🔴 Cancelamento da derrota
Nem Governo de São Paulo, muito menos a uma Presidência da República. João Doria achou que bastava se escolher, no entanto nem o PSDB, seu partido, acreditou na candidatura.
O político que representaria a terceira via dos sonhos para o “stablishment” é o Eduardo Leite. Discreto, ele é muito parecido com os social democratas europeus, portanto perfeito para cumprir as agendas da Organização das Nações Unidas (ONU), obedecer todas as diretrizes ambientais, demarcar terras indígenas, enfim, obedecer tudo o que vem do exterior, mesmo a ordem sendo de países muito poluidores. Entretanto, por trás daquele rosto inocente há um ditador, foi o que vimos durante a pandemia. Para impedir a contaminação, o, então, governador do Rio Grande do Sul lacrou corredores de supermercados.
Voltando a falar do ex-governador de São Paulo. Na despedida da candidatura, o tom da fala, a expressão, os gestos, exatamente tudo foi calculado e planejado a fim de atingir um efeito esperado e repercutir como almejado. Contudo, o tiro saiu pela culatra. O telespectador não cai mais nessas estratégias, em grande parte por causa da internet. Tudo em João Doria soou falso, portanto, não colou.
O coronavírus já foi expressamente festejado como “presente de Deus para a esquerda”, segundo Jane Fonda e Lula agradeceu pela natureza ter criado o vírus, mas, mesmo sem a cara de pau de dar glórias à vinda do vírus, Doria vislumbrou a oportunidade e fez muito para derrubar o governo de Bolsonaro. O governador, que quis ser o “pai da vacina”, não passa de um lobista chinês. O que chamam de trajetória política, eu entendo como plano nefasto ou, no mínimo, estratégia mirabolante. O Brasil, nas garras do João Doria, seria mera mercadoria.
Agora, resta ao “stablishment” apostar na Simone Tebet. Lançada, finalmente, como a terceira via, pesquisando bem é fácil descobrir que ela não tem nada de novo e tem relações muito perigosas.
Dissimulados, muitos tentam se lançar como a tal terceira via (nem esquerda nem direita). Essa tentativa ensaboada de parecer novidade não engana mais. Desse modo, Jair Bolsonaro surfa, apresentado-se rústico; o povo, notando a edulcoração e artificialidade dos candidatos de sempre, vota no doidão.
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