Sou a lágrima que une o carinho ao amor, a tristeza á solidão, e quando amo! entrego o meu coração...
Não sou um poeta,
sou um sofredor,
que a vida ensinou a escrever,
palavras amargas, cheias de dor,
e se dizem que escrever, é só pós tristes,
ninguém me deve censurar,
hoje é um dia que eu escrevo,
com uma vontade enorme de chorar...
Quem se lembra ainda? Do bailar pegado? Com rostos bem colados? num compasso suave e cadenciado, nos bailinhos de garagens em clubes ou no salão, onde tocava um single ou um LP, sei lá, podia ser também uma cassete ou um acordéon, Só sei que aumentava o pulsar do coração, Muita gente ainda hoje não conhece esses preliminares, que nos levava à lua ou pra lá dos sete mares. Com os olhos se procurávamos a menina certa, ou a musa encantadora do sonho mais colorido, Com a garota ideal o convite foi aceite, começamos a bailar aquela música sentimental, já com os rostos pegado a música terminava, onde tudo ficava por dizer, talvez a vergonha inundava o nosso ser ou mesmo por inibição ou o tempo passava rápido de mais. O coração arfante retirava palavras, da nossa boca faminta e devorante, Só o prazer de dançar de novo, fazia estremecer o corpo todo, Tudo isto é inexplicável, e quando a música se prolongava passávamos as nuvens e rapidinhos chegávamos ao céu, Com o corpo dela encostadinho ao nosso, se colava mais o rosto no rosto e sussurrava se ao ouvido, tantas vezes coisas sem sentido. E eu aqui estou todo saudoso, revivendo coisas desse tempo maravilhoso, que ainda vive na minha memória, Entre beijos roubados e corpos colados, Acaba aqui a minha apaixonante história... Luzerna, 18.03.2021, João Neves.
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Que bonitas são as rosas
Que bonitas são as rosas, quando estão no teu rosal. fazem os teus olhos. ter um olhar fenomenal. Quando fecho os meus olhos, só posso lágrimas derramar, por não te poder mais amar. Queima-se por dentro a minha alma, amor dos meus amores, paixão das minhas paixões, lembrar-me de ti é uma aflição, tu que fostes tudo em mim, e estás tatuada no mais profundo do meu coração...
Luzern, 17.11.2017, João Neves.
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O verso que o meu lápis não quer escrever
Passei tantos anos a criar um verso, que o meu triste lápis não quer escrever, No entanto, ele está cá dentro de mim, inquieto e bem vivo, dentro do meu ser, ele segue cá bem escondido, não quer sair, por aqui vai permanecer. Mas esta poesia, deste simples momento, essa sim, vocês estão a ler...
Luzerna, 01.03.2019, João Neves.
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Dia Mundial do Cancro, 4 de fevereiro (Eu peço ao Cancro, que morra de Cancro)
Dia Mundial do Cancro, 4 de fevereiro "(Eu peço ao Cancro, que morra de Cancro)"
Esta cruel realidade já afetou a minha família, já vi e senti a dor ao ver um ser querido partir A dor é grande a revolta ainda é maior não à como fugir o sentimento de impotência é avassalador, maldito cancro és imperdoável és um predador nestas ocasiões não há palavras que nos valha, pois nada faz sentido, contra este canalha A vida é feita de acasos o cancro não escolhe sexos, credos, raças ou idade. ele ataca os mais indefesos com a maior crueldade. É uma lotaria cega, jogada selvaticamente, cada dia que passa ele bate à porta de mais e mais gente. Aos doentes peço-lhes muita força, fé e calma, pras familias dos que já partiram, rezem divinamente aos que pereceram desejo muita paz prá sua alma.
Luzerna, 04.02.2019 João Neves
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Estar só é morrer lentamente
Estar só é como conjugar, o verbo amar na solidão, é querer e não ter, é dar e não receber, é pedir ao relógio pra marcar as horas rapidamente, pra que a nossa vida, não pare no tempo, estar só, é morrer lentamente...
Luzerna, 26.02.2021, João Neves.
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Estar só é morrer lentamente
"Estar só é morrer lentamente"
Estar só é como conjugar, o verbo amar na solidão, é querer e não ter, é dar e não receber, é pedir ao relógio pra marcar, as horas rapidamente, pra que a nossa vida, não pare no tempo, estar só, é morrer lentamente...
Luzerna, 26.02.2019, João Neves.
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Só deixarei de escrever quando morrer
Ela mudou a minha vida, por ela iniciei a escrever. tive ao ponto de me perder mas nunca deixei de a querer hoje aqui, entre a vida e a morte, senti que sobrevivi a muitas tempestades, vindas elas do sul ou do norte, foi aí que passei de pessoa do mal, a poeta do bem querer, voltei a pegar e abrir meu caderno, e gritar bem alto! Só a morte me fará deixar de escrever.
Luzern, 27-12-2019, tsunamidesaudade63
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Choro triste do abandono
As vezes a ansiedade me mata, e não te ver, faz-me entristecer, pois amar-te como te amo, a tua falta faz-me enlouquecer…
Noites de desgosto e amargura, a madrugada chega e eu sem sono, cigarros fumados, como quem procura, este choro triste do abandono...
Pela noite ao longo duma praia deserta, caminhei, caminhei até ao cansaço, lá no céu vi uma porta aberta, o Senhor saiu envolve-me num fraterno abraço...
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Pequena homenagem a Tony Carreira, paz a tua alma Sara Carreira.
Perder um filho e perder parte de nos, comparto esta grande tristeza e choro com vos. Perder um filho faz perder até a razão, e nos despedaça o coração. Perder um filho dói tanto, tanto, que nos inundamos num mar de pranto, Ao perder um filho, até a nossa alma se abstém, e de dor morre parte de nos também,
Meus mais sentidos pêsames, Tony Carreira Abraço deste teu Fan, Joao Manuel Prates Neves..
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Por favor deixem-me ir
Não há mais nada na vida. Ninguém se lembra de mim. O amor disse-me não sofras assim! Por favor deixem-me ir! Já chegou a hora de partir, Agora nada resta além do meu corpo, pelo chão foi lançado, cheio de dores, fico aqui enrolado. Nesta tarde chuvosa, fria e sombria, pelos lobos, estou a ser devorado, aos poucos vejo anjos, todos eles negros, abrasem-me forte, levem-me até à morte...
Lindo poema... bravo... quero aproveitar esse momento para pedir ajuda , pois no meu portal não esta aparecendo a palavra (CRIAR) não sei o que esta acontecendo, se o sr. poder entrar em contato com sr Luis, porque não estou nem por email onseguindo. falar com ele. obrigado. ademir o popeta.
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!