Centenário
Francisco Biquiba La Fuente Guarany
conjurou os seres malévolos das águas.
Com o poder de suas mãos meio espanholas,
meio índias, meio africanas,
totalmente brasileiras.
Das mãos de Guarany surdiram monstros
que colocados na proa dos barcos
protegiam os viajantes contra os terrores do rio.
Eram monstros benignos, conjunção de forças milenares
enlaçadas na mente de Guarany.
As águas purificaram-se, as viagens
tornaram-se festivas e violeiras.
E ninguém temia a morte, e o louvor da vida
era uma canção implícita no cedro das carrancas.
Os tempos são outros. Onde as carrancas?
Onde os barcos, as travessias melodiosas de antigamente?
O rio São Francisco está sem mistério e poesia?
A poesia e o mistério pousaram
no rosto centenário de Francisco, irmão moreno
do santo de Assis, também ele miraculoso,
pelo poder das mãos calejadas e criadeiras.
Pré-Inverno
— E vem um novo inverno todo em vês
ou todo em is? de frio fino e… — Flora!
Este babado de poetar já era.
Agora
a coisa tem que ser assim:
In
ver no par que o ver de
ar pi pila.
— Traduza para mim. — Pois não:
Inverno. Parque. O verde ar pipila.
— Não era o par que pipilava amores
no verde parque?
— Como quiser. O jogo é múltiplo.
Seja também assim:
Noverin pardever que lapipi.
— Parece nome de remédio!
— E daí? Os mais lindos sons da língua
são nomes de remédio, e cobram royalties.
Ah, declaro o papo fin-
do, antes que inverno pegue fogo.
Muito melhor ouvir o Tom Jobim
cantar, pianoviolão,
no Jardim das rosas, de sonho e medo,
no clarão das águas, no deserto negro,
enquanto, lerê, lará,
o Matita Perê negaceia:
“Eu quero ver, eu quero ver
você me pegar.”
Quem pega Tom Jobim, no Rancho das nuvens,
de Nuvens douradas? Leva Ana Luísa
no Trem para Cordisburgo. Conta-lhe
a Crônica da casa assassinada.
Fala de Milagres e palhaços,
e se é Tempo de mar, com Pedrinho de Morais,
Chora o coração de Vinicius de Moraes.
Fluem, fluem
as Águas de março e vai fluindo
em poesia rosiana
o límpido som
de Tom,
na palma da mão, cor do Brasil.
Vejo camisolas de algodão
(modelos decotados) nas vitrinas;
frente única de lã, e barriguinhas
de fora, desfilando na calçada.
É um frio maroto, com saudade
do verão, ou o verão reincidente
a infiltrar-se, maroto, neste inverno?
De pés de lã, brotos de Lan
mimam na praia o rito carioca:
(in) verniverão.
O rito?
O mito?
Esta cidade é um tanto periquito
australiano, de assobio colorido
especialmente alegre todo ano,
e faz do pré-inverno pré-estreia
do calor de dezembro a florescer
na rosinha do umbigo das garotas.
Cai um pingo de chuva nesta página?
Salta do solo o Sol e sela a sala
de ouro.
— Não é nada disto (protesta o Poet/Sintétiko),
Negó seguin:
RIO RAIO RISTE
PRAIA SPRAY
SOL
SAL
SUL
SAL MAIOR
SUL MELHOR
SOL BEMOL
12/05/1973
Volto À Casa de Helena
A casa de Helena é a casa de daqui a 20 anos,
de daqui a 50, ao incontável.
É uma casa pousada em nós, em nosso sangue.
Podemos torná-la real: o risco arquitetônico de Helena
fica estampado na consciência.
E, quando Helena se cala
na aparência mortal,
seu risco viçoso e alegre e delicado perdura,
lição de Helena Antipoff mineira universal.
Esboço de Figura
Antonio Candido ou
Antônio lúcido, límpido,
que conhece e pratica a força imponderável da intuição?
Que funda o juízo crítico no gosto,
— o gosto que em vão se tenta anular, e permanece,
mesmo negado e ignorado, sal da percepção?
Antonio que não cinge a malha de gelo do formalismo
e, com movimentos livres e lépidos,
sente a pulsação culta da obra,
num enlace de simpatia literária?
