Pego-Abrantes-Portugal
Este meu lugar tão quente,
que há muito tempo meus olhos não veem,
e o meu coração sente.
Desperta em mim um desejo,
desejo de ser feliz, na terra donde estou ausente.
Pela minha mente, penetra uma saudade ardente,
como ardente é o calor do meu Pego
com o meu jeito de sempre de escrever,
direi a todos que ser Pegacho eu não o nego
com a melancolia deste meu sentir e adorar,
posso te dizer, tu aldeia que me viste partir, quero voltar,
tu que há muitos anos me viste nascer,
pois em ti um dia quererei desvanecer e morrer!...
Pego, O8.07.2013, Joao neves
Amiga virtual
Eu nunca toquei nas tuas mãos,
mas eu posso senti-las
entrelaçadas nas minhas
cada vez que escrevemos,
nunca os teus lábios roçaram na minha pele
mas posso presentir esses teus lábios quentes
nos beijos da minha imaginação.
Eu nunca vi teus olhos,
mas eu posso sentir esse teu lindo olhar
penetrando no meu corpo até à alma,
posso também ver-me nos teus olhos
e pressinto que neste carinho virtual,
não há barreiras nem distâncias...
Luzerna, 26.02.2024, Joao Neves
O vento soprou forte
A tarde escureceu a galope
o vento soprava forte
e as nuvens chegaram
todas elas vindas de norte
li nas estrelas que me louvaram
até ao dia da minha morte.
Fico perdido
Fico perdido sem saber onde moro,
desiludido fico aqui pensando,
com tristes pensamentos choro,
porque, não estou amando.
Luzerna, 10.01.2024, João Neves.
Espinhos, amores e flores
Me ensinaste a bailar no vazio,
sobre a terra e sobre o mar,
onde este nosso amor bravio
tende pra se desenfrear
Vejo no brilho das estrelas,
um alento, um olhar,
olho no horizonte ali está o mar,
onde o amor não me deixa naufragar.
Fui um tal beija-flor?
que voou num e noutro jardim,
pousei numa e noutra flor,
e foi a ti que dei todo meu amor.
Quando tudo for espinhos,
atirem vocês a primeira flor,
sejam os primeiros a mostrar o caminho,
caminho mais lindo o caminho do amor.
Luzern, 13-01-2024, João Neves
Poema com final risonho
Desde que naquela terra distante nasci
percorri o universo, procurei-te,
olhei em meu redor, não te vi,
apaixonei-me, mas nunca te senti.
Hoje me vês velho e moribundo,
abandonado por este mundo,
mas jamais penses que morri,
estou aqui bem vivo
a cagar bostas de quilo pra ti.
Luzerna, 14.01.2023, Joao Neves
Amo Inverno Com foto
Hoje havia um friozinho de inverno
um fim de manhã que deixa saudade
onde um lindo sol não deixa de brilhar
de tanto brilho, pensei num amor que não tem idade
muito menos tem tempo pra terminar...

Linda Terra
Oh minha linda terra oh meu paraíso
minha doce e alegre terra Natal
em grito de fôlego profundo, por gritarei
meu fascinante e Saudoso Portugal.
Preciso de ti
Neste ano novo preciso de te ver,
beijar, sentir, ouvir.
necessitar de ti aqui, pertinho de mim.
tenho ânsia de te sentir,
olhar bem no teu rosto, de te beijar,
Conhecer o lindo gosto da tua boca.
tocar em tuas mãos e acariciar,
enlaçar-te num carinhoso abraço,
pra conhecer o aperto do teu abraçar.
Desejo tocar no teu corpo em arrepio,
fazer-te saborear do meu carinho,
talvez ele possa preencher o teu vazio.
Tenho vontade que desbraves o meu corpo,
e troques comigo a fúria da tua paixão.
e descobriremos juntos uma nova forma de amar,
de entregarmos carinhosamente o nosso coração...
Luzerna, 01.01.2024, João Neves
desejo
Desejo uma noite quente de verão:
quero um amor incondicional,
que me leve a uma paixão infernal,
onde estejas tu como a protagonista principal...
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!