No meu primeiro Grenal, em 1946, senti falta da narração pelo rádio, que dava um toque épico ao futebol. Tudo era maravilhoso, o público, o cheiro de grama, os ídolos que eu conhecia só de jornal ali, em cores vivas… Mas faltava alguma coisa. Faltava uma voz me dizendo que o que eu estava vendo era mais do que estava vendo. Faltava a narrativa heroica.

 

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