Antonio a vislumbrar no poema
para além das palavras uma conquista do inexprimível
que elas não contêm
e diante da qual devem capitular?
Antonio atento às áreas de silêncio entre as palavras,
nelas distinguindo a misteriosa ressonância
do inexprimível afinal expressado,
fora do poema, pelo seu rastro?
Antonio a perceber no leitor consciente
um vaso novo, em que os cantos do poeta irão combinar-se
de um modo especial e quase único?
Arguto, sutil Antonio
a captar nos livros
a inteligência e o sentimento das aventuras do espírito,
ao mesmo tempo em que, no dia brasileiro,
desdenha provar os frutos da árvore da opressão
e, fugindo ao séquito dos poderosos do mundo,
acusa a transfiguração do homem em servil objeto do homem.
Assim é Antonio Candido, na altiva, discreta pureza
dos sessent’anos.
A Semana Foi Assim
A semana? Passou que nem corisco,
somente aqui e ali deixando um risco
além do velho céu, hoje quadrado,
pelas naves do cosmo ultrapassado.
Que pretendem os homens: descobrir
um novo mundo, onde se possa rir?
brincar de amor? jogar de ser feliz?
tirar diploma de deus-aprendiz?
(Daqui a pouco o trânsito no espaço
estará de fundir cuca e espinhaço.)
Minha tia mineira não se espanta.
Há sempre uma cantiga na garganta
para saudar o sonho, embora a ruga
da experiência prefira a tartaruga
em seu calmo ficar aqui por perto,
tartarugando no roteiro certo…
É isso a espécie: um revoar aos trancos,
aos gemidos, aos cálculos e arrancos,
entre miséria e ciência, na poesia
da eternidade posta num só dia.
Ninguém entende bem o tal contexto
de que tanto se fala; e Paulo VI,
dos bispos a escutar o iroso brado,
chora, talvez, ou se mantém calado?
Eu contesto o contexto, diz a voz
em torno, em cima, até dentro de nós,
e a humanidade, enquanto assim contesta,
do próprio contestar faz uma festa.
Ainda bem que aí salta o Jô Soares,
a provar que cirandam pelos ares
mil amores sobrando para o Gordo,
que por isso não sente mais a dor do
regime, derramando pleno açúcar
no café, no pospasto, até no púcar(o)
da laranjada… Ai, vida, que doçura
quando magros e gordos, de mistura,
se sentirem amados por igual
em todo o território nacional,
e as nações forem todas um só povo,
na veludosa paz do homem novo!
Deliras, minha lira? Por enquanto
não devo reclamar prodígio tanto.
Olha o Dia do Mestre: o professor
(que do dinheiro ainda não viu a cor
em Minas) recebendo na bandeja
confetes de ternura e de ora-veja…
Em São Paulo calou-se o sax-barítono
de Booker Pittman: procuro um terno átono
para exprimir a falta, a grande pena
do som perdido, em meio à dor de Eliana.
E o sax-soprano, o clarinete? Música
de jazz, que jaz, silente, em flauta mágica.
Mas voltemos à rima, com Bandeira
pintor, Antônio, e sua vida inteira
convertida em pintura da mais fina,
que veremos no MAM: pintura é sina
e prêmio de viver após a vida
tão longe e tão depressa fenecida.
E viva, viva o Vasco: o sofrimento
há de fugir, se o ataque lavra um tento.
Time, torcida, em coro, neste instante,
vamos gritar: Casaca! ao Almirante.
E deixemos de briga, minha gente.
O pé tome a palavra: bola em frente.
18/10/1969
A Amiga Voltou
Muitas promessas não foram cumpridas nos últimos doze meses.
Eu mesmo, ativo cobrador de promessas,
terei prometido e faltado
no mínimo sete vezes por semana
e, o que é pior,
ostentando indefectível cara de pau.
Homens enganaram homens e mulheres
com voz de flauta doce:
“Vou fazer isso, vou fazer aquilo,
vocês têm de confiar neste compatriota…”
Fez? Pois sim, seu Serafim.
Mas essa amiga prometeu e cumpriu:
“Tou de volta em janeiro.”
E tá. No Parque do Flamengo;
como anunciara. E um pouco
por toda parte: Iúca
e sua branca floração em cachos.
