Teka Castro

Teka Castro

Escritora desde a tenra idade. Formada em Química.
Professora aposentada. Ambientalista e Espiritualista

https://payhip.com/b/cbD2K

copie link acima de ebook a venda.

1967-06-30 São Paulo
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Alguns Poemas

Sem título - Texto escrito na minha página no face.

"Sou passional, apaixonada pela vida, pelas artes, poesia, canto(nada canto), teatro, dança, pintura, escultura, arqueologia....Pinturas rupestres....
Sou passional e escrevo muitas coisas das quais vejo, escuto, observo.
Sinto muitas vezes que as pessoas não são sinceras, todos nós temos nossas neuras, nossas quimeras.
Temos nosso ponto positivo e negativo, anjos e demônios somos todos, estamos no mesmo rumo.
Porém em resumo, amo ser ambientalista doente, e desde o dia 18/9/2019, não estou varrendo minha calçada, nem a sarjeta, devido uma queda que tive em 17/9/2019, ao sair da escola onde trabalho.
O tornozelo dói, e a alma também, vejo que mesmo esses dias de chuvas, não impediram as pessoas de jogarem nas ruas o lixo, e esse invadir a casa alheia.
Não é por que moro no alto, que não me importo com que está abaixo.
Falo das artes, pois se observarmos bem a obra divina, Rios, Mares, Cachoeiras, Matas, Florestas, Animais, todos são obras prima de Deus, nosso criador, e se observarmos aos homens, uns com olhos azuis, outros negros, outros são branquinhos, pela falta da melanina (https://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/doencas-e-problemas/albinismo/24/), outros possuem cor de ébano, e mesmo assim, se estudarmos anatomicamente, não temos sangue azul, temos as mesmas quantidades de órgãos, e dentro do nosso corpo, nossos órgãos, possuem a mesma cor.
Temos, então como humanos, a mesma composição de DNA básicas, temos que ter a arte da vida, e não brigarmos por irracionalidades como guerras, ganância,orgulho, ou simplesmente por acharmos que somos donos de nossos próprios corpos, isso quando assassinamos um embrião, sim ao pensarmos e cometermos aborto, somos assassinos, tanto a mulher, o médico que realiza e outros que participam, ou sermos donos de um homem, ou de uma mulher.
Temos que ter a arte do olhar da vida, do olhar de Deus, do perdão e acima de tudo de nossa própria consciência.
Diga não ao aborto, diga sim a Vida.
Diga não a violência doméstica, respeite a ti e ao outro.
Ninguém é de ninguém, mas todos nós somos filhos de Deus!
E, sendo passional assumo minha sinceridade, falo do que vivo em minha realidade, amo o que faço, e agradeço o apreço dos que leem.
Amo minha arte, na qual faço parte da Família de Deus.
https://segredosdomundo.r7.com/assim-ficou-o-bebe-que-agarrou-mao-do-medico-dentro-do-utero-depois/
Viva a vida com amor e paz. Viva com respeito e atenção.
Lembre-se todos somos irmãos perante Deus, Aláh, Jeová....
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/06/refugiados-gravam-musica-e-video-em-que-agradecem-abrigo-no-brasil.html ."
Abraços a todos e ofereço a todos que possem deficiência auditiva, a APAE ( http://www.apaesp.org.br/pt-br/Paginas/default.aspx ) A Associação Nova Projeto e a todos que enxergam no especial alguém normal.
Publicado o texto no facebook e também em mais 3 sites.
Téka Castro
SP 26 de setembro de 2019.
18h 27min.
Quinta fria de primavera.

Florestas no Mundo, pedem socorro.

Florestas no Mundo, pedem socorro.



                                                                            


