António Pocinho

António Pocinho foi um poeta português, cuja obra se insere no contexto da poesia contemporânea, marcada por uma linguagem depurada e uma reflexão sobre a condição humana. A sua poesia explora temas como a efemeridade do tempo, a solidão, a busca de sentido e a relação com a memória. Apesar de ter tido uma produção literária discreta, a sua obra é reconhecida pela sua profundidade e pela sua capacidade de evocar emoções e sensações de forma subtil e impactante. Poeta de um lirismo contido e de uma introspeção cuidada, Pocinho deixou um legado poético que convida à contemplação e à reflexão sobre os mistérios da existência. A sua poesia, embora não associada a grandes movimentos literários, partilha com a poesia moderna uma sensibilidade para as nuances da alma humana e uma busca incessante pela palavra exata.

1958-01-01 Condeixa
2010-08-12 Abrantes
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iscas

Quando se comem enguias fritas, a poesia parece a pior forma de recriar a vida. Não há metáforas para quando se pega no garfo para levar à boca sejam iscas, seja mão de vaca, seja chispe, ou até ensopado de borrego.
A fruta já se presta mais a ser cantada, mas não enche tanto.

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