Temia que não viesses mais,
Iúca. As coisas andam pretas,
e tuas alvas panículas contrastantes
com o negro sobrecenho
deste Rio assustado
podiam parecer provocação.
Mas sorriste do medo.
Chegaste, amiga nossa,
pontual,
lirial,
janeiramente abril.
É consolo, conforto
saber que não mudaste
e restauras em nós a matutina esperança
de ter um dia bonito à nossa frente.
Pronto, ganhei o dia,
só de te ver e de beijar com os olhos
tua florada em forma de turíbulo
ou lâmpada suspensa.
Assim fazem as plantas,
honradas, tranquilas companheiras
neste viver em grupo, conturbado.
Não seguem portarias
nem do Banco Central nem do Conselho
Interministerial de Preços Altos.
Têm seu próprio destino prefixado
(não correção incerta monetária),
e a ele são fiéis. Fiel Iúca,
a trabalhar de graça para os pobres
olhos da população carente de feijão,
de sossego, de carne e de carinho.
Não tens partido, entre os partidos
tão repartidos que hoje se emaranham
na tentativa de comprar o passe
de partidários outros e volúveis.
Iúca, tua glória
não resulta de novelas,
nem de estádios, palácios, ministérios
de trombeteada fama nacional.
És apenas tu mesma, arbusto digno
que promete florir e cumpre
na hora certa o verde prometido.
Muito obrigado, amiga.
Eu precisava bem deste reencontro.
Nós precisávamos bem deste reencontro.
A folha de rija ponta espiniforme
não molesta ninguém: prepara a flor
inumerável, ofertada
ao dia brasileiro angustiado.
17/01/1981
Rio Em Flor de Janeiro
A gente passa, a gente olha, a gente para
e se extasia.
Que aconteceu com esta cidade
da noite para o dia?
O Rio de Janeiro virou flor
nas praças, nos jardins dos edifícios,
no Parque do Flamengo nem se fala:
é flor é flor é flor,
uma soberba flor por sobre todas,
e a ela rendo meu tributo apaixonado.
Pergunto o nome, ninguém sabe. Quem responde
é Baby Vignolli, é Léa Távora.
(Homem nenhum sabe nomes vegetais,
porém mulher se liga à natureza
em raízes, semente, fruto e ninho.)
Iúca! Iúca, meu amor deste verão,
que melhor se chamara primavera.
Yucca gloriosa, mexicana
dádiva aos canteiros cariocas.
Em toda parte a vejo. Em Botafogo,
Tijuca, Centro, Ipanema, Paquetá,
a ostentar panículas de pérola,
eretos lampadários, urnas santas,
de majestade simples. Tão rainha,
deixa-se florir no alto, coroando
folhas pontiagudas e pungentes.
A gente olha, a gente estaca
e logo uma porção de nomes populares
brota da ignorância de nós todos.
Essa gorda baiana me sorri:
— Círio de Nossa Senhora… (ou de Iemanjá?).
— Vela de pureza, outra acrescenta.
— Lanceta é que se chama. — Não, baioneta.
— Baioneta espanhola, não sabia?
E a flor, que era anônima em sua glória,
toda se entreflora de etiquetas.
Deixemo-la reinar. Sua presença
é mel e pão de sonho para os olhos.
Não esqueçamos, gente, os flamboyants,
que em toda a sua pompa se engalanam
aqui, ali, no Rio flóreo.
Nem a dourada acácia,
nem a mimosa nívea ou rósea espirradeira,
esse adágio lilás do manacá,
esse luxo do ipê que nem-te-conto,
mais a vermelha aparição
dos brincos-de-princesa nos jardins
onde a banida cor volta a imperar.
Isto é janeiro e é Rio de Janeiro
janeiramente flor por todo lado.
Você já viu? Você já reparou?
Andou mais devagar, para curtir
essa inefável fonte de prazer:
a forma organizada
rigorosa
esculpintura da natureza em festa, puro agrado
da Terra para os homens e mulheres
que faz do mundo obra de arte
total universal, para quem sabe
(e é tão simples)
ver?
22/01/1980
Nova Rua São José
Cultivando o prazer de andar a pé,
tiro de meus alforjes lexicais
o mais puro louvor a Gildo Borges,
renovador da Rua São José.
