Os Irmãos
E disse Deus: Que haja o mar com toda sua imensidão azul e que haja também o rio com a sua admirável calmaria.
E assim nasceram dois irmãos, o primeiro em questão era mais aclamado entre as pessoas. Multidões se formavam ao seu redor.
Em seus dias de calma, ele conseguia com que o seu som (muito audível por sinal) ao se encontrar com sua amada, transformar pranto em gozo.
No entanto, quando a fúria o tomava conta, sua força destruía tudo o que seus olhos contemplavam. E o seu som, outrora calmo, trazia dor e choro.
Já o outro irmão, o mais novo. Era diferente, ele nunca deixava a irá o vencer. Na verdade nunca o viram em toda sua história bravo.
Sua paciência o tornavam único. Todos os que estavam nele se tornaria pelo menos durante algumas horas, a pessoa mais tranquila já existente.
Ambos irmãos nunca se deram tão bem. Aponto de seu Pai ter de separá-los. Um dizia, "papai um dia andou sobre mim", já o outro contestava, "papai estava em mim em um de seus momentos mais marcantes".
Porém, houve um dia diferente nesse planeta. Depois de milênios de anos, séculos de discussões e inúmeras desavenças.
O primogênito se lembrou de seus tempos de criança, onde seu irmão era seu melhor amigo. E ao recordar, se juntou com outro criação do Pai e choraram.
O mais jovem já tinha até se esquecido de seu irmão, aquelas lembranças do tempo de infância não estavam mais com ele.
Foi quando o primogênito tomou uma atitude nobre, e com toda sua força e amor, quebrou uma grande montanha de areia que os separavam.
Os irmãos ao se verem não precisaram dizer nada, as lágrimas talvez fosse um grande e belo pedido de desculpa.
E quando se abraçaram um novo eco sistema surgiu, uma nova maravilha da natureza e ela tinha a cor esverdeada, pois essa é a cor da nova aliança entre o mar e o rio.
E assim nasceram dois irmãos, o primeiro em questão era mais aclamado entre as pessoas. Multidões se formavam ao seu redor.
Em seus dias de calma, ele conseguia com que o seu som (muito audível por sinal) ao se encontrar com sua amada, transformar pranto em gozo.
No entanto, quando a fúria o tomava conta, sua força destruía tudo o que seus olhos contemplavam. E o seu som, outrora calmo, trazia dor e choro.
Já o outro irmão, o mais novo. Era diferente, ele nunca deixava a irá o vencer. Na verdade nunca o viram em toda sua história bravo.
Sua paciência o tornavam único. Todos os que estavam nele se tornaria pelo menos durante algumas horas, a pessoa mais tranquila já existente.
Ambos irmãos nunca se deram tão bem. Aponto de seu Pai ter de separá-los. Um dizia, "papai um dia andou sobre mim", já o outro contestava, "papai estava em mim em um de seus momentos mais marcantes".
Porém, houve um dia diferente nesse planeta. Depois de milênios de anos, séculos de discussões e inúmeras desavenças.
O primogênito se lembrou de seus tempos de criança, onde seu irmão era seu melhor amigo. E ao recordar, se juntou com outro criação do Pai e choraram.
O mais jovem já tinha até se esquecido de seu irmão, aquelas lembranças do tempo de infância não estavam mais com ele.
Foi quando o primogênito tomou uma atitude nobre, e com toda sua força e amor, quebrou uma grande montanha de areia que os separavam.
Os irmãos ao se verem não precisaram dizer nada, as lágrimas talvez fosse um grande e belo pedido de desculpa.
E quando se abraçaram um novo eco sistema surgiu, uma nova maravilha da natureza e ela tinha a cor esverdeada, pois essa é a cor da nova aliança entre o mar e o rio.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
TRISTE ESPERANÇA ! - (soneto) - 10/06/2008
Na praia, a onda quebra na areia mansa Arrastando com ela pequeninos grãos, Apagando tuas pegadas, e a lembrança Onde caminhamos entrelaç…
Armando A. C. Garcia
Alhures ! (Soneto) - 18/12/2017
Com a alma e o pensamento alhures
Desvairado e absorto, olhei teu retrato,
Na esperança de divisar algures
Teu…
Armando A. C. Garcia
Do primeiro amor... (soneto duplo) - 13/03/2016
Do primeiro amor, ninguém esquece
É sentimento que na vida inteira cresce,
Na alma que ama, o coração floresce
…
Armando A. C. Garcia
Ó TU, IMUTÁVEL SER.... - 01/09/2006
Ó Tu, imutável ser que a humanidade, Cobriste de ventura os seus destinos, No orbe, deste à natureza imensidade. E os grandes tormento…
Armando A. C. Garcia