Hablé al mar, poesia em Espanhol
Hoy le hablé al mar,
Le hablé de ti y de mí,
lle ofrecí una flor,
lle hablé de nuestro amor,
le pregunté si alguna vez me amaste,
o si ya dejaste de quererme,
me dijo con tristeza en los ojos
tantas veces la vi sonreír,
yo tambien la vi llorar
en una triste noche sin luna
aquí mismo, en este lugar...
Sem teu amor nao sei viver
Beija-me, abraça-me diz-me quanto me amas
olha-me com esse teu lindo olhar,
que me incendeia, me faz delirar.
Ama-me, para te poder amar,
beija-me pela noite dentro até ao amanhecer
deixa esta minha sede, dar-te de beber,
Abraça-me, beija-me, vamos fazer amor até ao sol nascer,
eu gritarei ao mundo, meu amor sem ti não sei viver.
Luzerna, 05.01.2022, João Neves
Bombas pareciam centenas de pirilampos a cintilar.
Ontem vi as estrelas,
serem eluminadas com o rebentar das explosões
de bombas saídas de tanques e aviões criminais,
A noite de luar deixou de brilhar,
detonações brilhavam sem cessar,
pareciam centenas de pirilampos a cintilar.
Prédios pareciam fogueiras acesas,
onde morrem inocentes sem defesa
e nós de mãos atadas, sem podermos fazer nada,
ficamos somente a observar com tristesa, numa noite gelada.
Luzerna, 06.03.2022, João Neves
Te escribí lágrimando, em língua espanhola
Hoy para aliviar mi anhelo,
agradeciendo, al amor que siento por ti,
Pasé toda la noche llorando,
y sentí que aun lejos te estoy amando,
Mientras lees mi verso,
sentirás que no he dejado de llorar,
Guarda estos versos que te escribí
inundados por mis lágrimas,
y sentirás que cada día te amo más y más,
Si alguna vez me extrañares un poco,
besa estos versos sencillos
que te escribí lágrimando.
Luzerna, 23.02.2022, João Neves.
Porque estás tão só ?
E tu porque estás tão só????
Ela então olhou e sorriu.
Foi assim que a conheci,
naquele dia junto ao mar,
onde ondas no seu vai e vem, vinham-nos beijar,
O sol brilhava de emoção.
num rosto mais bonito que o sol de Verão,
um beijo aconteceu,
nos reencontramos pela noite,
aí meu corpo estremeceu,
passeamos de mãos dadas por ali,
num lugar escondido um beijo lhe pedi.
Lua de ouro lá no céu,
o brilho das estrelas no chão,
tenho certeza que não sonhava,
aquela noite lentamente continuava,
e uma voz doce me sussurrava,
o mundo pertence só a nós,
nesta noite onde brilha o luar,
há mais de mil motivos para sonhar.
Alvor, 02.10.2017, João Neves.
Abraça-me por favor
Tu que partiste em busca de paz
estás longe dos teus filhos e amigos,
mesmo com o nó na garganta, chorar não és capaz
Deixaste tua terra, tua casa, teu lugar,
Hoje com a tristeza a invadir-te a alma,
e com a noite a chegar, inicias a pensar.
e madrugada dentro não cessas de chorar.
Querida como teu amigo meu coração,
terá sempre um cantinho pra te albergar,
pra isso e pra muito mais, atraca a tua vida no meu caís
nunca quis nem quero que andes à deriva nas ondas da amargura,
não te quero ver abalroar nesse denso mar.
Porque estás sempre de costas voltadas pra mim,
volta-te minha querida amiga, encosta teu peito ao meu
vem ser minha que eu serei teu,
abraça-me por favor, rossa teus lábios nos meus,
e eu te beijarei fogosamente meu amor...
Luzerna, 09.03.2022, João Neves.
Brisa da saudade bate-me no rosto
O sol passava entre os postes do alpendre,
juntamente a brisa de saudade batia-me no rosto,
com o chegar da noite a solidão fazia-me arrepiar,
Foi aí que tu entrastes, olhei-te nos olhos
e vi-me refletido em ti.
Suavemente tocas-te na minha mão,
estremeci, corei e sorri,
ali ficamos, entrelaçados,
abraçados! longe de tudo, longe do mundo,
entre beijos, olhares, e carinhos
ali permanecemos nós por horas juntinhos...
Luzern, 19.04.2020, João Neves.
Quero sentir as tuas mãos
Hoje deito-me,
com uma vontade imensa de ficar calado,
de sentir tudo e não proibir nada,
de presentir nossos corpos tocarem-se,
e as tuas mãos lentamente,
deslizarem pelo meu corpo,
e no meio das caricias mais loucas,
o meu corpo entrega-se a ti,
em mais uma noite fogosa de amor...
Luzern, 03.12.2021, João Neves.
Adeus, Cigarro
"Adeus, Cigarro" 09.11.2014
Tu cigarro, foste a minha perdição,
vivi contigo o mais fogoso e excitante amor,
dentro da minha maior paixão.
Te amei, desejei, meu querido amigo e amante,
matavas meu vicio a cada instante.
Dos males que passei em ti me refugiei
Fiz do amor contigo, a maior paixão da minha boca,
mas nem sinto saudades de ti,
nem daquela baforada louca.
Deixei nos meus olhos o último ver-te,
entre os meus dedos e meus lábios o último sentir-te.
Disse-te adeus, meu querido,
meu grande e eterno amigo, "Cigarro"
Escondo nas minhas mãos o carinho que te dei,
Carinhos que eram só teus,
com esse carinho um dia te amei.
Guardo no meu coração e na minha mente
este poema "Adeus Cigarro"
Mesmo com a dor ruim do adeus,
do sufocante sabor do primeiro ao último cigarro,
não posso deixar de sentir a doçura de um poema,
que não é o primeiro nem o último,
mas que demostra o meu eterno amor por ti!...
Luzerna, Adeus Cigarro, 09-11-2014, João Neves
Tempestade de beijos
Uma tempestade de beijos,
quero dar nessa tua linda boca,
te darei tantos, tantos,
que te deixarei louca.
Imensas são as flores,
que tens ao teu redor,
partilham contigo felicidade,
e dão-te, perfume e muito amor.
Que tenhas um bendito dia,
repleto de felicidade e alegria,
e que o teu coração bondoso,
esteja sempre na minha companhia...
Luzern, 11.07.2020 Joao Neves
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!