Quem ali passa logo se detém,
senta no banco (banco de sentar,
não de pagar imposto e duplicata)
e escuta, embevecido, uma sonata.
De que piano vem, música errante,
se não vejo instrumento musical?
Vem de sentir no ar essa aliança
entre a cidade e a forma natural.
É pedaço de rua, por enquanto,
mas nele se devolve à criatura
o pouso, a paz, a pomba, o pensamento
de existir, existindo com doçura.
Em seus vasos, a múltipla folhagem,
ainda tímida, pede-nos licença
para nos ofertar sua presença
consoladora do monstro-garagem.
A flor, em flor, na rua — que convite
ao passante angustiado: “Para um pouco.
Dez ou quinze minutos de far niente
e voltarás depois ao mundo louco.
Mas voltarás de cuca restaurada,
alma leve, levando na lembrança
um bailado de asas e a dourada
alegria da hora lenta e mansa.
Aqui não te perseguem carro trêfego,
maléfica fumaça, rumor túrbido,
aqui encontrarás paradisíaca
pasárgada de pobre e milionário.
Aqui é teu domínio; aqui és rei
de teu nariz, das nuvens e das aves,
e fruirás o simples estar quieto,
erigindo o relax em tua lei”.
Assim murmura a flor, e corre a brisa,
“Apoiado”, ciciando ao perpassar,
enquanto São José, na sua igreja,
e Tiradentes põem-se a meditar
(pois estátua medita) e os dois reunidos
aprovam Gildo Borges e seu sonho
de tornar a cidade mais humana
e cada ser humano mais humano.
11/08/1973
Em Março, Esta Semana
Segunda-feira a gente ficou presa
não no Distrito: em casa, ante o combate
de Cassius Clay e Frazier… Que tristeza
ver Muhammad Ali tatibitate,
hesitando, caindo, prolongando
por 15 rounds nossa aflição inglória:
Vai resistir? Virar a luta? Quando
acaba esta cruenta e lenta história?
Sem apostar um dólar ou cruzeiro
(pois nutro por tabefes sacro enjoo),
lamento haver perdido: o palradeiro
tem minha simpatia no seu voo
rumo à ideia de paz, num mundo em guerra.
Até um boxeador acusa o vício
de nos entrematarmos sobre a Terra,
este açougue instalado num hospício.
Lá se foi Harold Lloyd, um velho chapa
do tempo em que o cinema era calado
e a gente é que falava… Eis que à socapa
voltam risos e sombras do passado.
— Viu Carlito no Circo? — Não quis ver,
pois já não sou o broto carlitiano,
e procurando nele o antigo ser,
não mais o encontro… Deve haver engano.
Mudaria Carlito ou mudei eu?
(Sempre me perseguindo o eterno Assis,
como se a vida não me houvesse assaz
revelado o segredo de uma noz
escondida num papo de avestruz.)
A rima neste ponto se perdeu,
mas que importa? Se a Light não me apaga
a luz, visitarei com Geysa Bôscoli
(oh, abram alas!) Chiquinha Gonzaga
no livro que através o tempo fosco lhe
recorda o humano e musical perfil.
Que mulher e que mina de talento
em polca, xote, valsa, tango, mil
composições, arte lançada ao vento!
Mas que é isso, no Parque de Iguaçu?
Que diz o Frisch? Por manhas de posseiros
vejo as fontes secando e o solo nu?
Roubam nossos tesouros derradeiros?
Orlando Villas-Boas, por seu lado,
no Parque do Xingu, pede magoado:
— Mudem-me, por favor, esse traçado
de rodovia, que desmantelado
deixa o viver do índio na floresta
e nada lhe oferece além da triste
integração, essa ilusória festa
a que ele, sem defesa, não resiste.
Falar em índio, grande livro este,
novinho, de Darcy Ribeiro. Leste?
Uma serena avaliação de dados
a serem fundamente meditados
enquanto não se extingue a velha raça
de teto errante e de ventura escassa.
Já não mais tranço as rimas, e daí?
Parelhas são, mas contam o que li,
o que vi (ou não vi), prestando ouvido
na direção do terceiro partido.
Quem é que vai fundar, que pioneiro,
um que falta; o primeiro e verdadeiro?
