícias.
E quando as nossas almas se juntassem,
tuas palavras enchiam meu coração de esperança,
e deixaria de ter medo do amor e da paixão...

Luzerna, 25.06.2022, João Neves
23

Tenho um apetite que

Tenho um apetite que devora
delírios loucos pra fazer as maiores loucuras,
tenho vontade de fazer aventuras depravadas,
nesta vida degradada por uma guerra malvada.

Luzerna, 18.06.2022, João Neves.
27

Ainda não fiz tudo o que quis, mas sou feliz.

Já contei histórias com um final feliz
para dar fé e esperança a quem mais precisava.
Já sonhei tanto mas tanto ao ponto de
de pensar que tudo era realidade.
Já comi sem ter fome e já dormi esfomeado.
Já amei sem ser amado e já me amaram sem ter amado.
Já passei noites inundado em pranto até conseguir dormir,
já dormi noites onde a felicidade era imensa,
ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Hoje o meu sorriso é de alegria e choro de tanto rir.
Este meu imenso sorriso faz-me até confundir,
confunde-me tanto que adoro os venenos mais fortes,
as bebidas mais amargas, as drogas mais poderosas,
e amo as ideias mais insanas, os pensamentos mais depravados, 
Tanto que até me podem empurrar do penhasco mais alto,
e eu vou irei dizer. "EU ADORO VOAR"!

Luzerna, 18.06.2022, João Neves
32

Adoraria ser poeta

Adoraria ser poeta,
pra com as sílabas dos teus beijos,
juntamente com as minhas escreveria,
a mais apaixonante poesia sobre a tua pele.

Luzerna, 14.06.2022, João Neves.
37

Quando

Quando sentires medo do silêncio,
ou sintas o arripiar da tua pele.
Mesmo que os ventos da vida, soprem forte,
não há que ter medo da morte.
Quando sentires dificuldade em ficar de pé,
tenta ser como o ferro, tenta endurecer.
Quando as recordações se revelarem
e te encostem à parede, resiste não tenhas medo.
Quando sentires que o céu se está a desmoronar,
sê audaz e forte nunca deixes de lutar.

Luzerna, 07.06.2022, João Neves.
23

Pra ti Rita, Abrantes Abril de 1978

Olá Rita, hoje recordei-me de ti,
Lembras-te meu amor?
Ao menos recordas-te de mim?
E daqueles momentos passados naquele jardim?
Foi naquele longínquo mês de Abril,
onde o sol já queimava,
como diz o provérbio, também mês de águas mil,
Recordo-me tão bem dos teus beijos
que eram mais doces que o próprio mel,
e fogosos como lavras dum vulcão,
onde abraços profundos penetravam a alma
até ao mais profundo do coração,
Recordas-te também daquela mão marota,
que percorria esse teu lindo corpo,
desde os pés até à tua boca,
Que saudades daquela Primavera que foi
a última Primavera quente da nossa paixão.
Aí vei o Verão com ele se serrou do pano,
o palco do nosso amor, tu pra um lado,
e eu do outro estava sozinho perdidamente apaixonado.
Tu de mim levastes-me tudo, lesvastes o meu amor
e eu longe de ti, sofrendo de tristeza e dor.

Luzerna, 04.04.2021, João Neves."Abrantes Abril de 1978"
23

Capítulos da vida

"Nunca tenham medo de envelhecer
cada cabelo branco ou ruga no rosto,
são capitulos do livro da vida,
que ainda não terminámos de escrever".

Luzerna, 03.05.2022, João Neves.
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O desfile da vida


Fiz da minha vida o que quis,
e fiz muitas coisas atormentado,
entre amizades e grandes paixões.
Se a vida que vivi atribulada é certa ou errada?
Paciência, não sinto nem nunca senti frustrações,
porque vivi cada acto da minha vida,
como se fosse a última representação.
E não fiquei a ver no Teatro da vida o pano baixar,
sempre soube acompanhar o desfilo da vida,
sem nunca deixar ao longo da vida de me identificar.

Luzerna, 16.06.2022, João Neves.
 

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Comentários (6)

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ademir domingos zanotelli zanotelli
ademir domingos zanotelli zanotelli

Lindo poema... bravo... quero aproveitar esse momento para pedir ajuda , pois no meu portal não esta aparecendo a palavra (CRIAR) não sei o que esta acontecendo, se o sr. poder entrar em contato com sr Luis, porque não estou nem por email onseguindo. falar com ele. obrigado. ademir o popeta.

Tsunamidesaudade63

Muito obrigado pelo teu construtivo comentário abraço aqui das terras Helveticas

fernandoarroz

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tsunamidesaudade63

Muito obrigado a todos, abraços

CORASSIS

Parabéns pelo versejar poético , De uma grande sentimentalidade! Abraço