Os aborígenes, na Austrália, Lamentam a selva atingida.
Vidas que só lá se acham, coalas, e outros, sendo devastados pelo fogo.
Logo ali, acima, no norte, a América, devastada,
Choram os pequenos seres,
Que já foram relatados em vários desenhos, não só em Sing, ou a Vida Secreta dos Bichos, ou na construção de ser malandro, que procura comida no Santuário, do Parque de Nova Yorque ,
E, aqui.
Choram jabutis, onças, tamanduás, tatus, antas, e outros,
Répteis de toda espécie.
Incendiados, para colocarem nos altos amazônicos,
As chamas invadem ocas,
Invadem e as lágrimas caem.
Mas, penso eu aqui,
Paulistana, chorando, gritando pela Amazônia, bacana.
Mas, se eu ao comer qualquer coisa, deixo nas ruas, nas praias as marcas de lixo,
Sem o compromisso de reduzir, reutilizar, reciclar, reaproveitar, repensar meus atos, como de fato posso lutar com a geração de indígenas que estão lá a sofrerem com tudo?
Se eu paulista, jogo, embalagem da camisinha que uso, e dos pinos de drogas, nas calçadas ou deixo nas raízes de árvores, da calçada de um Hospital Público, milhares de bitucas de cigarro, como eu posso lutar pela Floresta incendiada?
Se nas sextas feiras saio com a turma, me encho de álcool, vícios, consumo, como posso despertar nos políticos meu ser ambientalista?
Sim, as Florestas em chamas, e uma juventude que grita, mas, que atinge a própria vida com dejetos que ruinam a si próprios. E, eu aqui, no meu olhar de espanto, a gerir imagens, que somam a minha escrita, pedido a minha escrita, pedido ao Papa Francisco, e aos poderosos do mundo, me unindo a Greta, a Miguel Carqueija, a Adilson Mikami, a Jonathas Vieira, a Gaya, a Terra, ao espaço criado por Deus, para que possamos, lembrar que a Vida é um ciclo, que tudo que plantamos, colhemos, e em cima disso, me posiono como uma pessoa que luta, não só pela Amazônia, Austrália, Estados Unidos, mas pelas minas de diamantes de sangue, que hoje, se transformam em minérios para os celulares mais potentes, e enquanto isso, minha gente, crianças ali morrem, vítimas do descaso, e do consumo exagerado de nós humanos.
Cuidem do Planeta Terra, leiam a carta de 2070, escutem de Guilherme Arantes, Planeta Água!!!
E, peçamos a Deus perdão de todo coração.

Manuscrito em 2 de outubro de 2020.
Para todos nós do Planeta Terra, que destruímos ao máximo nosso Planeta, temos que tentar mudar a postura de nossas atitudes.
Está calor, quente, temperaturas de deserto, 40 graus Celsius, 104 graus Fahrenheit, em São Paulo, isso por que estamos no início da Primavera aqui no Brasil.
Pensemos o que poderá ocorrer no verão?
Plante árvores urgente, precisamos.
Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro

https://www.youtube.com/watch?v=oPwnAq2xMUg

https://www.youtube.com/watch?v=akoh_PdZ-L8

De repente ...

De repente ...

Acontecimentos na vida que muitas vezes parecem sem saídas, mas vale lembrar que dos erros, fazemos vitórias.
Cada um com sua própria História.
Cada um com sentimentos vários a nos compor.
A ambição de ser alguém,
De ter alguém.
De ser notado.
Mesmo o invisível, se sente a respiração.
De repente, estou no chão, maltrapilho,
E, no vai e vem das pessoas,
Sem ser enxergado.
Dizem: _ Olha que coitado!
Mas, se eu estou aqui no fundo do poço,
Foi um repente.
Quero seguir em frente.
Estou atrapalhando seu andar,
E, muitas vezes, vejo o teu desprezar sobre as roupas que visto.
Muitos iguais a mim,
São formados, mas de que adianta um certificado,
Sem a qualidade de ser empregado?
Estou no submundo, muitos num repente, me chamam: Lá vai o vagabundo!
E, aqui estou eu de repente, escrevendo a ti,
Pedindo um pouco de atenção,
Um de repente sorriso,
Ou apenas um pedaço de pão.
Estive muito tempo só,
E preso dentro de uma carreira,
Dentro do que chamam vida social adequada.
Mas, de repente, aqui estou.
No frio das noites de inverno,
Com um cobertor surrado,
Cansado, a pedir não me deixe cair novamente.
Siga em frente,
Mas, de repente, me estenda a mão.
E, me erga do chão.


Poesia inspirada nessa tarde de sol a brilhar lá fora, mas ainda friozinha tarde de inverno aqui em São Paulo.
Dia 7/8/ 2019.
13:28h.
Paz e bem.
Autora : Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro.
Inspirado numa reportagem semanal sobre a questão dos moradores de ruas.
Eles não são invisíveis.
https://www.youtube.com/watch?v=YV4zwznFkhM - para acompanhar a leitura.
Para pesquisa: https://www.google.com/search?q=reportagem+dessa+semana+sobre+moradores+de+rua&oq=reportagem+dessa+semana+sobre+moradores+&aqs=chrome.1.69i57j33.17388j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8
Escritora desde a tenra idade. Formada em Química. Leciona na SEESP desde 1988. Casada. Mãe de 3 lindos anjos: Alexia Cristina, Emmanuel e Anna Clara. 2 estão com Papai do Céu: Gabriel, gêmeo da Alexia Cristina e Aryel, aborto espontâneo. Participante de várias antologias literárias. Acadêmica da ALPAS 21, ALUBRA e Núcleo Acadêmico de Lisboa. Professora da EE Prof. Dr. Lauro Pereira Travassos. Sul 1. Ama ambas profissões.
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jrunder
O grito mudo dos esquecidos... Quando os direitos de uma espécie são subjugados pelos interesses espurios e pelo descaso de outra. Afinal, o que somos?
02/outubro/2020

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