

Stela do Patrocínio
Stela do Patrocínio foi uma figura singular na poesia brasileira, conhecida por sua obra que mescla o lirismo com uma profunda observação do cotidiano e da condição humana. Sua escrita se destaca pela sensibilidade e pela capacidade de evocar imagens poderosas, frequentemente explorando temas como a passagem do tempo, a memória e as relações interpessoais com uma linguagem ao mesmo tempo acessível e densa. Com uma trajetória marcada pela discrição, Stela do Patrocínio deixou um legado poético que continua a ressoar pela sua autenticidade e pela força expressiva, consolidando-se como uma voz importante na literatura contemporânea.
1941-01-09 Rio de Janeiro
1998-01-01 Colônia Juliano Moreira
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Ainda era Rio de Janeiro
Ainda era Rio de Janeiro, Botafogo
Eu me confundi comendo pão
Eu perdi o óculos
Ele ficou com o óculos
Passou a língua no óculos para tratar o óculos com a língua
Ela na vigilância do pão sem poder ter o pão
Essa troca de sabedoria de ideia de esperteza
Dia tarde noite janeiro fevereiro dezembro
Fico pastando no pasto à vontade
Um homem chamado cavalo é o meu nome
O bom pastor dá a vida pelas ovelhas
(Stela do Patrocínio, em diagramação de sua fala por Viviane Mosé)
Eu me confundi comendo pão
Eu perdi o óculos
Ele ficou com o óculos
Passou a língua no óculos para tratar o óculos com a língua
Ela na vigilância do pão sem poder ter o pão
Essa troca de sabedoria de ideia de esperteza
Dia tarde noite janeiro fevereiro dezembro
Fico pastando no pasto à vontade
Um homem chamado cavalo é o meu nome
O bom pastor dá a vida pelas ovelhas
(Stela do Patrocínio, em diagramação de sua fala por Viviane Mosé)
1777
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