

A poesia de JRUnder
Natural de São Paulo.
Nascido a 07 de março de 1950.
A poesia não é um potro selvagem que possa ser laçado e domado.
Poesia é alma. Alma de passarinho.
1950-03-07 São Paulo
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Diamantes
Ouço ao longe o sons dos bandolins.
E os invejo.
Porque conseguem transmitir o amor, que por ironia, sinto,
Sem entretanto conseguir que seja entendido...
Ah! Esse amor que guardamos ,mesmo que ferido.
E o amor ferido mata aos poucos aquele que ama.
Que se ouçam os bandolins!
Meus sentimentos precisam de ouvidos mais apurados.
Se não os tenho, aceito...
Viver é eterno desafio. Que ele venha.
Sei de meus sentimentos e os de mais ninguém.
Que se tenha a sensibilidade de reconhecer diamantes, em meio às pedras...
E os invejo.
Porque conseguem transmitir o amor, que por ironia, sinto,
Sem entretanto conseguir que seja entendido...
Ah! Esse amor que guardamos ,mesmo que ferido.
E o amor ferido mata aos poucos aquele que ama.
Que se ouçam os bandolins!
Meus sentimentos precisam de ouvidos mais apurados.
Se não os tenho, aceito...
Viver é eterno desafio. Que ele venha.
Sei de meus sentimentos e os de mais ninguém.
Que se tenha a sensibilidade de reconhecer diamantes, em meio às pedras...
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