

Felipe Medeiros Colares
Potiguar amante de poesia, curioso por explorar mais a poesia norte-riograndense, apaixonado pelo romantismo e pelo simbolismo. Posto poemas regularmente no instagram e twitter, como @spleenataca
2000-02-22 Natal
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Soneto à terra natal
Quando o peito aperta forte
Vivo e conto com a sorte.
Eu também venho do norte,
Mas eu não sou faroleiro.
Sei que carrego sangue
Das dunas e do mangue,
Mas mesmo que me zangue,
Sou toco oco por inteiro
Onde teria raiz do passado,
Não tivesse vivido vendado
Desde jovem verdolengo.
Eis aqui o corolário,
Meu pobre vocabulário,
Meu papel de mamulengo.
Vivo e conto com a sorte.
Eu também venho do norte,
Mas eu não sou faroleiro.
Sei que carrego sangue
Das dunas e do mangue,
Mas mesmo que me zangue,
Sou toco oco por inteiro
Onde teria raiz do passado,
Não tivesse vivido vendado
Desde jovem verdolengo.
Eis aqui o corolário,
Meu pobre vocabulário,
Meu papel de mamulengo.
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