Vela para iluminar poeta
Dorme o poeta o sono profundo do adeus
Sua urna mortuária forrada de poesias é uma licença poética
Descansa o poeta em sua casa branca e azul
Guardada por anjos na porta
Acendo uma vela para a passagem do poeta ao vale da poesia
Quem mais velou por ele?
Que musa chorou sua partida ?
Quem fechou as pálpebras espirituais?
Quem segurou suas mãos líricas?
Acendo uma vela para iluminar os caminhos do poeta
Pra brindar sua assunção aos céus das metáforas e ladainhas
Para aveludar sua alma
Livrá-lo do frio da mortalha
Calçar suas luvas
Acendo vela para iluminar poeta
Para livrá-lo da escuridão da noite
Para abrir os véus das palavras
Para acompanhar solidão de sua pupila de pedra
Para escoltar corujas e teias de aranhas
Para decifrar seus versos e agradecer sua estadia
Acendo vela para iluminar poeta
Para salvá-lo das cinzas negras do silencio
E devolve-lo a sua terra.
Sua urna mortuária forrada de poesias é uma licença poética
Descansa o poeta em sua casa branca e azul
Guardada por anjos na porta
Acendo uma vela para a passagem do poeta ao vale da poesia
Quem mais velou por ele?
Que musa chorou sua partida ?
Quem fechou as pálpebras espirituais?
Quem segurou suas mãos líricas?
Acendo uma vela para iluminar os caminhos do poeta
Pra brindar sua assunção aos céus das metáforas e ladainhas
Para aveludar sua alma
Livrá-lo do frio da mortalha
Calçar suas luvas
Acendo vela para iluminar poeta
Para livrá-lo da escuridão da noite
Para abrir os véus das palavras
Para acompanhar solidão de sua pupila de pedra
Para escoltar corujas e teias de aranhas
Para decifrar seus versos e agradecer sua estadia
Acendo vela para iluminar poeta
Para salvá-lo das cinzas negras do silencio
E devolve-lo a sua terra.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
TRISTE ESPERANÇA ! - (soneto) - 10/06/2008
Na praia, a onda quebra na areia mansa Arrastando com ela pequeninos grãos, Apagando tuas pegadas, e a lembrança Onde caminhamos entrelaç…
Armando A. C. Garcia
Alhures ! (Soneto) - 18/12/2017
Com a alma e o pensamento alhures
Desvairado e absorto, olhei teu retrato,
Na esperança de divisar algures
Teu…
Armando A. C. Garcia
Do primeiro amor... (soneto duplo) - 13/03/2016
Do primeiro amor, ninguém esquece
É sentimento que na vida inteira cresce,
Na alma que ama, o coração floresce
…
Armando A. C. Garcia
Ó TU, IMUTÁVEL SER.... - 01/09/2006
Ó Tu, imutável ser que a humanidade, Cobriste de ventura os seus destinos, No orbe, deste à natureza imensidade. E os grandes tormento…
Armando A. C. Garcia