Poemas e Poesias.
" Os Livreiros "
Os tesouros dos
livreiros; são os
livros que viajam
mercado bem ligeiro.
E na verdade você
encontra nas prateleiras
da mais pura madeira...um
único exemplar .
Bem quitinho de ( Os sertões )
de Euclides da Cunha.
Ou um (Incindente em Antares)
de Érico Varissimo
Como estou dizendo os tesouros
dos livreiros...são os que rodam no
mercado bem ligeiro.
E esta preteleira de madeira
de Lei... estão cheias de livros
de inesqueciveis leituras.
( A humanidade passa; mas os
escritores imortais permancem)
Ademir o poeta.
Poemas e Poesias.
"Cristalinos"
Antes que me digas
adeus... olhe para mim
bem profundamente em
meus cristalinos olhos: E
diga nunca senti nada por ti.
...A não ser é claro uma
perversa - pequena
suave morticidade, do teu
agora não mais imenso amor.
Bem... com esta frase... creio
eu que tudo se acabou; mesmo
com o canto de um Bem-Te- Vi.
sem qualquer dor.
Ademir o poeta.
Poemas e Poesias.
"Luciano e Luiza "
Amor desprovido de
contatos... corpos frios
desprovidos de sentimentos;
de uma sociedade
camareira de um Rei.
Cujo único interece é
viver por vida-viver.
E no explendor faustoso
das óperas em reuniões;
de belas mulheres...cuja
visão era para seus amores
grandes e egoistas.
( As Balzaquianas ).
Ademir o poeta.
Poemas e Poesias.
"Sal"
Que situação: meu
sapato tá furado,
minha calça tá rasgada
minha caminsa, coitada
se esfarrapou.
Todo dinheiro que
ganho, vai embora
mas... para entrar
o coitado muito que
demorou.
Que situação me apresenta
esta vida; já que falido estou.
Os amigos dizem: nada posso
fazer, desconhecidos me falam
tô na mesma meu caro senhor.
Assim todo salário que demora
trinta dias para entrar... mas para
sair é de uma rápidez! como um
planador. pois ... pois ... ferrado
neste ano estou.
Ademir o poeta.
Poemas e Poesias.
"Rosas Espiãs"
Na parte que me
tocas, não tenho
reclamações.
Na parte que te
toco minhas mãos
tremem sem controles;
perdem suas ações de
paixões.
E na parte que me
tocas sinto tuas unhas
felinas com muitos
arranhões.
E vianjando no teu
corpo-meu corpo; como
rosas espiãs.
Eu te tocando, deixo a
desejar ; voce suando
faz-nos sentir o que
realmente é o termo
amor-de-amar.
Ademir o poeta.
Poemas e Poesias.
" Delirios "
Se acaso colidirem
os meus delirios com
os teus; não fiques
entristecida, pois é
sinal que o nosso amor e
nosso sentimento ainda
não morreu.
Delirios são fogos de
igual padrão... não nos
queimam e nem tão pouco
ficamos como loucos.
É um amor que nasceu
e ainda não se viveu.
Portanto nosso amor e
nosso sentimento ainda
não morreu.
Ademir o poeta.
Poemas e Poesias.
" Magma "
É doce a vóz que
embala meu sono...
E amarga a criatura
que não me ama.
O meu extinto me diz
sorte sua, desta voz não
ouvida.
Pois a criatura não
mais te segura! ela
baixou suas mãos.
Tem vez que me dá
vontade de virar magma
de um vulcão.
Me enterrando de corpo
e espírito no fundo de
qualquer chão.
Á doce voz do meu
honorável silencioso
coração , adormce por
inteiro minha ilusão.
Ademir o poeta.
Pemas e Poesias;
"Fracasso"
Lamentamos por
distançias diferentes
percorridas... estão nas
vidas escolhidas./ Agora
notamos os passos marcados
do passado; erros que poderiam
ser avitados/ O problema não é
o que traçamos... mas sim , o que
aconteçeu a nossa volta/
Empurramos os lamentos para
um novo mundo. cercados de
águas cristalinas que achava-mos
todas coloridas. O que nos restam
agora! são somentes opções a
serem tomadas.Não nos deixar-mos
desfalecer ainda em vida...
e mergulhar-mos em um mundo que
tenha-mos novas escolhas e sortes.
Ademir o poeta.
Poemas e Poesias.
"O Banimento"
Se dou maus tratos
aos desesperados...morro
lentamente em desterro.
Pois jogo meus sentimentos
à outros, que nada tem sobre
meus modos ingratos.
Sou figura de homem na
carne, e não sou humano
na mente.
Por isso , meu desterro
de onde vivo e moro; indo
eu e meus pensamntos.
Para o mundo ausente
de um puro - banimento.
Queria eu voltar um dia:
com bons pensamentos.
Ademir o poeta.
Poemas e Poesias.
"Noites e Amanheceres"
Onde dormem as
noites, nos anos em
que vivemos?
Elas dormem em
nossos corpos, pois
não gostam de solidões.
Onde os dias amanhecem
nos anos em que vivemos?
Eles amanhecem dentro
de nossos corpos, pois
não gostam de escuridões.
Bem então... somos um
mundo dentro de nós
mesmos; vivemos de
escuridões e amanheceres,
e um pouco somente de
de estrelas que iluminam
nossos corações.
Ademir o poeta.