Quantos há hoje em Portugal que têm mais do que nunca esperaram, e no cabo estão ainda descontentes? Vinde cá: quando a vossa imaginação esteve mais desvanecida, chegou nunca a sonhar nem a esperar o que hoje tendes? Nem vós mesmo o negareis. Pois se tendes mais do que nunca esperastes, porque está ainda descontente vossa esperança? Esta pergunta não tem resposta; porque esta sem-razão não tem razão.
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