

Celso Ciampi
Mineiro de Juiz de Fora. Poeta, autor do livro "Minhas Faces", escrevo sobre o amor, a vida e de tudo um pouco. Membro convidado da Academia de Letras da Manchester Mineira. Participo do projeto "POESIA NA ESCOLA", fui selecionado para compor a antologia "POESIA BR!", em um concurso nacional.
1971-12-16 Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil
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DA FELICIDADE EU SEI LÁ
Há tanto tempo não sou feliz,
Já perdi até a conta,
Até chego a pensar
Que felicidade é coisa de gente tonta.
Quem dera eu fosse feliz,
Acordar todo dia a sorrir,
Ter tudo o que sempre quis,
Isso é chato para encardir.
Da felicidade eu sei lá,
Será que existe mesmo?
Fico aqui a matutar,
Ela não seria um exagero?
Me disseram que preciso ser feliz,
Isso é condição para uma vida boa,
Por isso minha vida é sem rumo,
E nela tudo voa...
Eu não acho que preciso ser feliz,
Acredito que a felicidade é cosmético,
E já logo aviso a quem me diz,
Isso chega a ser poético.
Se você acha que é feliz,
O problema é todo seu,
Eu não mando no seu nariz,
Sei lá onde aprendeu.
E para finalizar esse papo,
Nunca serei feliz.
Posso ter até alguma alegria,
Mas não é que fiquei feliz...
Já perdi até a conta,
Até chego a pensar
Que felicidade é coisa de gente tonta.
Quem dera eu fosse feliz,
Acordar todo dia a sorrir,
Ter tudo o que sempre quis,
Isso é chato para encardir.
Da felicidade eu sei lá,
Será que existe mesmo?
Fico aqui a matutar,
Ela não seria um exagero?
Me disseram que preciso ser feliz,
Isso é condição para uma vida boa,
Por isso minha vida é sem rumo,
E nela tudo voa...
Eu não acho que preciso ser feliz,
Acredito que a felicidade é cosmético,
E já logo aviso a quem me diz,
Isso chega a ser poético.
Se você acha que é feliz,
O problema é todo seu,
Eu não mando no seu nariz,
Sei lá onde aprendeu.
E para finalizar esse papo,
Nunca serei feliz.
Posso ter até alguma alegria,
Mas não é que fiquei feliz...
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