Ó MADRUGADA
Ó MADRUGADA
Ó MADRUGADA TRISTONHA GÉLIDA É FÉTIDA
SENHORA DA ESCURIDÃO, MÃE DOS INDECENTES,
FAMINTOS E FAMIGERADOS,
HOMENS QUE ANDAM DE PRETO.
PRETO ÉS A SUA ALMA,
QUE CONSOME O INSUMO DAS MADRUGADAS,
DE RUAS GELADAS, FRIAS E SEM VIDAS,
PERDIDAS PELAS ENTRANHAS FEMININAS,
CARENTES E SEDENTAS DE ABRIGO,
POR QUE TE QUERO Ó MADRUGADA FAMIGERADA
E GELADA, POIS SOU O SEU ABRIGO,
MORADA DE MINHA ALMA
QUE ME LEVA PELAS VIELAS E BECOS SEM SAÍDA,
DESPIDA DE PUDOR.
Ó MADRUGADA TRISTONHA GÉLIDA É FÉTIDA
SENHORA DA ESCURIDÃO, MÃE DOS INDECENTES,
FAMINTOS E FAMIGERADOS,
HOMENS QUE ANDAM DE PRETO.
PRETO ÉS A SUA ALMA,
QUE CONSOME O INSUMO DAS MADRUGADAS,
DE RUAS GELADAS, FRIAS E SEM VIDAS,
PERDIDAS PELAS ENTRANHAS FEMININAS,
CARENTES E SEDENTAS DE ABRIGO,
POR QUE TE QUERO Ó MADRUGADA FAMIGERADA
E GELADA, POIS SOU O SEU ABRIGO,
MORADA DE MINHA ALMA
QUE ME LEVA PELAS VIELAS E BECOS SEM SAÍDA,
DESPIDA DE PUDOR.
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