
Douglas Mondo
Douglas Mondo é um nome literário associado a uma produção poética que explora as profundezas da condição humana, muitas vezes através de uma linguagem imagética e densa. A sua obra tende a focar-se em temas universais como o amor, a solidão e a busca por significado num mundo em constante transformação. A força da sua poesia reside na capacidade de evocar emoções intensas e reflexões profundas, tornando cada leitura uma experiência pessoal e introspectiva. Embora menos conhecido do grande público, o seu contributo para a poesia contemporânea é notável pela originalidade e pela intensidade expressiva.
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Minha doce puta
No olhar mais meigo,
nos lábios mais pecadores
pousei minhas venturas
e todas minhas dores.
Aqueles seios puros quisera,
mas já foram bebidos
por todas as bocas da terra.
Pouco me importa.
Sou feliz quando abre a porta
e etérea se escancara
em pernas de formosura e vida torta.
Mesmo o cheiro barato em teu corpo
de perfume de esquina de mil homens,
não tiram o cristalino sorriso da tua infância.
E me lambuzo das tuas fantasia,
deposito meus versos em teu corpo
e te faço musa das minhas poesias.
Minha doce menina puta!
nos lábios mais pecadores
pousei minhas venturas
e todas minhas dores.
Aqueles seios puros quisera,
mas já foram bebidos
por todas as bocas da terra.
Pouco me importa.
Sou feliz quando abre a porta
e etérea se escancara
em pernas de formosura e vida torta.
Mesmo o cheiro barato em teu corpo
de perfume de esquina de mil homens,
não tiram o cristalino sorriso da tua infância.
E me lambuzo das tuas fantasia,
deposito meus versos em teu corpo
e te faço musa das minhas poesias.
Minha doce menina puta!
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