Havia de ser bom. Mas como? Onde?
O eco anda maroto, não responde.
E vem-me a tentação, mais uma vez,
de romper estruturas… Um, dois, três:
“Foi em março, ao findar das chuvas, quase à entrada…”
— Mas isto é de Bilac! — Então, adeus… Mais nada.
13/03/1971
Textos Mínimos
Cariocas:
do alto do Pão de Açúcar
40 casais de turistas
vos contemplam sem História.
De repente fica na moda
não estar na moda.
Torna-se impossível
estar, estando.
Arrependido
o ladrão devolveu
aquele quadro falso do Museu.
O sino da igreja desabada
caído no chão
repica em silêncio.
Cada badalada
cria a procissão.
Gosto tanto de ir ao teatro
que por amor ao teatro
vê lá se vou ao teatro.
Solto na jaula
o tigre observa
o Jardim Zoológico
do mundo.
Chovia tanto tanto
naquele reino da Ásia
que a chuva dissolveu
o rei com seu palácio e suas leis.
Arte dos 70:
sacramento
do excremento.
Declara o cientista
que floresta não presta
e no seu lugar
plante-se capim.
Teremos, a perder de vista,
no capinzal da Amazônia,
o pasto da ciência?
Assim termina
o autopoema:
A poesia é necessária,
mas o poeta, será?
— O senhor cultiva
epigramas?
— Não, só a grama
do meu jardim.
Última palavra
em computador:
o anticomputador.
A bomba francesa
detonada longe
da douce France
é uma garantia
para quem escapa
e sendo turista
respira e deduz:
Paris intacta
continua sendo
a Cidade-Luz.
Quando acabarem de consertar
este atrapalhado Rio de Janeiro
haverá morador
para o prazer de morar nele?
E haverá morada
para o morador?
Cartão de identidade
(informa o broto cintilante)
não levo comigo.
Acho bastante
o umbigo.
A casa, na avenida,
postou-se no rumo
do automóvel.
Quem mandou ser distraída?
Se as nações alinhadas
perdem a linha,
fazem cada papel,
prefiro Tia Miquinha
alegre desalinhada,
revel.
O dono do Sítio Paraíso
derrubou a mata,
mas ecologicamente
comprou uma gravata
verde.
O garoto curioso
pergunta:
No Colégio Eleitoral
haverá prova pública
pelo audiovisual,
ou simples aprovação
por antecipação?
08/09/1973
....quase uma quadrilha à moda portuguesa. A quadrilha daquela assembleia que nenhuma História quer ver entrar, de tanto entrarem e saírem dos bancos levam a população a crer que estamos a saque
.....sobre o que não se conhecia e, ébrio por conhecer vem porque o admira. Ele é muito reconhecido em Portugal e muito lido por uma vasta comunidade académica
Poeta completo.
Admiro muito este poeta e contista. Sua poesia mais contundente para mim e, Os ombros suportam o Mundo e a Rosa do Povo.
Adoro, fico extasiada quando leio os seus poemas
adoro seus poemas pois alem de nao ser tao dificil compreensao fica lindo e direto o que eu sinto
faser mais estrofes
amei você é d+ te amo nunca se encontra um brasileiro igual a você S2
adoruu toda a historia dele!!!!!!
Adorei muito Legaaallllllll................
Um Genio apaixonante sabe oq é amar a vida e as pessoas e a nutureza!!!!!
Bonita a historia dele adorei
Achei magnifica essa biografia parabéns ao autor
amo as poesia de Drummond,e genial,,,e fica a dica e so pros'''que sabe apresia tudo o que foi escrito por esse grande altor...assm ;;Reane batista da silva....
tem gente q só qer saber quando nasceu e quando morreu esses são os famosos enguinorantes eu nn curto muito poemas mais o desse cara é d+++ kkk '_'
Carlos Drummond de andrade um homem que transformava o cotidiano da vida em poesia jamais me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho......
gostei super legalllll !!!!!!!!!!
me imprecionou,mas sou supeito por ser fã
Amei sua historia......D+
Amei,Amei,Amei...d+!!!!
Adorei a história quero saber mais um
adorei a historia desse cara e demas
amo o poema José.
adorei a história dele muito interessante amei!!!!!!!!!